Você, leitor da coluna Mecânica Online®, teve a oportunidade de conhecer antes do resultado oficial o melhor motor de 2018. Na edição de 20 de abril tivemos a oportunidade de acelerar o mais potente V8 da história de Maranello que faz história.

Agora, com a publicação oficial dos resultados, podemos afirmar: dirigimos o melhor motor do ano de 2018.

A edição do prêmio que comemora 20 anos do Engine of the year, contou com a participação do Mecânica Online®, sendo Tarcisio Dias um dos representantes do Brasil entre os jurados da imprensa especializada.

Além das 11 categorias de melhores motores, o prêmio aproveitou o momento especial para escolher o melhor dos melhores entre todos os motores vencedores desde 1999.

Nos motores até 1.0 litro o vencedor foi o Volkswagen 1.0 litro TFSI, um motor compacto, leve e de alta tecnologia que produz 85 kW / 115 cv movido a gasolina, sendo o primeiro em sua categoria a combinar um catalisador de quatro vias com um filtro de partículas para gasolina.

A versão 1.0 TSI do up! GTI, que começou a ser vendida na Europa este ano, integra a linha de motores EA211. A mistura de combustível é injetada diretamente nos cilindros sob uma pressão de 350 bar (muito elevada para um motor a gasolina). A partir de 2.000 rpm, o 1.0 TSI - que é equipado com dois eixos de comando de válvulas ajustáveis - transmite uma força de 200 Nm ao eixo de transmissão. O torque máximo permanece constante até 3.500 rpm.

Pelo quarto ano consecutivo, o motor 1.2 litro a gasolina de 3 cilindros turbo PureTech, do grupo PSA Peugeot Citroen conquista a categoria entre os motores 1.0 a 1.4 litro. Esta nova geração, lançada em 2017 no novo Peugeot 308, começa a equipar os veículos do grupo PSA através de uma centena de aplicações em mais de 70 países.

Vitória fácil para o motor Porsche 3.0 litros seis cilindros turbo que equipa modelos como o 911 Carrera, 911 Carrera 4, Carrera GTS, entre outros, com 370 pontos, o dobro de pontos do segundo colocado, o BMW M 3.0 litros turbo e seis cilindros que equipa modelos como o BMW M3 e M4.

A Porsche também comemorou mais uma conquista, dessa vez com a motorização aplicada no 718 Boxster e 718 Cayman. Vitória para o 2.0 litros turbo, que tem arquitetura central e produz 380 NM de torque.

Duas conquistas para o motor completamente elétrico desenvolvido pela Tesla – Motor Verde e Conjunto elétrico. A marca é referência entre os especialistas quando o assunto é motor puramente elétrico. O torque é sem igual: 967 Nm com autonomia de 613 quilômetros e emissão zero. Presente nos modelos S, X e 3, possui motores elétricos com indução trifásica de quatro pólos.

O conjunto motriz do esportivo híbrido BMW i8 conquistou pela quarta vez consecutiva, o prêmio de melhor motor entre 1.4 e 1.8 litro. O motor a combustão, de três cilindros do i8 desenvolve 231 cavalos de potência e é responsável por mover as rodas traseiras. Já o motor elétrico – cuja potência de saída foi elevada para 143 cv – é alimentado por uma bateria de íons de lítio (e que pode ser carregada em uma tomada elétrica convencional) – e impulsiona as rodas dianteiras.

Este sistema híbrido plug-in específico desenvolvido e produzido pelo BMW Group permite uma condução totalmente elétrica, cuja autonomia foi elevada para 55 quilômetros. O i8 precisa de apenas 4,4 segundos para acelerar de 0 (zero) a 100 km/h.

Pelo nono ano consecutivo, o júri selecionou o Audi 2.5 TFSI como o melhor motor na categoria de 2 a 2.5 litros. Sua potência de 400 cv o torna o mais poderoso motor de produção em série de cinco cilindros disponível no mercado global.

Destaque ao impressionante torque de 480 Nm, disponível apenas a 1.700 rpm, bem como o distinto som da unidade turbo. Esse som é gerado pela combustão em cilindros próximos alternada com os cilindros mais distantes, resultando em um ritmo único. O cinco cilindros tem sido um ícone da Audi por mais de 40 anos.

Agora vamos com uma sequencia só de Ferrari. Começamos com o melhor mais novo motor de 2018. Vitória para o motor Ferrari 6.5 litros V12 presente na 812 Superfast. Com 75% de peças totalmente novas, esse motor na 812 torna o modelo o carro de estrada mais rápido e potente da Ferrari, uma obra de arte da engenharia considerando o avançado sistema de admissão, novas bombas de alta pressão, sensores de pressão, arvore de manivelas, bielas e até mesmo o design dos pistões. O torque é de 718 Nm a 6.000 rpm.

A Ferrari 488 Pista que foi acelerada pelo Mecânica Online® em Maranello conquistou a categoria entre os motores de melhor performance com a motorização 3.9 litros V8 biturbo e também o prêmio mais importante da edição 2018 – O prêmio de motor do ano 2018. É a terceira vez consecutiva que essa motorização ganha como motor do ano.

É a vitória do mais potente motor de 8 cilindros desenvolvido na história da Ferrari. Entre as novidades a marca reduziu o peso do motor quando comparado com o utilizado na GTB e o torque de 770 Nm a 3.000 rpm.

E o motor Ferrari V8, que recebeu o codinome F154CD, também foi considerado o melhor motor das últimas duas décadas, conquistando o título de “Melhor do Melhor” concebido para celebrar o 20º aniversário dos prêmios.

“Com seu V8, a Ferrari demonstrou que até os mais exigentes compradores de carros querem motores menores e mais eficientes. De fato, a mistura de performance de bater o coração e o glorioso estrondo de Maranello do motor turbo o tornou imbatível não apenas nos últimos três anos, mas também quando comparado ao melhor das últimas duas décadas.”, foi o que disse Dean Slavnich, co-presidente do conselho do prêmio que define os melhores motores do ano

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Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet, uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.

O que um especialista em robótica faz numa fábrica de veículos? Hoje é muito mais fácil compreender a participação de engenheiros mecatrônicos - automação e controle trabalhando nas linhas de produção.

A cooperação entre pessoas e máquinas na produção está se tornando cada vez mais importante. Cada vez mais, o trabalho em um veículo ou componente é realizado por pessoas e robôs não separadamente ou em seqüência, mas simultaneamente e em conjunto. Isso significa que os robôs precisam entender o que os trabalhadores humanos querem e precisam deles.

No salão 54 da fábrica da Volkswagen em Wolfsburg, Alemanha, os funcionários são apoiados por um robô lado a lado, sem nenhuma barreira protetora. Este princípio é conhecido como colaboração homem-robô (HRC).

Johannes Teiwes trabalha no Laboratório de Produção Inteligente do Grupo de TI e programa "cérebros" de software para que eles possam fornecer o melhor suporte possível para as pessoas.

Robôs que trabalham estão intimamente junto das pessoas e também exigem conhecimentos e habilidades consideráveis. "Mais e mais sensores estão sendo instalados em robôs nos dias de hoje", diz Teiwes. "Isso requer um novo tipo de programação e coloca alguns desafios para nós na TI".

O robô que Teiwes e seus colegas programaram para o trabalho na linha de montagem identifica motores por si só - independente do tipo, e executa sua tarefa com rapidez e precisão.

Ainda mais importante, se um de seus colegas humanos chega muito perto, o robô registra esse fato e diminui a velocidade. A segurança é sempre a maior prioridade no processo.

Atualmente, o braço robótico pode realizar os movimentos necessários para sete diferentes variantes de motor, graças a sensores muito sensíveis e à sofisticada lógica de software.

"Era importante para nós usar programação genérica", diz Teiwes. Isso significa que as funções são inicialmente desenvolvidas de tal maneira que podem ser usadas para aplicações adicionais.

A equipe do Smart Production Lab desenvolveu as funções do robô de forma que possam ser usadas para aplicativos adicionais. "A função de aparafusamento é um dos módulos de habilidade que programamos", explica Teiwes. Isso possibilita toda uma série de funções, como a entrega de peças ou ferramentas pesadas às pessoas, de forma independente ou por comando. A ergonomia desempenha um papel fundamental.

O Smart Production Lab conta atualmente com uma equipe de 40 especialistas em TI - principalmente cientistas da computação, mas também engenheiros industriais e especialistas em negócios.

"Nosso trabalho se concentra em tecnologias inteligentes usadas na produção, sempre sob a perspectiva do desenvolvimento de software", explica Teiwes. Os principais tópicos incluem a Internet das Coisas e veículos autônomos para aplicações de intralogística.

A equipe do Smart Production Lab programou quatro robôs para quatro tarefas de produção diferentes na fábrica de montagem em Wolfsburg. Em todos esses casos, o trabalho é fisicamente muito exigente e os funcionários envolvidos podem se beneficiar consideravelmente da colaboração entre humanos e robôs.

“Eficiência e ergonomia desempenham papéis igualmente importantes”, diz Teiwes. “Os robôs precisam ajudar as pessoas de maneira que façam sentido. Não é necessário usar robôs em todos os lugares.”

A equipe do Smart Production Lab já está trabalhando em seu próximo projeto de robô. Conhecido como MIRCO - que significa Mobile Intelligent Robotic Co-Worker - é um protótipo robótico de dois braços em uma plataforma móvel.

É importante notar que seus criadores estão experimentando tecnologia de preensão humana. Este tipo de robô pode agarrar componentes pesados e ser tão eficaz quanto segurar um único parafuso. "Nós, seres humanos, somos o melhor modelo para isso", diz Teiwes.

"Para programar robôs, você precisa de uma boa imaginação e muita paciência", diz ele. Os desenvolvedores de software também precisam ser bons em abstração. "A programação é um processo muito criativo", acrescenta ele.

Teiwes estudou engenharia de sistemas na Universidade de Bremen, um campo que combina elementos de eletrônica, tecnologia da informação, engenharia de produção, engenharia mecânica e engenharia de processo. Ele aprofundou seu conhecimento de HRC no Centro Alemão de Pesquisa de Inteligência Artificial (DFKI). "Rapidamente percebi que queria me especializar em robótica", diz ele. Ele foi especialmente atraído pela interface entre software e hardware.

“É fascinante quando programas simples de robótica podem levar a ações altamente complexas”, observa ele.

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Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet, uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

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Muitas pessoas gostariam de conhecer como um caminhão ou ônibus é fabricado. Faz parte do nosso trabalho acompanhar muitas linhas de produção e conhecer de perto os detalhes do processo. Então, hoje você terá o primeiro contato com uma linha de produção de caminhões e ônibus.

Se você pensa que o lugar onde o caminhão nasce é sujo, barulhento, esfumaçado, com óleo e graxa por todo lado, errou feio. A fábrica da Scania em São Bernardo do Campo (SP) é tão limpa que os 3.700 funcionários trabalham com camisas impecavelmente brancas.

As únicas marcas no chão são as que guiam os robôs que levam as peças às estações de trabalho, o barulho mais alto é o ronco do teste dos motores e o único cheiro é o de carro novo.

A produção se divide em quatro fábricas: motores, transmissões, cabinas e chassis.

Motores

O coração do caminhão nasce aqui. As peças principais são usinadas na primeira parte da fábrica; na sequência, os motores são montados em um ambiente que retém as impurezas do ar. Por fim, todos os motores são testados por 20 minutos - e a energia gerada pelos dinamômetros serve para iluminar a fábrica.

 

Transmissão

Aqui são fabricados os diferenciais, os eixos e as caixas de câmbio. Tudo é feito de maneira sequenciada, o que significa que as peças certas vão se encontrar para criar o caminhão do jeito que o cliente pediu.

 

Cabinas

Tudo começa com a soldagem das chapas. A estrutura é construída por robôs e recebe duas pinturas: prime e top coat. A última fase é a do acabamento, que monta os revestimentos, componentes eletrônicos, bancos, cabos e vidros.

 

Chassis

Os chassis entram na fábrica de cabeça para baixo para facilitar a instalação das suspensões e dos suportes para as demais peças. Em seguida, chegam os eixos, o conjunto de motor e caixa de câmbio e, por fim, a cabina.

 

AGVs

A maior parte das peças utilizadas na fábrica é transportada por AGVs (veículos guiados automaticamente, na sigla em inglês). São robôs que se orientam por marcações no chão da fábrica graças a um laser.

 

Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet, uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

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A coluna Mecânica Online abre espaço para um assunto sempre atual: a segurança no trânsito. Não há como falarmos de carros, mecânica, tecnologia, inovação, se não falarmos dos personagens mais importante nesse cenário: as pessoas.

Os números são assustadores, com quatro crianças mortas por dia vítimas do trânsito; mais de 6,9 mil pedestres mortos em um ano; mais de 12 mil motociclistas sofrem acidentes todo ano; a cada minuto uma vítima fica sequelada no trânsito; 1,3 mil ciclistas morrem todo ano e 105 pessoas por dia se tornam vítimas fatais no Brasil.

É preciso que toda a sociedade participe de um novo momento, de uma luta por educação, por um trânsito que valorize mais as pessoas. É por isso que surge todo mês de maio, desde 2014, o Movimento Maio Amarelo que tem proposta única: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

Crianças - Os acidentes que mais matam crianças no país são queda, afogamento, sufocação, queimadura, envenenamento e trânsito. De todos, o trânsito é o maior ofensor.

De acordo com dados da ONG Criança Segura, entre 2014 e 2015, houve uma diminuição desses casos e os óbitos passaram de 1.654 para 1.389 - o que representa uma redução de 16%.  No entanto, apesar desta redução, os sinistros em ruas, estradas e rodovias ainda são o tipo de acidente que mais provoca mortes acidentais de crianças até 14 anos no Brasil.

As estatísticas, altas e assustadoras, podem ser revertidas com mais consciência, respeito às leis de trânsito e educação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou sobre os cinco principais fatores que causam acidentes de trânsito: excesso de velocidade, associação de bebida alcoólica e direção, a falta de uso de capacete, cinto de segurança e equipamento de retenção de crianças.

A opinião de Renato Campes Trini, gerente técnico da Organização Nacional de Segurança Viária (ONSV), corrobora com isso. Ele afirma que o transporte de crianças de forma negligente é a principal causa dos acidentes com esse público.

Apesar da resolução Nº 277 do Conselho Nacional de Trânsito (COTRAN), conhecida como Lei da Cadeirinha, publicada em maio de 2008, os pais e responsáveis muitas vezes não respeitam as condições mínimas de segurança para o transporte de passageiros com idade inferior a dez anos.

“Os pais precisam tomar atitudes preventivas, usar os equipamentos de segurança e contribuir para salvar vidas. Quando saímos nas ruas, é fácil flagrar crianças soltas no carro e até com a cabeça para fora dos veículos”, diz Trini.

Campanha 

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, tem como um de seus pilares a preocupação constante com a segurança no trânsito. Para esse ano a Anfavea apresenta sua nova campanha de segurança. Em parceria com o Observatório Nacional de Segurança Viária e utilizando o tema “Nós somos o trânsito”, conforme Resolução Nº 722/2018 do CONTRAN. O objetivo é um só: conscientizar a sociedade para reduzir o número de acidentes de trânsito no Brasil.

De que o trânsito é feito? De pessoas. Essa é a mensagem que a campanha traz ao público. Por meio de placas de trânsito, as peças mostram que os símbolos ali expostos estão sempre relacionados com pessoas. Mostra ainda que quem é responsável pela redução dos acidentes somos nós, os cidadãos. Nós somos o trânsito.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, é essencial conscientizar toda população da importância de nossas atitudes quando estamos ao volante: “Muitas vezes não nos damos conta de que nós somos os condutores da vida no trânsito. Não percebemos como nossas ações podem ser cruciais para que um acidente não ocorra. A campanha tem este objetivo. Temos que deixar claro que enquanto não repensarmos nosso papel como motoristas, estas imprudências e sequelas não diminuirão”.

Segundo dados do Departamento de Informática do SUS, Datasus, mais de 38 mil pessoas são vítimas fatais do trânsito todo ano no Brasil.

O diretor-presidente do Observatório, José Aurélio Ramalho, lembra que cada um pode fazer sua parte para um trânsito mais seguro: “Uma pessoa morre a cada 12 minutos em acidentes de trânsito no Brasil. Essa é uma triste estatística que precisamos mudar. São muitas vidas perdidas e afetadas por um acidente de trânsito. Isso sem contar os milhares de sequelados que impactam negativamente, não somente a sua vida pessoal, mas a de familiares e amigos. São muitos aspectos negativos para quem se envolve num acidente. Se cada um fizer a sua parte por um trânsito mais seguro, poderemos reverter esse triste quadro”.

Agora é a minha vez, a sua vez. Vamos buscar um trânsito mais seguro para todos nós. Quando viajamos e chegamos em lugares onde as pessoas são respeitadas achamos tão bonito. Vamos colocar essa prática em nosso dia-a-dia. Precisamos valorizar as pessoas, pois o trânsito, somos todos nós.

Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet, uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

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