A Mitsubishi deu uma repaginada no ASX. O utilitário esportivo que já era ideal para aventuras em terrenos acidentados, agora está mais prático o dia a dia na cidade. A versão 2018 ganhou motor bicombustível e um visual mais moderno. O preço começa em R$ 97.990,00

Devido ao grande sucesso, a Renault do Brasil disponibiliza aos clientes brasileiros novo lote de pré-venda do Kwid, o SUV dos compactos, mantendo as condições comerciais iniciais. Os pedidos devem ser feitos até o dia 31 de julho, com entrega prevista para até 30 de novembro. O cliente deve fazer a reserva no site www.kwid.com.br. É necessário fazer o pagamento on-line de R$ 1.000,00, no cartão de crédito, podendo parcelar em até três vezes.

Sobre o Kwid

O Kwid terá três versões de acabamento: Life, Zen e Intense, nas opções de cores: Orange Ocre, Vermelho Fogo, Branco Marfim, Branco Neige, Prata Étoile e Preto Nacré.

Life - R$ 29.990

Principais itens: rodas 14”, 2 airbags laterais, 2 airbags frontais, 2 Isofix, predisposição para rádio e indicador de troca de marcha e de condução.

Zen - R$ 34.990

Principais itens: direção elétrica, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros elétricos. Opcional: rádio com Bluetooth e entradas USB e AUX - R$ 35.390.

Intense + Pack Connect - R$ 39.990

Principais itens: retrovisores elétricos, faróis de neblina cromados, Media Nav 2.0, câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas Flexwheel e chave dobrável.

SUV compacto?

O Kwid se destaca pela posição de dirigir mais alta que a dos carros compactos disponíveis no mercado, a boa altura do solo (18 cm, similar à de SUVs médios) e os destacados ângulos de entrada (24°) e de saída (40°).

Por fora, o Kwid dá a impressão de ser maior que os seus 3,68 m de comprimento. A percepção é reforçada ao entrar no carro e se acomodar, graças ao seu entre-eixos de 2,42 m. O espaço para quem viaja atrás é surpreendentemente confortável, inigualável entre os modelos compactos. O mesmo ocorre com o compartimento de bagagem, que acomoda 290 litros e é o maior da categoria.

Com o novo motor 1.0 SCe de três cilindros – 70 cv de potência com etanol e 66 cv com gasolina e torque de 9,8 kgfm (etanol) e 9,4 kgfm (gasolina) -, o Kwid é o carro mais econômico da categoria. O SUV compacto faz 15,2 km/l com gasolina e 10,5 km/l com etanol (trecho misto).

Segurança

Fabricado no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), o Kwid utiliza uma nova plataforma mundial da Aliança Renault-Nissan, que é moderna e adaptável para atender às especificidades de uso e de legislação de cada país. O Kwid brasileiro tem 80% do seu conteúdo composto por peças novas, desenvolvidas pela Renault Tecnologia Américas (RTA), desde a estrutura e características mecânicas, passando por equipamentos de conforto, conectividade e segurança.

Em todas as versões, o modelo traz de série dois airbags frontais e dois laterais, inéditos no segmento dos compactos, além de duas fixações Isofix para cadeirinhas infantis, item fundamental para a segurança das crianças.

A Renault do Brasil entregou, nesta semana, 200 veículos para a Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil do Estado do Paraná. O total é composto por 20 unidades da picape Oroch e 180 Duster. Este é o segundo lote de veículos entregue pela Renault ao governo do Paraná, que, por meio de licitação, adquiriu 600 unidades de veículos da marca para utilização nos trabalhos da Secretaria da Segurança Pública. As primeiras 200 foram entregues em junho.

“O trabalho da Polícia, Bombeiros e Defesa Civil requer, muitas vezes, a utilização de veículos em condições severas de uso. Por isso, Duster e Oroch são soluções ideais, uma vez que são reconhecidos, entre vários atributos, pela robustez e a versatilidade”, afirma Alexandre Oliveira, diretor de Vendas a Empresas da Renault.

Os veículos serão distribuídos para todas as regiões do Estado, seguindo o planejamento do governo.

Master

Por meio do Instituto Renault, a montadora doou 9 furgões Master e 1 Master minibus para a Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social do Paraná. Adaptados e equipados, os veículos serão utilizados pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) como unidades móveis para o atendimento a famílias e indivíduos que vivem em regiões rurais e em áreas isoladas do Estado.

Os veículos foram entregues por Marcus Vinicius Aguiar, diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Renault do Brasil. “Para a Renault, é gratificante participar desta iniciativa, que, novamente, mostra que, além de investimentos, geração de emprego e de renda para o Estado, também apoiamos e desenvolvemos ações com enfoque social, por meio do Instituto Renault”, afirma o diretor.

 

O Ford Escort XR3, versão esportiva do compacto que foi um dos maiores sucessos da indústria automotiva mundial, completou 35 anos de lançamento na Europa. No Brasil, o modelo chegou um ano depois, em 1983 – com a mesma aparência do europeu, mas sem injeção eletrônica – e logo se tornou o sonho de consumo de uma geração. Recentemente, o Escort ganhou destaque na mídia mundial com o lançamento de uma nova versão na China.

Com nome derivado de “Experimental Research 3”, o XR3 era equipado com motor 1.6 a álcool de 82,9 cv. Externamente, trazia defletor dianteiro, aerofólio traseiro, teto solar de vidro com persiana interna, faróis de longo alcance com lavadores e de neblina. O interior tinha bancos esportivos e painel bem equipado. Seu visual arrojado também garantia o melhor coeficiente aerodinâmico do mercado na época (Cx 0,385).

Em 1985 o hatch ganhou a versão conversível, um ícone da linha, com sistema de acionamento manual que facilitava a movimentação da capota e vidro vigia traseiro com desembaçador elétrico.

No modelo 1987, o XR3 foi reestilizado com linhas mais suaves e para-choques de plástico envolventes que melhoraram a aerodinâmica, novas rodas de alumínio, aerofólio, painel com iluminação indireta e volante com revestimento imitando couro perfurado.

Em 1989, o Escort XR3 passou a ter motor 1.8 de 99 cv. Na linha 1990, além de aerofólio redesenhado e para-choques e saias na cor da carroceria, o conversível introduziu a capota com acionamento eletro-hidráulico. Em 1991, a série limitada XR3 Fórmula trouxe amortecedores ajustáveis com controle eletrônico, variando a carga conforme a velocidade. No fim da série, esses amortecedores passaram a ser oferecidos como opcionais no XR3 1992.

Segunda geração

A segunda geração do Escort nacional foi apresentada em 1992, com distância entre-eixos aumentada de 2,40 m para 2,52 m, que melhorou o espaço interno, e carroceria mais aerodinâmica (Cx 0,35). O XR3 ganhou motor 2.0 de 115,5 cv, com injeção multiponto LE-Jetronic – mais tarde trocada pela EEC-IV –, freio a disco nas quatro rodas e suspensão mais firme, além de faróis de duplo refletor e faróis de neblina no para-choque. Outra novidade da linha foi o lançamento da versão de entrada Escort Hobby, com a carroceria antiga e motor 1.6.

Em 1996, a produção do Escort saiu de São Bernardo do Campo, abrindo espaço para o Fiesta brasileiro, e foi concentrada em Pacheco, na Argentina. A versão esportiva deixou o nome XR3 e passou a se chamar “Racer”. Em 1997, a família teve o esportivo Escort RS, hatch 3 portas com motor Zetec 1.8.

O Escort despediu-se do mercado em 2003, deixando um legado de muitos fãs e inovações durante seus 20 anos de produção.