A Renault e a Itaipu Binacional expõem seus veículos movidos à eletricidade no 13º Salão Latino-Americano de Veículos Híbridos-Elétricos, que acontece até esta sábado, 23, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reune empresas, lideranças públicas, consultores e acadêmicos para debater e construir novos caminhos para o futuro da mobilidade urbana sustentável.

No estande, dividido entre Itaipu e Renault, os visitantes podem fazer uma imersão completa no universo da mobilidade sustentável e conhecer detalhes do funcionamento dos modelos ZOE e Twizy. Os carros têm autonomia entre 130 a 180 quilômetros.

Mobilidade Zero

“A mobilidade zero emissão é um dos eixos de atuação do Instituto Renault. Por meio da participação em um evento como este, a Renault reafirma seu compromisso com o meio ambiente e com a inovação, uma vez que, para nós, é claro que o automóvel do futuro será elétrico”, afirma Silvia Barcik, diretora executiva do Instituto Renault e especialista em Mobilidade Urbana da Renault para a América Latina.

A Aliança Renault-Nissan já vendeu cerca de 450 mil veículos elétricos em todo o mundo e é líder mundial nesse segmento. A Renault liderou o mercado europeu de veículos elétricos em 2016, com aumento de vendas de 11% em relação ao ano anterior.

Twizy por exemplo, foi lançado em 2012 e está presente em 35 países. Nesses cinco anos já foram comercializadas 100 unidades, todas montadas em Itaipu. A vantagem é a facilidade na utilização. Ele ocupa o espaço de um veículo de duas rodas, mas com a segurança de um carro, além de ser equipado com todas as tecnologias necessárias para veículos de passeio, como cinto de segurança e airbag. A autonomia do veículo é de 100 km. Com apenas 450 kg, o Twizy é mais de duas vezes mais leve que um carro. Ele tem 2,34 m de comprimento e 1,23 m de largura.

Já o ZOE, é o mais vendido entre os veículos de passeio elétricos no velho continente, com cerca de 22 mil unidades comercializadas em 2016. E agora, lança sua segunda geração com uma bateria com o dobro de autonomia. 

VE

O Programa Veículo Elétrico (VE) começou em Itaipu em 2006. Nesses 11 anos, já registrou vários avanços. Dentro das dependências da empresa, foram montados 140 veículos em parceria com a Renault, Fiat e outros parceiros. Parte foi entregue em regime de comodato a entidades como Copel, Exército, ONU Mulher, Universidade Federal de Santa Catarina e Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (AMOP). Na sua própria frota mantém 100 veículos elétricos, que vão desde de carros de passeio, miniônibus, até avião. E ainda este ano deve receber mais 20 unidades do ZOE - 2ª geração, com bateria Z.E. 40. Esse novo modelo tem o dobro de autonomia, podendo rodar 400 km sem recarga de bateria.

“A Itaipu é uma das empresas pioneiras em difundir e investir a tecnologia do veículo elétrico. Inclusive, incentivando a criação de uma cadeia de fornecedores de componentes”, disse o coordenador do programa, Celso Novais. Nesse período, somente a utilização dos elétricos na Usina evitou a emissão de 87 toneladas de CO2, o equivalente ao plantio de 498 árvores.

Em valores monetários, já que naturalmente os veículos elétricos são mais econômicos e o custo da energia chega a cinco vezes menor se comparado ao do combustível, a economia registrada por Itaipu seria de R$ 110 mil, mas por produz a própria energia que abastece os carros, a economia chega a 240 mil.

 

Nesta sexta-feira (22), é comemorado o Dia Mundial Sem Carro. Além de deixar o trânsito mais fluído e menos estressante, não usar o veículo tem impacto direto na qualidade de vida da população. Ir de bicicleta, a pé ou de transporte coletivo são algumas alternativas para quem vai deixar o automóvel em casa.

E por falar em bicicleta, o pedal tem se tornado um hábito para um grupo em Foz do Iguaçu. Eles fazem passeios e percorrem vários pontos turísticos da cidade pelo menos duas vezes por semana. E quem pratica o esporte, diz que não tem idade. É pura diversão. 

 

 

Após diálogo com a categoria, a Câmara aprovou em 1ª e 2ª discussões uma alteração na lei que regulamenta o Sistema de Prestação de Serviços através de mototáxis. A mudança na lei vigente é proposta por um projeto de lei n° 73/2017, de autoria do Vereador Elizeu Liberato (PR). 

Vários mototaxistas marcaram presença no plenário da Câmara na sessão desta quinta-feira, 21 de setembro, e comemoram a aprovação do projeto. A principal alteração na lei em vigor é de que não haja a necessidade de uma sala para que o Ponto de Mototáxi possa atuar. 

“Hoje é exigido que o ponto de mototáxi seja em uma sala alugada com alvará do corpo de bombeiros. Entendemos que eles não precisam ter uma sala para a realização do serviço, estamos propondo que haja apenas o ponto, com placas indicativas e as motos fiquem lá também, de maneira mais fácil para fiscalização”, explicou o autor do projeto, Vereador Elizeu Liberato. 

Segundo Aramis Rodrigues, Presidente do Sindicato da Categoria, afirmou que em Foz existem 500 motos que prestam o serviço de forma regulamentada. Segundo a classe, a mudança na lei vai resultar em uma redução de custos e melhorias para os profissionais, uma vez que reduz o gasto com o aluguel da sala para o ponto, o que hoje é obrigatório. O projeto de lei agora aguarda a sanção do Prefeito Chico Brasileiro. 

Fonte: Assessoria 

 

Motivada pelo sucesso do SUV compacto Creta, que foi lançado em janeiro deste ano e rapidamente se tornou um dos mais vendidos da categoria, a Hyundai amplia a gama de versões: Creta Sport. Ele estará à venda a partir de novembro. E com preço inferior a R$ 100 mil.