O Aedes aegypti, tão conhecido como transmissor da dengue, não é um bichinho novo no país. Há anos autoridades de saúde estudam e trabalham para exterminá-lo, mas ao invés de reduzir sua infestação, ele tem ganhado força, para não dizer que está vencendo a batalha contra os humanos. Antes, só aparecia no verão e proliferava-se em água suja. Hoje, está presente o ano todo e procria em água limpa.

A dengue já não é a doença mais perigosa causada pelo Aedes, embora mate. Hoje, o mosquito listradinho precisa ser exterminado por causar a chikungunya e transmitir o zika vírus. Este último talvez provoque a doença mais leve, porém pode deixar sequelas para o resto da vida, sobretudo em bebês.

Médicos, estudiosos e cientistas buscam alternativas para eliminar o mosquito e desenvolver vacinas contra as doenças transmitidas pela fêmea do Aedes. Se antes a preocupação com o zika vírus era apenas em mulheres grávidas, agora isso mudou, pois já é uma doença sexualmente transmissível.

De tempos em tempos surge uma praga. Já foi a gripe suína, gripe A, ebola e poliomielite. Atualmente a epidemia vem do listradinho. A solução para exterminar de vez o mosquito que mudará a história do Brasil é a união. Crianças, homens e mulheres precisam ficar atentos. Nada de criadouros. Os pneus dos carros, que tanto amamos, são um deles. Mas também há vasos de plantas, tampinhas de refrigerantes, piscinas...

Por que mudar o Brasil? A taxa de natalidade deve reduzir-se, pois quem planeja ter filhos vai pensar várias vezes, e muitas crianças nascidas nos próximos meses terão a microcefalia, sequela deixada pelo zika vírus.

Outro detalhe é a queda no turismo. O Brasil e Foz do Iguaçu vinham superando-se, recebendo mais turistas ano a ano. O que acontecerá nos próximos meses? Quem virá ao Brasil? E dentro do país, quem sairá de sua casa para visitar outros estados onde a incidência do mosquito é maior?

Vamos nos cuidar! Vamos nos unir! Vamos acabar com o Aedes!

 

O aumento do valor do combustível e a necessidade de cuidar do meio ambiente estão incentivando as montadoras a, cada vez mais, apresentar automóveis movidos a eletricidade. Embora em alguns países circular com carros elétricos seja comum, no Brasil ainda é muito raro, a não ser em Foz do Iguaçu, onde a Usina de Itaipu mantém uma frota de 55 veículos elétricos. Na Noruega, por exemplo, só no primeiro trimestre de 2015 foram comercializados 8.112 veículos verdes, quase um quarto do total de vendas. 

Outubro é o mês de conscientização sobre o câncer de mama, a doença que mais mata mulheres em todo o mundo – cerca de 500 mil mortes todos os anos. No Brasil, mais de 14 mil mulheres perdem a vida anualmente pelo câncer de mama.

De 7 a 23 de agosto, homens, mulheres e crianças poderão fazer uma viagem ao passado e dar um pulinho no futuro, por meio do mundo automotivo, durante a exposição “Do Passado ao Futuro”, organizada pela Revista Sobre Rodas, com o apoio da RIC TV Record, no Cataratas JL Shopping.

A Sobre Rodas completa em julho 4 anos. Foram 49 edições repletas de matérias sobre os lançamentos do mundo automotivo, histórias de pessoas amam viajar sobre rodas, sejam elas quatro ou duas. Também entrevistas com personalidades e apaixonados por veículos antigos, como nesta edição você encontra uma entrevista com o Sr. Celso Ramos Maciel.