Renault completa 20 anos de Brasil com a meta de atingir 10% do mercado

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A Renault completou 20 anos de fabricação no Brasil nessa terça-feira (4) com a missão de chegar até 2022 com 10% do mercado. Atualmente a montadora conseguiu a marca de 8,7% do mercado nacional fabricando e comercializando sete modelos: Kwid, Sandero, Logan, Duster, Duster Oroch, Captur e Master. Para atingir a meta, aposta em outros dois modelos: a picape Alaskan e o SUV Arkana. E se manter na liderança na venda de veículos elétricos. Atualmente, representa 50% do mercado. 

Para comemorar o aniversário, a Renault organizou uma festa para cerca de 7 mil pessoas no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, no Paraná, incluindo colaboradores, autoridades, jornalistas, fornecedores e concessionários. A reportagem da Sobre Rodas participou das comemorações. Desde o início de sua produção no país, em 4 de dezembro de 1998, a Renault já fabricou mais de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores – 30% desse total exportados.

“Ao longo dos anos, a Renault investiu de forma contínua, mesmo em períodos de instabilidade econômica. Foi o que nos permitiu fortalecer nossa estrutura, lançar produtos voltados para as necessidades do consumidor brasileiro e latino-americano e crescer de forma consecutiva no mercado brasileiro desde 2010. A Renault acredita no Brasil”, afirma Luiz Fernando Pedrucci, presidente da Renault para a América Latina.

A Renault celebra seu vigésimo aniversário no Brasil em seu melhor momento de participação de mercado no país, com 8,7% de market share janeiro a novembro. O resultado pode ser atribuído a uma gama completa de produtos e ao sucesso dos seus lançamentos mais recentes no mercado brasileiro, o Captur e o Kwid – líder absoluto do segmento dos compactos de entrada, com 45% de participação.

Entretanto, Pedrucci disse que nem sempre foi fácil. "Tivemos quer percorrer o Brasil todo "vendendo" a Renault. Foi bem difícil, mas conseguimos". 

Estrutura 

A Renault do Brasil hoje possui quatro fábricas no complexo industrial paranaense, frutos de investimentos totais de cerca de R$ 7 bilhões: a Curitiba Veículos de Passeio (CVP), Curitiba Motores (CMO), Curitiba Veículos Utilitários (CVU) e Curitiba Injeção de Alumínio (CIA). Além disso, o Complexo Ayrton Senna comporta um centro de engenharia, com aproximadamente 1.000 engenheiros voltados para a área de Pesquisa e Desenvolvimento. A Renault também mantém em São Paulo um escritório administrativo e um Centro de Design, única estrutura da marca do gênero no continente americano.

Operando em três turnos, a marca fabrica sete veículos no país: Kwid, Sandero, Logan, Duster, Duster Oroch, Captur e o comercial leve Master – além dos motores 1.0 SCe e 1.6 SCe e o 1.6 Hi-Power para exportação. A marca tem um quadro de 7.300 colaboradores no Brasil, além de gerar cerca de 25 mil empregos indiretos apenas no Estado do Paraná.

Além da geração de emprego e renda, a Renault contribui com o poder público municipal e estadual ao oferecer 150 linhas de ônibus diariamente até o CAS. Além disso, a empresa atende cerca de 20 mil vidas atendidas pelos planos de saúde.

A Renault do Brasil está há oito anos consecutivos no Guia Você S/A “As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar”. Neste ano, a marca conseguiu sua melhor colocação, entrando no Top 10 do ranking. O critério para a escolha baseia-se no nível de qualidade da gestão de pessoas e no bom clima organizacional.

Linha do tempo

Em março de 1996, a Renault lançou a pedra fundamental do Complexo Ayrton Senna. A marca, que já estava presente no Brasil havia mais de 50 anos, com veículos como o Gordini e o Interlagos, dava, então, seu primeiro passo para iniciar a produção local. Dois anos mais tarde, a CVP era inaugurada e a Renault apresentava ao mercado brasileiro o inovador Scénic, primeiro monovolume do país e um grande sucesso comercial.

Um ano mais tarde, a Renault abriria as portas de sua fábrica de motores. A CMO possuía capacidade produtiva de 280 mil unidades por ano e fabricava o motor 1.6 16V, que equipava os três veículos da produção nacional da Renault: o Scénic, o Clio e o Clio Sedan, além de ser exportado para a Argentina, onde era aplicado à linha Mégane. Em 2000, seu primeiro ano cheio de fabricação, a CMO produziu cerca de 30 mil motores.

Em 2001, foi a vez de inaugurar a fábrica de veículos utilitários, primeira unidade industrial da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi em todo o mundo, produzindo veículos das duas marcas. A CVU possuía capacidade instalada de produção de 60 mil veículos por ano.

Em 2012, outro importante marco na história da Renault do Brasil: o projeto CVP 60, quando a marca expandiu sua capacidade produtiva de 280 mil para 380 mil veículos por ano. A CVP, que então produzia Duster, Sandero e Logan, ampliou a capacidade de fabricação de 220.000 para 320.000 carros por ano – a CVU se manteve em 60 mil unidades/ano.

Em 2018, com investimentos de R$ 750 milhões, a Renault novamente incrementou sua estrutura no Paraná, com dois importantes projetos. O primeiro foi a inauguração da Curitiba Injeção de Alumínio (CIA), responsável pela produção de cabeçotes e blocos em alumínio para os motores 1.0 e 1.6 SCe. A unidade industrial é a mais moderna linha de injeção da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi em todo o mundo e tem capacidade para produzir 500 mil componentes ao ano. Em segundo lugar e paralelamente, a Renault ampliou a CMO para realizar a usinagem dos blocos e cabeçotes fabricados na CIA.

CVP, CVU, CMO e CIA são hoje exemplos de unidades fabris inseridas no contexto da indústria 4.0, reunindo uma série de inovações em nome da qualidade do processo final, da segurança dos colaboradores, da eficiência e da produtividade.

Compromisso com a sociedade e o meio ambiente

Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da sociedade, a Renault criou em 2010 o Instituto Renault, responsável pelas ações socioambientais da marca. Desde que foi criado, o Instituto já alcançou cerca de 700 mil pessoas. Hoje, sua atuação é focada em dois eixos: Mobilidade Sustentável e inclusão.

No eixo Inclusão, são destaques:

O programa Renault Experience, criado em 2010,  já atingiu 37 mil estudantes. Em 2016 adotou o modelo de startups que busca estimular o empreendedorismo e a inovação.

A Associação Borda Viva, localizada no bairro Borda do Campo em São José dos Pinhais, visa: o desenvolvimento social, a segurança alimentar para crianças e o empoderamento feminino por meio do empreendedorismo e da geração de renda. Cerca de 90 mil pessoas já foram atingidas pelas ações da Associação em parceria com o Instituto Renault.

No eixo Mobilidade Sustentável, destaque para:

Programa “O Trânsito e Eu”, de educação para segurança no trânsito, presente de forma permanente em oito municípios do país: Curitiba, São José dos Pinhais, Maringá e Arapongas, no Paraná; Pelotas (RS); além das cidades paulistas de São Bernardo do Campo, Santa Bárbara d’Oeste e São Paulo, capital. O programa também desenvolve ações itinerantes em parques, shoppings e eventos. Cerca de 230 mil crianças já foram atingidas pela iniciativa.

No mesmo eixo, a Renault já comercializou cerca de 150 veículos 100% elétricos no Brasil a empresas que possuem projetos relacionados à mobilidade zero emissão.

Também no aspecto ambiental, desde 2016 a Renault mantém uma importante marca, tornando-se uma empresa aterro zero. Ou seja, 100% dos resíduos do processo produtivo do Complexo Ayrton Senna são reciclados ou recebem outra destinação adequada.

A Renault detém certificação das normas ISO 14.001 de Meio-Ambiente e ISO 26.000 referente à responsabilidade social.

 

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