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A 10ª geração do esportivo Civic Si evoluiu. E a evolução está logo no visual e, especialmente, sob o capô com o apimentado motor 1,.5 turbinado de 208 cavalos, auxiliado pelo câmbio manual de seis marchas. Produzido em Ontário (Canadá), o Civic Si “transpira” esportividade. Sua traseira, digamos assim, é mais bonita que o carro inteiro, com um aerofólio radical na parte alta da tampa do porta-malas e escapamento com saída dupla na parte baixa dos para-choques. O jornalista Roberto Nunes testou o modelo numa ação realizada pela Honda em Salvador. De lá, ele compartilha com os leitores da Sobre Rodas.

Carro mais vendido da Ford nos últimos três anos no Brasil, o Ka chega com novidades. A Ford reforçou o pacote de equipamentos e incorporou uma mecânica mais ajustada com o motor 1.5 Dragon, de 3 cilindros, e câmbio automático de seis velocidades nas carrocerias hatch e sedã. Agora, são 10 configurações do Ka hatch e mais oito do Ka sedã. A família do compacto Ka tem opções para todos os gostos, destacando a topo da gama Titanium e inédita aventureira Freestyle. O jornalista, Roberto Nunes, viajou até Gramado (RS) para conhecer o novo Ka e traz todas as novidades. 

Primeiro dos sedãs-médios compactos, o City nunca ganhou tanto destaque desde seu lançamento em 2009 no Brasil. Projeto derivado do Fit, o sedã da marca japonesa Honda agora enfrenta rivais fortes e recém-lançados, como o Toyota Yaris, Volkswagen Virtus e Fiat Cronos.  Test-drive feito pelo jornalista Roberto Nunes.

O jornalista Roberto Nunes pilotou o Mustang em Salvador, na Bahia, e de lá, conta todos os detalhes.

O Mustang é um ícone em todo mundo. Referência de carros esportivos nos Estados Unidos, o modelo da Ford desembarcou com força total no Brasil. O Mustang GT Premium é o exemplo de um esportivo cultuado e desejado: sob o capô o potente motor V8 5.0 com seus 466 cavalos e torque máximo de 56,7 kgfm, auxiliado pelo novíssimo câmbio automático de 10 velocidades, com opção de trocas por aletas atrás do volante.

Chinesa com carros montados no Uruguai, a Lifan iniciou uma nova fase no Brasil. Depois do sucesso do SUV compacto X60, a fabricante chinesa mira agora os consumidores do segmento premium com o SUV Full Size X80. O modelo foi apresentado para a imprensa em Campos do Jordão, serra paulista. O jornalista Roberto Nunes participou do evento e traz todas as novidades. 

A convite da montadora Toyota do Brasil o jornalista Roberto Nunes participou na sexta-feira (8), em São Paulo, do lançamento e dia de test-drive no Yaris. De lá, ele traz todas as informações do Yaris, a nova aposta da montadora para o mercado brasileiro. Confira a reportagem.  

Mais um balanco mensal de vendas de veículos, mais um mês de liderança do Chevrolet Onix.

O hatch da GM emplacou 15 mil unidades em maio e segue tranquilo no primeiro lugar no acumulado do ano, enquanto Ford Ka e Hyundai HB20 continuam sua acirrada disputa pelos dois postos seguintes.

Mas, afinal, o que faz do Onix um carro tão popular?

Espera-se que o carro mais vendido do País esteja entre os mais baratos, como foi o Gol por 27 anos e o Palio em 2014. Não é o que acontece hoje. O Onix até oferece a versão Joy, de entrada, por cerca de R$ 43 mil, mas certamente não é a mais vendida da gama.

Não desgosto do carro, mas existem inúmeras opções no segmento de compactos na mesma faixa de preço – como os já citados Ka e HB20, Fiat Argo e o recém lançado VW Polo – e mais baratas, como VW up! e, agora, Renault Kwid. Isso sem contar o bom e velho Gol.

Ok, Argo, Kwid e Polo têm pouco tempo de mercado, mas os outros não. 

Beleza põe mesa

Conversei com oito proprietários de Onix no intuito de compreender a preferência e adivinha qual atributo do carro foi apontado como motivo de compra pela maioria? Se você respondeu "o design" acertou. O Onix é um carro bonito e isso fez toda a diferença para cinco das pessoas com quem conversei.

Beleza é relativo, claro, mas o hatch da GM realmente tem um desenho interessante, talvez só HB20 se equipare em beleza no segmento (embora já mereça uma renovação).

Metade dos meus entrevistados já tiveram outros carros da Chevrolet, mas todos eles pesquisaram veículos de outras marcas antes da compra, dentre os citados: up!, VW Fox, HB20, Honda Fit, Citroën C3, Ford Fiesta, Renault Sandero e Fiat Siena.

Cinco dos oito entrevistados não sabiam que o Onix havia zerado no teste de segurança do LatinNCap em 2017, o que é bastante relevante e só reforça a ideia de que segurança não vende no Brasil (lembrando que, depois disso, o modelo recebeu reforços na segurança e conquistou 3 estrelas no mesmo teste).

Depois do design, “A qualidade dos materiais utilizados” e “O preço” foram os motivos de compra mais apontados pelos proprietários. “Condições de pagamento” também teve citações.

Panorama

Vejamos: o Gol perdeu a liderança de mercado após a aposentadoria do G4, em 2014. No mesmo ano, a VW lançou o up! com esperanças de que ele assumisse o posto, o que não aconteceu por inúmeros motivos. Do lado da Ford, surgia o novo Ka (realmente novo!). Também em 2014 a Fiat aposentava o Uno Mille e seguia com o Novo Uno, lançado em 2010, e o Palio, aposentado agora, em 2018.

Resumindo, quando falamos em carros de entrada e compactos, em 2015, quando o Onix tornou-se líder, as quatro maiores montadoras do mercado brasileiro ofereciam como opções up!, Gol, novo Ka, Palio, novo Uno e Onix. O HB20 também estava no páreo desde 2012, mas foquemos apenas nas quatro maiores.

O Onix chegou em 2012 com dois grandes diferenciais no segmento: sistema multimídia MyLink e transmissão automática de 6 marchas. Ficou fácil superar os antigos de mercado, uma vez que conectividade conta muito na escolha de compra. Foram apenas dois anos até alcançar a liderança, pouco tempo, mas foi fácil diante do panorama.

Agora, com Polo e Kwid em jogo, pode ser que a vida do Onix comece a se complicar. Será?

Em um universo povoado por fake news, ânimos exaltados e descontentamento se desenrolam os próximos passos do movimento dos caminhoneiros. A greve que paralisou o País por 11 dias e, para o governo, terminou oficialmente ontem (31) - com a desocupação do porto de Santos - ainda está latente nas redes sociais. Pelo whatsapp e Facebook, autônomos estão sendo chamados a seguirem para Brasília para apresentar o que seriam as reais reivindicações da categoria.

Em vídeo que circula hoje (1), Wallace Landim, conhecido como Chorão e como um dos grandes representantes da categoria, reforça o chamado para que o maior número de caminhoneiros estejam no DF até domingo (3). O objetivo é conseguir uma audiência com deputados ou com o presidente Michel Temer.

"A concentração vai ser domingo, no Mané Garrincha, pra segunda-feira a gente conseguir montar uma comissão com um representante de cada Estado, para a gente pleitear uma conversa com o Governo". O próprio líder alerta para a circulação das fake news.

"Estão colocando 'fake' no meu nome, estão colocando áudio, eu quero dizer pra você acompanhar os vídeos que eu estou fazendo", alerta.

Outro vídeo mostra alguns caminhões da região já parados em frente ao estádio Mané Garrincha, escolhido como ponto de concentração. A pauta a ser apresentada agora inclui mais redução no preço do óleo diesel (cerca de R$ 1) mas também nos valores da gasolina, etanol e gás de cozinha.

 

Paralisação total

Áudios e textos com avisos de "atenção" sobre nova paralisação total a partir de segunda-feira circulam pelo whatsapp. Orientam, inclusive, a população a estocar combustível e comida. Vídeos mostram que Brasília estaria "tomada" por caminhões desde ontem, o que consegui desmentir com amigos e parentes moradores da Capital Federal.

Mas há dúvidas sobre a adesão a essa nova greve - ou nova etapa da mesma greve a partir de segunda. No mesmo vídeo citado acima, Chorão diz que uma nova paralisação será avaliada na segunda, após tentativa de encontro com o governo.

"Segunda-feira, se não tiver uma conversa com o governo, nós, toda a categoria, vamos decidir o que vai ser. Se a categoria decidir que de segunda pra terça a gente paralisa, a gente vai paralisar de novo".

Opiniões

Dois caminhoneiros autônomos da região me disseram ontem que prefeririam aguardar os efeitos das medidas anunciadas pelo governo antes de nova paralisação. Ambos pediram para não ser identificados.

"Só perdemos tempo a respeito dessa (greve) que acabou ontem, eu acho que precisamos ver se as promessas irão ser atendidas e se não forem, daqui um ou dois meses, daí sim, organizar outra, não já", avalia um deles.

"Aviso" que circula nas redes sociais

Repercussão

Não há quem não esteja comentando sobre a possível nova greve segunda-feira. Em Londrina é voz corrente, inclusive entre os frentistas dos postos nos quais passei. Populares que apoiam a categoria, ou que enxergam no movimento uma possibilidade de mudança maior no País, também reforçam o desejo de continuidade dos protestos.

 

Uma aposta: Chorão é influente entre a categoria, por isso, se houver paralisação na segunda será com pouca adesão. A maior parte dos caminhoneiros deve aguardar o resultado de mais esta investida do representante em Brasília. Veremos como agirá o senhor Michel Temer.

Meu carro entrou na reserva na última sexta-feira. Os postos de Londrina, como os de milhares de outras cidades do País, estão sem combustíveis desde quinta-feira passada, por isso, eu e meu marido estamos calculando rigorosamente os quilômetros rodados para evitar uma pane seca (quando o carro para por falta de combustível – aliás, passível de multa).

Em Foz do Iguaçu não é diferente, não há combustível para contar história. Toda essa “secura” é fruto da greve nacional dos caminhoneiros, que entra hoje no oitavo dia.

Mas aí fica a dúvida: quando o carro entra na reserva, quanto ainda posso rodar? Em caso emergência, posso abastecer com álcool comprado na farmácia? Usar a “banguela” é recomendado?

Para esclarecer tudo isso procurei um especialista, o coordenador do curso Técnico em Mecânica Automotiva do Senai Londrina, Edison Bonifácio. Confira entrevista abaixo e se tiver mais dúvidas, mande para a gente!

Rodar com o carro na reserva pode causar algum dano ao motor do carro?

A bomba de combustível dos veículos modernos é tocada por um motor elétrico que é arrefecido pelo próprio combustível, então quanto mais baixo for o nível no tanque menor é o arrefecimento da bomba, por isso não se recomenda rodar com o tanque muito baixo porque pode causar o aquecimento e a queima da bomba.

Uma imagem que ninguém quer ver nesses dias…

 

Existe um limite padrão na reserva dos carros? 

O volume da reserva varia de acordo com o volume total do tanque, podendo ser em torno de 5 a 7 litros para os veículos mais comuns. Este valor está registrado no manual do veículo. Quando o veículo entra na reserva o proprietário deve fazer um cálculo, levando em consideração a quantidade de combustível que tem na reserva do seu tanque multiplicado pelo consumo/litro, ou seja, se o veículo faz 10 km por litro e tem 5 litros na reserva do seu tanque, então multiplica-se 5 x 10 = 50 km, que é o máximo que ele poderá rodar. Mas é sempre importante levar em consideração uma margem de segurança, pois mudando o trajeto e a forma de dirigir alterará também o consumo, podendo acabar um pouco antes do valor calculado.

Em caso de emergência, pode-se usar álcool de farmácia para abastecer o carro?

Diante da crise e do desespero muitas pessoas estão procurando alternativas para o abastecimento de seus veículos, como, por exemplo, usar óleo de cozinha para os veículos diesel, pinga ou cachaça para os veículos a etanol ou até mesmo álcool de farmácia. A princípio o motor pode funcionar com esses produtos, mas com certeza trarão consequências para os componentes mecânicos, pois estes produtos não são adequados ao funcionamento do motor, pois contêm água e outras substâncias que podem agredir os componentes, causando danos como entupimento de filtros e bombas, desgaste prematuro de bombas e válvulas injetoras (bicos), oxidação dos componentes metálicos em contato com o combustível, etc.

Usar a “banguela” (deixar o carro no ponto morto na descida) é indicado para economizar combustível?

Pelo contrário! Neste momento, e em nenhum outro, o motorista deve usar a “banguela”, pois o veículo consome como se tivesse parado em marcha lenta, o motor funciona normalmente, enquanto que usando o “freio motor” (que é quando o motorista retira o pé do acelerador e deixa o veículo engatado) o motor não consome nada, pois o sistema de injeção percebe que a rotação do motor está elevada mas o pedal do acelerador não está sendo acionado. Neste momento o sistema de gerenciamento “corta” totalmente a injeção nas válvulas injetoras e o veículo não consome. Além de também diminuir o desgaste do sistema de freios, que é menos utilizado quando usado o freio motor.

Para quem estocou combustível em galão, que cuidados deve ter na hora de abastecer o próprio carro?

Primeiramente, a pessoa tem que tomar o cuidado de estocar o combustível em um galão apropriado para esse fim, pois um galão comum pode causar vazamento e pôr em risco a saúde e a vida das pessoas. O cuidado deverá ser tomado desde o início, ou seja, transportar de forma segura, estocar em lugar ventilado longe da residência e em tambores apropriados longe de altas temperaturas.

 

Deve-se ter muito cuidado ao abastecer o veículo sozinho

 

Na hora de colocar esse combustível no veículo tomar bastante cuidado com a limpeza do bocal do tanque, do funil ou mangueira que será utilizado para transportar o combustível do galão para o tanque, cuidar para que esse combustível não entre em contato com a pele, com os olhos e com o organismo. Cuidado também para não derramar no veículo pois poderá causar manchas no verniz ou na pintura. Ah, também é bom ressaltar o risco de incêndio, caso o combustível seja manipulado sem o devido cuidado!

Em caso de pane seca, como o motorista deve proceder?

Eu aconselho o motorista a cuidar para que a pane seca não ocorra, mas não conseguindo evitar, é aconselhável não insistir na partida. Procure o local mais seguro possível e pare imediatamente o veículo. Providencie combustível ou busque apoio de um guincho ou uma plataforma para rebocar o seu veículo até um lugar seguro. Ao tentar funcionar o veículo com várias partidas a bomba de combustível funcionará sem lubrificação o que causará a queima da mesma.

Em caso de queima da bomba, ela precisará ser trocada, correto? É uma peça cara?

Sim, deve ser trocada. É um serviço que demanda em torno de 1 a 2 horas para ser feito e, na maioria das vezes, dá para trocar apenas o “reparo” ou trocar a bomba toda, cujo custo varia entre R$ 200 e R$ 700 para os veículos mais comuns.