Apresentado no Salão do Automóvel em novembro do ano passado, chegou às lojas o novo Honda WR-V. Para divulgar o lançamento aos consumidores e concessionários de todo o País, a Honda Automóveis, em parceria com a Netza, preparou experiências inusitadas que farão os amantes dos SUV verem a vida por outro ângulo.

Com uma estratégia tecnológica e inovadora, a agência criou o aplicativo Test-drive Honda. O app convida o público a realizar o test-drive do novo veículo, facilitando ao cliente encontrar o local mais próximo e adequado para realizar o test-drive, e também a participar da nova promoção da marca, “Experiência Novo Honda WR-V”, que vai sortear seis novos Honda WR-V. A promoção acontece até 25 de junho e a participação é feita por meio do próprio app. Mais informações e regulamento no www.honda.com.br/hondawrv ou no próprio aplicativo.

A Netza é responsável também pela VR Experience, uma ativação que convida os potenciais clientes a conhecerem o novo Honda WR-V antes mesmo de sua chegada às concessionárias, através de uma experiência de realidade virtual.

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, que na terça-feira, 18, recebeu em Brasília o repasse de dois veículos elétricos feito pelo diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Vianna, retribuiu a visita à usina, em Foz do Iguaçu (PR), neste sábado, 22.

Ele conheceu parte da frota dos cem veículos elétricos montados na hidrelétrica e elogiou o pioneirismo de Itaipu com o Programa Veículo Elétrico (VE). Wilson Ferreira Jr. foi recebido pelo diretor administrativo de Itaipu, Marcos Baumgärtner, e pelo coordenador do VE, Celso Novais.

Wilson Ferreira estava em Foz do Iguaçu para participar do Fórum Empresarial da Lide e fez questão de incluir a visita à usina na agenda.  Ferreira é um entusiasta da mobilidade elétrica.

Para a Eletrobras, foram repassados um Zoe e um Fluence. Um total de dez veículos elétricos de Itaipu está hoje com empresas e entidades parceiras, como Copel, Exército, ONU Mulher, Universidade Federal de Santa Catarina e governo do Paraguai. Todos foram cedidos em regime de comodato.

Já no início da visita, o presidente da Eletrobras e comitiva embarcaram num miniônibus puramente elétrico.  “Só se ouve o barulho do ar condicionado”, disse, empolgado.  No Galpão 5 de Itaipu, onde são montados os VEs e fica o sistema de armazenamento de baterias, Ferreira Júnior conheceu a linha de montagem do Twizy. Ele ficou surpreso ao saber que esse modelo só é produzido em dois lugares do mundo: na fábrica da Renault em Valladolid, na Espanha, e na Itaipu. O avião elétrico também chamou a atenção do presidente.

Ferreira Júnior destacou mais uma vez a importância da Itaipu na pesquisa e desenvolvimento de veículos elétricos e no estímulo à participação da indústria brasileira para a criação de novos modelos de negócios baseados nesta tecnologia. Segundo o diretor administrativo de Itaipu, foi uma satisfação ver o entusiasmo do presidente da Eletrobras com o VE. “Mostra que estamos conectados com as novas tecnologias limpas de mobilidade”, afirmou Baumgärtner.  

Menos poluição

O Programa VE foi criado em 2006. Os veículos elétricos de Itaipu rodaram 836 mil km e evitaram a emissão de 87 toneladas de CO2. Seriam necessárias 498 árvores para neutralizar estas emissões. Ampliando o cálculo à frota brasileira, que roda em média 670 bilhões de km por ano, as emissões evitadas seriam de 69,7 milhões de toneladas de CO2, que, para serem neutralizadas, exigiriam 400 milhões de árvores plantadas.

A eficiência energética é outro aspecto positivo - 90% para o carro elétrico contra 37% dos movidos a gasolina. O custo da energia é de 1/5 em comparação ao combustível. Na Itaipu, os dez anos do Programa VE resultaram em uma economia de R$ 240 mil – considerando que a própria empresa produz a energia que abastece os carros (se a energia fosse comprada, a economia seria de R$ 110 mil). Em todo o Brasil, a economia seria da ordem de R$ 100 bilhões ao ano.

Fonte: Assessoria

Apesar das preocupações consideráveis ​​sobre a segurança dos carros voadores, dois terços dos norte-americanos dizem que gostariam de andar ou pilotar seu próprio veículo aéreo.

Um novo estudo feito por pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Transportes da Universidade de Michigan mostra que 41% dos adultos que responderam a uma pesquisa on-line estão "muito interessados" em andar em um carro voador totalmente autônomo. Isso se compara a 26% daqueles que estão "muito interessados" em pilotar um carro voador, depois de obter uma licença de piloto apropriada.

"Até recentemente, os carros voadores existiam principalmente no reino da ficção científica, embora as patentes para tais veículos se estendem desde os primeiros anos da aviação", disse Michael Sivak, professor de pesquisa da UMTRI. "Entretanto, recentemente companhias que variam dos maiores fabricantes internacionais às pequenas startups, demonstraram um grande interesse nos carros voadores.

"Além dos principais problemas tecnológicos, de controle de tráfego e de licenciamento que ainda precisam ser abordados, uma grande dúvida é o que os consumidores pensam do conceito de carros voadores e quais são os parâmetros desejáveis ​​para uma abordagem tão inovadora da mobilidade".

Em seu estudo, Sivak e seu colaborador da UMTRI, Brandon Schoettle, descobriram que mais de 60% dos entrevistados estão "muito preocupados" com a segurança geral dos carros voadores e com seu desempenho no espaço aéreo quando estiver congestionado ou com mau tempo.

Apesar dessas preocupações, a maioria dos americanos ainda gostaria de usar carros voadores, segundo os pesquisadores. Cerca de três quartos dos entrevistados mencionaram a redução no tempo de viagem como a principal razão, enquanto menos de 10% disseram que um menor número de acidentes, melhor economia de combustível ou emissões mais baixas eram os benefícios mais prováveis ​​de carros voadores.

Entre outros resultados da pesquisa estão: 

Quase 80%  dos entrevistados disseram que é "extremamente ou muito importante" para carros voadores terem pára-quedas.

Cerca de 60% disseram que a eletricidade é a fonte preferida de energia para carros voadores.

Mais de 80% preferem um carro vertical, com a decolagem e a aterrissagem como dos helicópteros -  ao contrário de uma pista.

Quase um quarto disse que pagaria entre US $ 100.000 e $ 200.000 por um carro voador.

Fonte: Assessoria

O cinza está tomando de assalto o mundo da moda e é a cor preferida dos consumidores de carros novos da Ford na Europa, ocupando o lugar que no ano passado pertencia ao branco. A Ford oferece hoje duas opções de cinza em sua linha no Brasil e soma um total de mais de 50 tons dessa cor lançadas no mundo desde a década de 90.

“Identificamos o cinza como uma ‘cor de tendência’ e até nós estamos surpresos com a popularidade que ela ganhou”, diz Julie Francis, gerente de design de cores e materiais da Ford. “O cinza é uma cor com grande potencial inexplorado, que oferece novas maneiras de ser bacana e diferente na era moderna, por isso vem sendo cada vez mais valorizada”.

Desde o cabelo até a decoração de interiores, o cinza hoje é a cor favorita das pessoas antenadas e passa longe dos adjetivos “velho” e “chato”. Celebridades como Rihanna e Cara Delevingne estão tingindo as madeixas de cinza. A hashtag #GrannyHair (Cabelo da Vovó) tem mais de 250 mil posts no Instagram e a modelo Lyn Slater, com 63 anos e cabelos cinzas naturais, seguiu os passos de Cindy Crawford, Claudia Schiffer e Naomi Campbell, assinando contrato com a prestigiosa agência de modelos Elite.

Por trás dessa tendência, está não só o desejo de se destacar na multidão mas também o ambiente de instabilidade política ao redor do mundo, segundo a especialista em psicologia das cores Karen Haller.

“Quando há um nível de insegurança e incerteza, tendemos a nos retrair e buscar coisas que tragam segurança, por isso o cinza é tão popular”, diz. “Essa tendência realmente decolou porque também é uma cor que recua, permitindo às cores mais vibrantes ocupar o centro do palco. Depende do ponto de vista. Para mim, já há bastante cinza no mundo e adoro me cercar de cores alegres.”

Mais que estilo e conforto, o cinza traz também conotações cerebrais, diz Laurie Pressman, vice-presidente do Pantone Colour Institute. “Pensativo e contemplativo, o cinza é a cor do intelecto. Nós chamamos o cérebro de massa cinzenta, associando essa cor com a busca da verdade, do conhecimento e da sabedoria”.

Curiosidades

·         Henry Ford, em sua frase famosa, disse que o Modelo T podia ser comprado em “qualquer cor, desde que fosse preto”. Mas quando o carro foi lançado, em 1908, tinha também a opção cinza.

·         A Ford oferece hoje dois tons de cinza em sua linha no Brasil, o Ubatuba (Focus Hatch e Fastback) e o Moscou (Focus Hatch, Focus Fastback, Fusion, Edge e Ranger).

·         Estilistas como Celine e Kate Spade estão contratando modelos acima de 50 anos para seus desfiles.

Em janeiro, a modelo Carmen Dell’Orefice, de 85 anos, empolgou a plateia ao fechar o desfile de Guo Pei em Paris.