Equipe Renault Sport de Fórmula 1 partiu para o ataque durante o primeiríssimo Grande Prêmio da Europa disputado no circuito urbano de Baku. As diferentes estratégias utilizadas produziram resultados semelhantes, com o 14º lugar para Kevin Magnussen, que largou dos boxes e fez apenas uma parada, e um lugar à frente para Jolyon Palmer, que fez duas paradas.

Após ter sido feita a troca da caixa de câmbio e regulagens no monoposto, Kevin largou da reta dos boxes, com um conjunto de pneus supermacios novos (vermelhos). Na volta de número seis, ele mudou para macios (amarelos), que foram mantidos até o término das 51 voltas.

Jolyon largou da 21ª fileira, com pneus supermacios novos, passando para macios novos na 11ª volta, antes de mudar para supermacios novos na volta de número 31.

Kevin Magnussen - R.S.16-01 n° 20 – Largada: 22º – Chegada: 14º.

“Acho que foi uma boa corrida em relação ao resultado que conseguimos. Fui quase o último classificado, larguei dos boxes e terminei em 14º. Nada mal. Aprendemos sobre o carro em situações de regulagem extrema, o que é uma boa coisa, mas a principal lição que levamos deste fim de semana é a forma como a equipe soube manter o sangue frio e se manter positiva.  São todos campeões, que já conquistaram vários títulos mundiais, por isso foi muito difícil para eles terem se classificado na penúltima posição. Mas, mesmo assim, eles mantiveram o ânimo”.

Jolyon Palmer - R.S.16-02 n°30 – Largada: 21º – Chegada: 15º.

“Novamente mostramos que nosso ritmo na corrida é bem melhor do que nos treinos classificatórios, e isso é muito bom! Um dos meus pneus macios foi parar literalmente no chão e, por isso, tive que trocar o conjunto, mas o ritmo foi muito bom até então. Os supermacios tiveram um bom comportamento também, mas ficou mais difícil recuperar o tempo perdido nos boxes. Junto com o erro cometido na largada, isso meio que definiu minha corrida. Esta é uma pista bem agradável de pilotar e é uma pena que não tenhamos tido o carro em condições para isso hoje”.

Frédéric Vasseur, Diretor de Competições

“Tendo em vista nossas posições na largada, foi um bom resultado. Os dois pilotos se mantiveram concentrados e conscientes da situação, para fazer o melhor possível. No sábado, alteramos as regulagens e a caixa de câmbio do Kevin, o que fez com que ele largasse da reta dos boxes. Por isso, definimos para ele a estratégia de uma parada e ele soube gerenciar a corrida de forma inteligente em função disso. Já Jolyon também largou com uma estratégia de uma parada em mente, mas tivemos que pará-lo novamente depois de um pneu murcho, mas também para que ele tentasse melhorar sua posição no final da corrida. O resultado de hoje demonstra a tenacidade da equipe. Independentemente da situação, não vamos abandonar e vamos continuar lutando incansavelmente”.

Fonte: Assessoria

Foto: Alexandre Marchetti

Atleta revelado pelo projeto social Meninos do Lago, Felipe Borges, de 22 anos, vai representar Foz do Iguaçu nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Ele é o único iguaçuense classificado para a Olímpiada. O Meninos do Lago é uma parceria da Itaipu Binacional e Confederação Brasileira de Canoagem, com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e General Electric (GE).

A conquista da vaga olímpica veio na Canoa Masculino Individual (C1) e foi confirmada nesta sexta-feira (17), na terceira etapa da Copa do Mundo de Canoagem Slalom, na França. Com bons resultados obtidos nas duas etapas anteriores, Felipe já tinha pontos suficientes para a classificação e precisava apenas entrar na água e cumprir tabela.

Da França, Felipe não escondeu a emoção. “Sempre foi um sonho conseguir uma vaga olímpica”, disse. “Só tenho a agradecer ao Projeto Meninos do Lago e à Itaipu, pelo apoio desde o início, e agora também ao BNDES e à GE por estarem conosco. É uma felicidade enorme representar Foz do Iguaçu nos Jogos.”

Felipe desembarca na semana que vem em Foz, onde está sendo preparada uma recepção para o atleta. No dia 30, ele desfilará com a tocha olímpica pela cidade.

Repercussão

O diretor-geral brasileiro da Itaipu, Jorge Samek, comemorou comentando a importância da socialização pelo esporte. “Quando fizemos essa parceria, não imaginávamos que seis anos depois nossa região estaria representada na Olimpíada, onde estão sempre os melhores do mundo. Saber que um filho da terra, criado nas barrancas dos rios Iguaçu e Paraná, estará lá é uma grande satisfação.”

Samek parabenizou todos os envolvidos na preparação do atleta. “Quero parabenizar todos os professores, a equipe da Canoagem Brasileira, todos seus colegas e os centenas de jovens do Projeto Meninos do Lago, que estão aprendendo e estudando. Que o exemplo do Felipe de superação seja inspirador para os demais atletas.”

Para o presidente da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), João Tomasini Schwertner, a conquista de Felipe Borges é uma comprovação de que investir no social por meio do esporte pode render atletas e jovens promissores. Tomasini reforçou outro caráter do projeto. “Não temos como foco somente formar atletas olímpicos, mas sim transformar a vida de jovens e crianças.”

Disputa acirrada

Entre todas as categorias da canoagem slalom, a disputa na C1 Masculino foi a mais acirrada. Felipe tinha um concorrente de peso, Leonardo Curcel, que tem uma trajetória de vida parecida com a de Felipe. Os dois têm a mesma idade, foram revelados pelo Meninos do Lago e há anos disputam o primeiro lugar nacional na categoria. Faltava definir a vaga mais importante. Enquanto Felipe garantiu sua participação nos jogos pan-americanos e uma medalha de bronze, Leonardo desbancou o conterrâneo e se classificou para o evento teste que aconteceu em novembro passado.

A boa performance de Charles Corrêa, de Piraju, interior de São Paulo, acirrou ainda mais a competição. Felipe foi melhor e garantiu vaga na seletiva nacional, em abril. Só que na primeira etapa da Copa do Mundo, em Ivrea, na Itália, cometeu alguns erros e viu Charles Corrêa colar na disputa pela vaga. Em La Seu d’Urgell, na Espanha, durante a segunda etapa da competição, Felipe conseguiu desbancar Leonardo e Charles. Com o bom resultado, precisava apenas garantir a participação na terceira etapa. “Eu vi de perto que poderia perder, mas voltei a ter foco total.” E deu certo.

De hiperativo a concentrado

Felipe sempre foi muito hiperativo na infância. A mãe do atleta, Isolde Borges, vislumbrou no esporte uma oportunidade para o filho gastar energia e ter mais concentração. Antes de se decidir pela atividade esportiva que o consagrou, Felipe tentou várias modalidades, como vôlei e xadrez, entre outras.

A primeira paixão foi o caiaque polo, uma prévia do que viria ser o Meninos do Lago. Na época, a atividade era praticada no antigo Caic do Morumbi, hoje Escola Municipal Irio Manganelli. “Foi neste projeto que nasceu o Meninos do Lago, ainda em 2009. Com a autorização do uso do Canal Itaipu para o esporte, começamos a trabalhar com a canoagem slalom”, relembra Argos Gonçalves Dias Rodrigues, superintendente da CBCa.

Das piscinas tranquilas para as corredeiras agitadas na usina, Felipe viu na canoagem slalom o desafio que se encaixava no seu perfil. O primeiro treinador, Antônio Alves dos Santos, lembra do antigo pupilo como um garoto esperto, de muita flexibilidade e foco. “Ele sempre chegava no horário, nunca deu trabalho”, comenta Toninho.

Consagração

Os resultados vieram em seguida. Em 2010, Felipe ganhou sua primeira competição, na segunda etapa da Copa Brasil, em Primavera do Leste (MT). Em 2015 veio a consagração profissional, com dois bronzes, um nos jogos pan-americanos, no Canadá, e outro no Mundial Sub-23, em Foz do Iguaçu.

Projeto de sucesso

Felipe Borges é um exemplo de sucesso de uma ação inovadora na Canoagem Brasileira, que alinha esporte, estudos e resultados. Pelo projeto social Meninos do Lago já passaram mais de 500 jovens carentes de Foz do Iguaçu. Ao longo do tempo, o projeto – que usa a estrutura do Canal Itaipu, dentro da usina, para treinar – se consagrou por revelar grandes talentos.

Para Valdecir Fernandes da Cruz, presidente da Federação Paranaense de Canoagem, o objetivo está sendo alcançado. Hoje, metade da equipe permanente de canoagem slalom é formada por ex-integrantes do Meninos do Lago. A Fepacan iniciou os trabalhos do projeto, que depois foi abraçado pela Confederação Brasileira de Canoagem, Itaipu, BNDES e GE.

Ana Sátila

A conquista de Felipe não foi a primeira comemorada em Foz do Iguaçu. No início do ano, a mineira Ana Sátila já havia garantido a vaga no K1 Feminino. Campeã mundial júnior em 2014, vice-campeã mundial Sub 23 em 2015, medalhista de ouro nos Jogos Pan-americanos 2015 e uma das favoritas ao pódio nos Jogos Olímpicos Rio 2016, a atleta é federada pelo Instituto Meninos do Lago (Imel).

A entidade foi fundada em 2011 para representar os atletas do projeto homônimo e canoístas de Foz do Iguaçu – inclusive os integrantes da seleção brasileira permanente, que tem sede na cidade – em competições nacionais e internacionais. O instituto se consolidou como a principal escola de canoagem slalom do Brasil e vem dominando o Ranking Nacional da Confederação Brasileira desde 2010. A exemplo do projeto, o Imel também tem o apoio da Itaipu.

Fonte: Assessoria

A nona edição da Meia Maratona das Cataratas foi uma verdadeira celebração à natureza no Parque Nacional do Iguaçu. A prova foi realizada em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, com a participação de 1.700 corredores. A corrida, que é uma das mais belas do Brasil e do mundo, contou com atletas de todos os estados brasileiros e países vizinhos que desafiaram os 21 km de subidas e descidas em um Patrimônio Natural da Humanidade.

Para os corredores, a prova foi de superação, emoção, excelente organização e muita adrenalina. De acordo com o campeão geral masculino, Orlando Elizeche, a natureza colaborou no seu resultado. “Correr aqui é excelente. O lugar é fantástico, e a prova é bem organizada. E neste ano, o clima fresco ajudou a baixar meu tempo”, afirmou o paraguaio, que concluiu o percurso com o tempo de 1 hora, 12 minutos e 21 segundos.

Já no feminino, a vencedora foi a iguaçuense Nilma Rezende, que faturou o primeiro lugar com o tempo de 1 hora, 31 minutos e 9 segundos. “É uma alegria muito grande ganhar numa prova tão especial, uma das provas mais lindas e, ainda, em casa. Essa vitória é de todos que me apoiam. Gratidão e satisfação são as palavras que resumem meus sentimentos em relação a esta conquista. Parabéns pela excelente organização, pelo carinho e atenção com cada atleta”, disse a ganhadora.

Segundo Ivan Baptiston, chefe do Parque Nacional do Iguaçu, comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente na mesma data da Meia Maratona das Cataratas foi fantástico. “Tem a ver com o que queremos para o nosso futuro. Tem a ver com as mudanças de comportamento que precisamos tanto. Ano a ano vamos construir maior valorização de nossos parques, de nossas áreas naturais e ampliar esta relação de atividades que buscam a qualidade de vida com conservação da natureza”, avaliou.

Gilmar Piolla, superintendente de Comunicação Social da Itaipu Binacional, comentou sobre o novo conceito da corrida. “As pessoas vieram para correr em um cenário único do mundo. A prova, a partir desta edição, ficou ainda mais ecológica e turística. Os corredores aprovaram e gostaram do conceito. Em breve as pessoas terão que fazer fila para participar das próximas edições, junto com as comemorações da Semana de Meio Ambiente”, afirmou.

Para Bruno Marques, presidente do Grupo Cataratas, a avaliação é de sucesso. “Cumprimos com a nossa missão de fazer da Meia Maratona das Cataratas uma celebração da natureza na Semana de Meio Ambiente do Parque Nacional do Iguaçu. Foi um evento magnífico, e todos os nossos esforços foram recompensados pela alegria de termos proporcionado um momento inesquecível na vida de tantas pessoas. Queremos agradecer e compartilhar esse sentimento com todos que nos ajudaram na realização deste evento e de todas as ações voltadas da Semana do Meio Ambiente”, destacou.

 

 

 

 

 

Foto: Nilton Rolin

Uma das provas mais ecológicas e bonitas do Brasil, a 9ª Meia Maratona das Cataratas deve reunir 1.700 atletas neste domingo, 5 de junho, para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente em Foz do Iguaçu.

A partir desta edição, a corrida, realizada no Parque Nacional do Iguaçu, entrará para o calendário fixo da Semana do Meio Ambiente, sempre em junho. O período foi escolhido para marcar o novo conceito da prova. Até o ano passado, o evento ocorria em diferentes datas.

“Queremos que o esportista venha participar não pela premiação, mas pelo prazer de correr num lugar único e integrado à natureza”, disse Gilmar Piolla, superintendente de Comunicação Social de Itaipu. “A Meia Maratona das Cataratas é um evento imprescindível para o esporte e o turismo de Foz do Iguaçu e região”, completou.

Cenário mágico

No Parque, o atleta poderá desfrutar de uma experiência singular junto à área declarada pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade e eleita uma das 7 Novas Maravilhas da Natureza.

A prova se destaca pelo percurso. Os 21 km são percorridos integralmente dentro do Parque Nacional, em meio a uma paisagem de natureza exuberante e que resguarda uma das mais importantes biodiversidades do planeta. Ao atingirem os quilômetros 8 e 9, os corredores se depararão com o espetáculo das Cataratas do Iguaçu. 

Atletas que participaram nas edições anteriores consideram a passagem pelos mirantes das quedas como inesquecível. "Vivi momentos mágicos aqui", disse Ricardo Silva, de Curitiba. Sandra Toazza, do Rio de Janeiro, define o trajeto como "simplesmente fantástico". Já Débora Soeiro, de São Paulo, garante: "Chegar às Cataratas foi de arrepiar".

“É uma oportunidade para os participantes terem maior contato e aproximação com a natureza deste parque, e para promover a valorização dos parques nacionais e da vida selvagem”, disse o chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Ivan Baptiston.

Para Adélio Demeterko, gerente-geral da Cataratas do Iguaçu S.A., “a 9ª Meia Maratona das Cataratas – Prova Dia Mundial do Meio Ambiente será uma grande festa do esporte celebrando a natureza”.

Torcida e visitação

Para a torcida e visitantes, será uma chance de desfrutar do cenário e também de aproveitar as atividades da Semana do Meio Ambiente. Entre as atrações programadas estão uma feira de agricultura familiar com produtores da região e uma exposição fotográfica que retrata a biodiversidade do parque.

Haverá arquibancadas para os torcedores e acompanhantes dos atletas ao lado do antigo portão de acesso ao Parque Nacional. Neste local, a organização irá concentrar apoio médico e fisioterápico, logística, segurança, equipe de apoio e animadores. O acesso será aberto a todos gratuitamente.

Para visitar as Cataratas, o público deverá aguardar o término da corrida. O funcionamento do parque volta ao normal às 11h e vai até as 17h. Das 7h às 11h, a infraestrutura de visitação será aberta somente aos corredores.

 

A primeira grande vitória da Renault acontece já em 1902, com a consagração de Marcel Renault na corrida Paris-Viena. A marca coloca três carros Tipo K e quatro voiturettes para enfrentar potentes adversários, incluindo a Mercedes do Conte Zborowski e o Panhard de Henry Farman. O itinerário passa por caminhos escarpados e sinuosos, bem como uma terrível passagem alpina. O sucesso de Marcel Renault a uma velocidade média de 62,5 km/h marca o nascimento de um competidor extremamente sério em todas as categorias do automobilismo esportivo.

Em 1906, a Renault participa do primeiríssimo Grande Prêmio da história, organizado nos arredores de Le Mans. Com o Tipo AK, dotado de um chassi leve e um motor de quatro cilindros e 12,9 litros, o húngaro Ferenc Szisz vence ao final de mais de 12 horas de corrida, sob um calor insuportável e em uma pista que parecia estar derretendo. Esta vitória contribuirá para aumentar as vendas da marca francesa por vários anos.

Os Anos Loucos e a conquista de recordes

Nos anos 20 e 30, a Renault se concentra nos recordes de velocidade e desenvolve o espetacular Renault 40CV Tipo NM dos Recordes de 1926. Equipado com um motor de 9,0 litros e com um único lugar, uma carroceria cupê aerodinâmica e rodas aparentes, ele termina as 24 horas com uma média de 173 km/h. Um número impressionante para um veículo de produção em série naquela época.

O Nervasport

Nos anos 1930, a Renault produz a gama de veículos Nerva, mantendo sua busca por recordes nas estradas Europeias e Africanas. Com suas curvas inspiradas na aviação e seus 8 cilindros em linha, o Nervasport perde por dois décimos de segundo a vitória no Rali de Monte Carlo de 1932. Mesmo assim, ele vence o Rali de Monte Carlo e a prova Liège-Roma-Liège em 1935, antes de terminar em segundo – atrás da Bugatti – do Rali do Marrocos de 1935.

No circuito de Montlhéry, o carro se mostra ainda mais eficaz. Em abril de 1934, um Nervasport especialmente preparado para a ocasião conquista vários recordes de endurance em todas as categorias. Ele percorre mais de 8.000 km em 48 horas, a uma média de mais de 160 km/h e uma velocidade de ponta que ultrapassa os 200 km/h. Sua carroceria dinâmica influenciará o design dos futuros Renault.

A Estrela Cadente dos anos 1950

Nos anos 50, a Renault volta a mostrar seu espírito pioneiro, tendo novos recordes como objetivo. Concebido após dois anos de testes em túnel de vento, o modelo conhecido como Estrela Cadente coloca suas rodas nos lagos salgados de Bonneville (Utah, Estados Unidos), em setembro de 1956. Ornado com uma espetacular carroceria azul, este veículo fora de série conta com um chassi tubular e dois grandes estabilizadores, parecidos com os de um avião. Sob a carroceria de poliéster se esconde uma turbina ultrapotente, que entrega 270 cv a 28.000 rpm e uma transmissão Transfluide. Remetendo à aeronáutica, o conjunto é alimentado com querosene e não apresenta vibrações, graças à rotação da turbina. A partir de suas primeiras voltas, seu designer Jean Hébert estabelece um novo recorde de velocidade a 308,85 km/h. Uma façanha que até hoje não foi batida!

Em seguida, a Renault se consagra nos ralis. A marca do Losango leva o inovador Dauphine com motor traseiro a participar de várias provas. Ele monopoliza os quatro primeiros lugares das Mille Miglia e conquista a Volta da Córsega de 1956, antes de vencer o legendário Rali de Monte Carlo dois anos mais tarde.

Gordini - O início de tudo

Criador dos carros de corrida que levam o seu nome, Amedeo Gordini desenvolve uma versão radical do Dauphine ao final dos anos 50. A associação Renault-Gordini se revela frutífera e leva à criação dos legendários R8, R12 e R17 Gordini. O R8 Gordini brilha principalmente em ralis, em corridas de montanha e em circuitos. Em 1966, sua imensa popularidade leva a marca a lançar a Copa Renault 8 Gordini, pioneira das fórmulas de promoção.

Em 1971, o motor do Renault 12 Gordini é utilizado nos monopostos do primeiro Campeonato da França de Fórmula Renault. Vários campeões iniciantes iniciam sua carreira na categoria, como Jacques Laffite, Jean Ragnotti, Alain Prost, Sebastian Vettel, Kimi Räikkönen e Lewis Hamilton.

Rapidamente, as instalações da Gordini em Paris se mostram insuficientes para as ambições esportivas da marca. O local escolhido para as novas instalações se situa em Viry-Châtillon. A fábrica é inaugurada em 6 de fevereiro de 1969 e se torna o trampolim dos sucessos futuros.

A Renault se concentra em um primeiro momento em um motor V6 de 2,0 litros, oficialmente revelado em janeiro de 1973. O bloco se revela rapidamente competitivo no famoso Campeonato Europeu de Carros Esportivos de 2.0 litros. A Renault participa em seguida do Campeonato Mundial da FIA de Carros Esportivos e uma versão turbo do motor aparece pela primeira vez.

A Renault Sport é fundada em 1976 e um programa para monopostos é lançado paralelemente neste mesmo ano. Primeira etapa: o Campeonato Europeu de Fórmula 2, com o V6.

Vitória em Le Mans e o início na F1

Os Renault com motor turbo se mostram diabolicamente rápidos no Campeonato Mundial da FIA de Carros Esportivos, com belas séries de pole positions e melhores voltas da corrida. Todos os ingredientes estão reunidos em 1978, quando Didier Pironi e Jean-Pierre Jaussaud conquistam uma vitória histórica nas 24 Horas de Le Mans, enquanto que um segundo Renault termina a prova aos pés do pódio. Após este sucesso retumbante na famosa prova francesa, a Renault pode agora se concentrar na próxima etapa: a Fórmula 1.

Há anos, a utilização de um motor turbo já é autorizada pelo regulamento técnico da categoria, mas ninguém ainda havia ousado utilizá-lo pela primeira vez. Ninguém antes da Renault. A partir de 1976, a montadora francesa lança discretamente seus testes em pista, com uma versão 1,5 litro de seu V6. Várias corridas são programadas para a temporada seguinte.

Propulsionado por seu V6 turbo, o RS01 faz sua estreia no Grande Prêmio da Grã-Bretanha de 1977. Pilotada por Jean-Pierre Jabouille, a “chaleira amarela” não chega a passar pela bandeira quadriculada, mas fica para sempre na memória. Quatro outros Grandes Prêmios acontecem no final daquele ano, permitindo que a Renault acumule uma valiosa experiência. O aprendizado continua durante toda a temporada de 1978, até que Jabouille marca os primeiros pontos da Renault na F1 — os primeiros para um motor turbo — conquistando o quarto lugar do Grande Prêmio dos Estados Unidos. A passagem para o duplo turbo no Grande Prêmio de Mônaco de 1979 representa um progresso tangível. A equipe supera os problemas de tempo de resposta e Jabouille conquista uma primeira vitória histórica em casa, após largar na pole position em Dijon.

Vitórias em Ralis

Em paralelo, a Renault continua nos ralis. A marca conquista o título de Construtores do Campeonato Mundial de Ralis de 1973. Em 1977, Guy Fréquelin é consagrado Campeão da França de Ralis, com o Alpine A310 Grupo 5. O Renault 5 Alpine se torna igualmente famoso, graças a Jean Ragnotti, segundo do Rali de Monte Carlo de 1978, depois vencedor da prova em 1981 e da Volta da Córsega de 1985, com o Renault 5 Turbo.

A Renault se aventura também em rali-raid, como o Paris-Dakar. Participando com estrutura particular, o Renault 20 dos irmãos Marreau vence a edição de 1982 do célebre safari africano.

Na Fórmula 1, o investimento da Renault começa a dar frutos. Em 1983, a Renault se classifica em segundo no Campeonato Mundial com Alain Prost, vencedor de quatro Grandes Prêmios, mas que termina a temporada dois pontos atrás de Nelson Piquet e seus três sucessos. No mesmo ano, a Renault se torna pela primeira vez fornecedora de motores de uma segunda escuderia, ao se associar com a Lotus. Outros contratos de fornecimento são firmados posteriormente com a Ligier e a Tyrrell. No Grande Prêmio de Portugal de 1985, Ayrton Senna conquista sua primeira vitória na F1 com um V6 Renault. Naquela temporada, o brasileiro se afirma como uma das revelações da categoria. No final de 1985, a equipe da fábrica encerra suas atividades para se concentrar em seu papel de fornecedora de motores. Em 1986, o trio Senna-Lotus-Renault se mostra o mais rápido do grid, e o piloto brasileiro conquista oito poles positions.

F1, o chamado da vitória

A Renault volta oficialmente à Fórmula 1 ao final dos anos 1980, desta vez com uma parceria com a Williams. Em sua primeira campanha, a nova associação leva a duas vitórias em Grandes Prêmios, seguidas de duas outras em 1990. Nigel Mansell, que conhece os motores Renault desde sua passagem pela Lotus, ingressa na equipe no final de ano.

Começa então um extraordinário período de sucesso. Ao final de 1991, a Williams-Renault se torna a dupla a ser vencida. Em 1992, Mansell domina a temporada e oferece seu primeiro título mundial à Renault já no mês de agosto.

Antigo piloto da Renault, Alain Prost chega à Williams em 1993. Ele também conquista a coroa antes de se aposentar. Outras consagrações se sucedem, em 1996 com Damon Hill, depois em 1997 com Jacques Villeneuve. A Williams-Renault também é consagrada entre os Construtores em 1992, 1993, 1994, 1996 e 1997.

Em 1995, a Renault aumenta sua participação, fechando uma nova parceria com a escuderia Benetton. Michael Schumacher obtém o título dos Pilotos, enquanto que a Benetton vence entre os Construtores. Com suas duas equipes clientes, a Renault conquista seis coroas mundiais consecutivas, entre 1992 e 1997. Entre 1995 e 1997, a marca do losango conquista 74% das corridas disputadas.

A Renault abandona oficialmente a categoria ao final da temporada de 1997. A exemplo da Williams, Benetton e, mais tarde, a nova BAR, várias escuderias utilizarão motores originais Renault com a marca Supertec, Mecachrome e Playlife. Em Viry-Châtillon, uma célula de desenvolvimento continua a preparar um futuro programa de F1.

Em paralelo, a Renault brilha em rali durante toda uma década, principalmente marcada pela vitória de um Maxi Mégane na Volta da Córsega de 1997.

Uma vez mais, a ausência oficial da Renault nos grids de largada tem curta duração. No início de 2001, a marca do Losango anuncia a compra da escuderia Benetton para voltar como montadora independente. Naquela temporada, a Renault fornece motores produzidos em Enstone, antes do renascimento da estrutura sob o nome de Equipe Renault de F1 no ano seguinte. A planta de chassis é mantida no Reino Unido e trabalha em estreita colaboração com o departamento de motores de Viry-Châtillon.

Em 2003, Fernando Alonso conquista na Malásia a primeira pole position da equipe. O jovem piloto espanhol chega ainda mais longe na Hungria, onde conquista o primeiro sucesso do carro da Equipe Renault de F1. No ano seguinte, Jarno Trulli oferece a vitória à Renault durante a prova de maior prestígio do ano: o Grande Prêmio de Mônaco.

Em 2005, Alonso é o homem a ser vencido, tornando-se campeão Mundial de Pilotos, enquanto que a Renault vence entre os Construtores com oito vitórias para o espanhol e seu companheiro de equipe Giancarlo Fisichella.

Apesar da importante reviravolta tecnológica representada pela passagem do V10 para o V8, a Renault continua seu triunfo em 2006. Com oito sucessos, a Renault luta com a Ferrari pela conquista dos títulos, mas a capacidade de inovação da marca francesa conquista mais uma dobradinha.

Deixando de fornecer para várias equipes, a Renault fecha uma parceria de motores com a Red Bull Racing, em 2007. Os monopostos azuis não demoram a se revelar performantes. Em 2010, Vettel é finalmente vencedor e se torna o mais jovem campeão Mundial da história da categoria. A escuderia Red Bull-Renault conquista o título de Construtores.

Enquanto que a Renault retorna à sua atividade de fornecimento de motores, Sebastian Vettel é invencível no Campeonato Mundial, batendo todos os recordes para conquistar quatro vitórias até 2013. Além da Red Bull Racing, a Renault fornece para as equipes Lotus, Caterham e Williams de F1. Durante todo o período V8, o bloco concebido e desenvolvido pelos 250 engenheiros de Viry-Châtillon dominou mais de 40% das corridas disputadas, além de um número recorde de poles positions.

A Renault Sport Technologies continua o desenvolvimento de sua gama de veículos para campeonatos monotipos, com a Fórmula Renault 2000 e a Copa Clio. Em rali, o Clio Super 1600 vence rapidamente com vários títulos internacionais, entre 2003 e 2005.

Em 2005, a fusão entre a Eurocup Fórmula Renault V6 e as World Series by Nissan leva à criação das World Series by Renault. Eventos com entrada gratuita, durante onze anos as World Series by Renault apresentaram competições de alto nível, com provas do tipo F1 e espetáculos destinados a toda a família. O evento permite especialmente que várias estrelas da F1 despontem no universo do automobilismo esportivo.

Em 2014, a Fórmula 1 faz uma verdadeira ruptura, com a introdução de uma tecnologia de motores de vanguarda.

O novo grupo propulsor da Renault na F1 combina a arquitetura da antiga geração de motores superalimentados, potentes motores elétricos e uma bateria com sistemas de recuperação de energia sofisticados, para reduzir o consumo em 40%, oferecendo ao mesmo tempo dinamismo e performances similares.

A Renault continua a fornecer para a Red Bull Racing, a escuderia irmã da Toro Rosso, assim como para a Equipe Lotus de F1, mas a batalha é cruel. Após uma revisão completa de sua estratégia, a Renault anuncia ao final de 2015 seu retorno como montadora independente.

Apartir de 2016, o nome Renault entra em ação sob a bandeira da Equipe Renault Sport de Fórmula Um.

Fonte: Assessoria

 

A novela Haja Coração que estreia nesta terça-feira, no horário das 7 da Rede Globo terá muita ação na terra e no asfalto. Os protagonistas, Apolo, interpretado por Malvino Salvador, Tancinha (Mariana Ximenes) e Tamara (Cléo Pires), viverão boa parte da trama no mundo do automobilismo.

Logo nas primeiras semanas, Apolo irá acelerar os modelos Lancer Evolution X e Lancer RS, modelo de corrida desenvolvido pela Ralliart Brasil para a Lancer Cup. o veículo tem 340 cv e câmbio sequencial de competição. As gravações foram realizadas no Autódromo Velo Città, um dos mais modernos do País, homologado pela FIA e CBA.

Com o desenrolar da história, ele e Tamara irão encarar o off-road, desta vez a bordo do ASX RS, que disputa as provas da Mitsubishi Cup. Para levar toda a emoção de uma prova de rali para as telas, a produção utilizou recursos de alta tecnologia e até um helicóptero para aproveitar cada detalhe das cenas, que teve muita poeira e alta velocidade em uma fazenda em Mogi Guaçu, no interior de São Paulo.

Durante as gravações, a produção da novela utilizou toda a estrutura de competições da Mitsubishi Motors, além dos modelos de corrida e carros de apoio. Participaram das gravações os atores Malvino Salvador, Mariana Ximenez, José Loreto, Isabel Wilker, Jeronimo Martins e Giordano Becheleni, além de elenco de apoio e dezenas de figurantes.

A novela é escrita por Daniel Ortiz e faz uma releitura de Sassaricando, trama de Silvio de Abreu, exibida pela TV Globo em 1987. 

Veja:

Malvino Salvador acelera com Guiga Spinelli a bordo do Lancer Evolution X: https://globoplay.globo.com/v/5056726/

Sobre a Mitsubishi Cup

A Mitsubishi Cup é um rali cross-country de velocidade mais tradicional do Brasil, que está em sua 17ª temporada. São cinco categorias: ASX RS, ASX R, L200 Triton ER, Pajero TR4 ER e Pajero TR4 ER Master. Os competidores correm em busca do menor tempo em um circuito fechado, sempre disputando segundo a segundo, já que o evento conta com as melhores duplas do Brasil.

Os veículos da Mitsubishi Cup são produzidos pela Ralliart Brasil, na fábrica da Mitsubishi, em Catalão (GO), especialmente para o rali, e podem ser adquiridos ou locados de acordo com a categoria. No sistema de locação, chamado de Sit&Drive, os competidores se preocupam apenas em dirigir, sendo que toda preparação dos carros e manutenção é feita por uma equipe especializada da marca dos três diamantes, que proporciona todo o suporte necessário aos competidores antes, durante e depois de cada etapa.

Sobre a Lancer Cup

A Mitsubishi Lancer Cup é o primeiro campeonato exclusivo de Lancer Evolution no mundo e está em sua 4ª temporada. Em 2016, a prova será realizada nos autódromos Velo Città, em Mogi Guaçu, Interlago (SP) e Goiânia (GO). Através do sistema Sit&Drive, todos os carros tem mecânica e preparação idênticas, e a manutenção é feita pela Ralliart Brasil, divisão de alta performance da Mitsubishi Motors.

No dia da prova, os pilotos só precisam se preocupar com os equipamentos de segurança pessoal (capacete, macacão, bala clava, sapatilha e luvas), apertar o cinto e pisar fundo no acelerador. O carro estará pronto, revisado e abastecido para a disputa.

A Renault Sport Racing e a Red Bull Racing (RBR) comemoram a renovação da atual parceria para o fornecimento de grupos motopropulsores, que atualmente levam a marca Tag Heuer, para as temporadas de 2017 e 2018 da Fórmula 1. A Renault Sport Racing também vai renovar a colaboração com a Escuderia Toro Rosso para as temporadas de 2017 e 2018.

Durante este período, a Red Bull Racing e a Escuderia Toro Rosso contarão com o grupo motopropulsor V6 Turbo Renault, estando ambas livres para exibir neles a marca que quiserem.

Com isso, a colaboração entre a Renault e a Red Bull Racing se tornará uma das parcerias mais duradouras da F1 no âmbito de chassis e motores. Desde 2007, a parceria conquistou quatro títulos mundiais de construtores e pilotos, além de acumular 51 vitórias.

A Escuderia Toro Rosso e a Renault também já trabalharam em parceria em 2014 e 2015.

Jérôme Stoll, Presidente da Renault Sport Racing, comentou: “É muito bom trabalhar junto com duas equipes tão fortes como a Red Bull Racing e a Escuderia Toro Rosso. Ter parceiros competitivos demonstra que as duas equipes confiam tanto no grupo motopropulsor aperfeiçoado da Renault como em nossa estrutura como um todo”.

 

Estão abertas as inscrições para a nona edição da Maratona Internacional de Foz do Iguaçu Sesc PR, que será realizada no dia 25 de setembro.  A Maratona Internacional de Foz do Iguaçu Sesc PR abrange em uma única prova dois dos mais importantes cartões postais do Brasil. A largada ocorre ao lado do mirante do Vertedouro, com os primeiros 5,5km dentro da Itaipu Binacional e, os últimos 11,5km e a chegada, dentro do Parque Nacional do Iguaçu. Os outros 25.195m do percurso ocorrem nas ruas, avenidas e rodovias da cidade.

A prova é dividida em diversas categorias e nos três percursos é aberto para atletas de ambos os sexos, com idade mínima de 18 anos (no revezamento) e na maratona individual para atletas com mais de 20 anos.

As inscrições estão abertas até o dia 2 de setembro, ou até o momento em que for atingido número máximo de participantes e,  devem ser feitas pelo site www.sescpr.com.br/maratona, sendo obrigatória e indispensável a apresentação de atestado médico específico para a prática de atividades físicas aos atletas que participarão da prova

A novidade para este ano é o aumento no número de vagas. São limitadas 800 inscrições para a Maratona Individual, 250 duplas para a Maratona de Revezamento e 1.200 vagas para a corrida dos 11,5km.

Durante o percurso da prova, aferido pela Confederação Brasileira de Atletismo, os atletas terão à disposição postos de atendimento médico, distribuição de água, banheiros químicos, frutas e isotônicos, além de placas de sinalização e policiamento.

A 9ª Maratona Internacional de Foz do Iguaçu Sesc PR é uma iniciativa do Sesc PR, integrante do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, em parceria com a Itaipu Binacional e Prefeitura de Foz do Iguaçu, com apoio do Sindicato Patronal do Comércio Varejista de Foz do Iguaçu e da Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios de Foz do Iguaçu, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e promoção da RPC.

Fonte: Assessoria

 

 

Depois de receber o Rally dos Sertões em 2015, Itaipu será sede também de uma espécie de "rally a pé". Em julho, a usina receberá pela primeira vez uma etapa do Campeonato Paranaense de Orientação, em 9 e 10 de julho. As inscrições com desconto vão até 29 de junho. Neste prazo, os valores são de R$ 21 a R$ 45 (clique aqui para saber como se inscrever).

A ideia da orientação é fazer um percurso visitando um número de ponto de controles em uma ordem pré-determinada, com ajuda de mapas e bússola. O atleta precisa estar atento às características do terreno, a fim de escolher o melhor percurso e completá-lo no menor tempo. A habilidade de navegação e a capacidade de tomar decisões rápidas são fundamentais – qualidades muito semelhantes às requeridas em duplas de rallies de carros e motos. Veja mais sobre as regras do esporte neste link.

"Será uma ótima oportunidade para o nosso público interno conhecer e participar dessa atividade tão bacana", disse o gerente do Departamento de Operação de Segurança (SEO.AD), Alexandre de Andrade Cardoso. O colega Matheus Sebastian Telles, da Divisão de Sistemas 1 (SID1.GG), é o relações públicas do evento.

O Campeonato

No sábado (9 de julho), haverá o percurso sprint, na área do Parque Tecnológico Itaipu (PTI). Os atletas partem às 15h. No domingo (dia 10), a partida será às 9h, no Canal da Piracema. O encerramento ocorre até as 12h. A cerimônia de premiação está prevista para as 14h, no PTI.

Será a primeira vez da 4ª Etapa do Paranaense de Orientação, mas a empresa está habituada a receber os "rallyzeros" do solo durante a Semana da Segurança Empresarial (Seseg). Neste ano, no entanto, a Seseg não terá a prova de orientação.

Fonte: Assessoria

A Copa Troller reuniu 100 carros no último fim de semana em Curitiba, aumentando a expectativa para a próxima etapa em Santa Catarina no dia 25 de junho. O campeonato engloba provas no Sul e no Sudeste na nova fórmula do certame brasileiro nesta temporada. O frio e a chuva em Curitiba não impediram um grande grid, muito peculiar no Paraná onde há uma longa tradição em corridas off-road.

A emoção do rali nas trilhas e região montanhosa pode ser vista no site www.troller.com.br. Não faltaram desafios para os participantes que percorreram a região de Bateias, passando por trilhas conhecidas por acumular muita água quando chove, ideais para a prática dessa competição. O clima chuvoso, a neblina e o frio criaram um verdadeiro "parque de diversões" para os apaixonados por essa modalidade de corrida.

Os vencedores

As duplas vencedoras da Copa Troller em Curitiba, na categoria Master, foram: 1º) Otávio Marreco e Jhonatan Ardigo, de Apucarana, PR; 2º) Leandro Moor e Cláudio Roberto Flores, de Apucarana, PR; e 3º) Renato Martins e Enedir da Silva Jr., de Belo Horizonte, MG. Na Graduados, os campeões foram: 1º) Marcelo Gouveia e  Igor de Carvalho, de Curitiba, PR; 2º) Gustavo Schmidt e Fernando Koerich, de São José, SC; e 3º) Vinicius Lustosa e Marcos Evangelista, de Curitiba, PR.

Na categoria Turismo, o pódio foi formado por: 1º) Adilson de Melo e Ivan Roberto Laidens, de Campo Magro, PR; 2º) Guilherme Barbosa e Liziane Graziele, de São José dos Campos, SP; e 3º) Matias Grazziotin e Maurício Gonçalves, de Passo Fundo, RS. Na Expedition, venceram: 1º) Elvis Ricardo Barbosa e Alexandre Pavão, de Sumaré, SP; 2º) Deonilson Salla e Emerson Coleti, de Curitiba, PR; e 3º) José Carlos Ferreira e Giuliano Magalhães, de São João da Boa Vista, SP.

A Renault é, pelo segundo ano consecutivo, patrocinadora das equipes Londrina Esporte Clube e Maringá Futebol Clube. Na temporada 2016, a marca irá acompanhar os clubes na disputa do Campeonato Brasileiro das séries B e D, respectivamente. O apoio às duas equipes integra a estratégia da Renault de intensificar sua presença no norte paranaense, destacada por sua importância econômica e social.

“O apoio ao Londrina e ao Maringá reforça nossa proximidade com a comunidade do norte paranaense. Somos uma empresa do Paraná e, por meio do nosso patrocínio, incentivamos os valores, a cultura e também as paixões dos cidadãos de Londrina e de Maringá”, afirma Fabrice Cambolive, presidente da Renault do Brasil.

O patrocínio também reforça a parceria da fabricante com a concessionária Fórmula Renault, que atende as regiões de Londrina e Maringá, abrindo possibilidades de ações promocionais nas duas cidades. Entre elas estão a exposição da marca no uniforme dos times, placas de publicidade nos jogos e nos treinos, distribuição de ingressos e ações de relacionamento nos estádios e nos centros de treinamento.

Equipes

O Londrina Esporte Clube é uma das forças esportivas da região norte do Paraná e uma das equipes com maior número de conquistas de títulos estaduais.  Fundada em 1956, a equipe venceu o campeonato paranaense pela última vez em 2014, após 22 anos. Neste ano, chegou às quartas-de-final da competição e agora se prepara para estrear na Série B do Campeonato Brasileiro.

O Maringá Futebol Clube, fundado em 2010, estreou na Terceira Divisão do Campeonato Paranaense e conquistou rapidamente a classificação para a Divisão de Acesso. Neste ano, irá disputar a série D do Campeonato Brasileiro.

Renault do Brasil

Produzindo no Paraná desde 1998, a Renault manteve sua ascensão no mercado de automóveis do Brasil em 2015, atingindo 7,3% de participação de mercado. O desempenho é resultado de uma estratégia de renovação e ampliação da gama de produtos, no design marcante dos veículos e na ampliação de serviços prestados ao cliente.