O WR-V é um importante marco na história da Honda Automóveis no Brasil, que em 2017 comemora 20 anos de fabricação no país. O veículo é o primeiro automóvel com desenvolvimento liderado pela área de P&D no país e será produzido na fábrica de Sumaré, interior de São Paulo, juntamente com Civic, HR-V, City e Fit.

O WR-V será comercializado no Brasil a partir de março de 2017 e, no futuro breve, também em outros países da América do Sul. Com o WR-V a Honda quer explorar um novo mercado de SUVs compactos e, segundo sua filosofia, entregar mais alegria para seus consumidores.

*O nome do WR-V significa Winsome Runabout Vehicle, ou veículo recreacional e cativante.

 

(“Winsome” significa alegre, agradável e atraente em inglês. Nomeamos o WR-V desta forma pois acreditamos que seu design e sua usabilidade podem expandir as atividades diárias de nossos consumidores)

Design robusto

O design externo do WR-V destaca a robustez do SUV com base no conceito “Wild Armor”, criado especificamente para esse modelo. Ele é refletido em uma frente elevada, marcante e com grade frontal que evoca a linha de SUV da Honda, com design expressivo dos faróis com luzes de uso diurno (DRL) em LED.

O WR-V possui design envolvente, com padrões de forma com desenhos trapezoidais – uma assinatura de design do SUV – replicados em várias partes do utilitário-esportivo, como na grade inferior frontal, nas rodas, nas molduras dos para-lamas e em outros pontos-chave do modelo, que resulta em um desenho harmônico e atrativo.

O design traseiro e sua lateral trazem traços mais horizontais e lanternas que se prolongam pela linha de cintura. Seu desenho traz muita harmonia de proporções, com entre-eixos largo, boa altura de rodagem e conjunto de roda/pneu com grande diâmetro. Ele é complementado pelo friso cromado na tampa traseira e pelo para-choque com molduras fortes.

Dinâmico e versátil

Um dos grandes desafios no desenvolvimento do WR-V era conciliar a versatilidade de um utilitário esportivo com a agilidade de um carro compacto.

O conjunto dinâmico do WR-V foi projetado para permitir altura do solo, vão livre e ângulos de ataque e saída compatíveis com a proposta de um SUV, sem comprometer o conforto e a agilidade de um modelo compacto.

Com de 2,55 m de entre-eixos, 4 m de comprimento, 1,73 m de largura e 1,6 m de altura, o WR-V traz medidas compactas que o tornam ágil de condução em grandes centros urbanos. Os 17,9 cm de vão livre do solo e os ângulos de ataque e saída de 21º e 33º, garantem boa dinâmica, mesmo em pisos mais irregulares.

A suspensão adota amortecedores com batente hidráulico e diâmetro de cilindro reforçado, barra estabilizadora robusta, projetada para minimizar a rolagem da carroceria, garantindo estabilidade mesmo com uma altura do solo mais elevada. As buchas frontais são mais robustas, bem como a travessa de suspensão, com enfoque no conforto de rodagem.

O eixo traseiro tem seu desenvolvimento baseado no HR-V e traz alta rigidez para o aumento do conforto e dirigibilidade. A caixa de direção EPS (Electric Power Steering), é eletricamente assistida, desenvolvida especificamente para o WR-V, permitindo um raio de manobra de apenas 5,3 metros.

Rodas e pneus também foram desenvolvidos especificamente para o WR-V. As rodas de 16 polegadas trazem composto de alumínio com liga diferenciada, que reduz o ruído de rodagem e pneus 195/60 que trazem conforto e baixa vibração. Um pacote acústico completo, com isoladores instalados em diversos pontos do carro, colaboram para ampliar o silêncio a bordo.

Interior versátil e dinâmico

Tomando como referência a versatilidade dos produtos da Honda, o WR-V traz um interior amplo e modular – em contraste com a carroceria compacta –, com acabamento e materiais diferenciados. Uma das grandes inovações da marca, o sistema de bancos ULTRa SEAT (Utility Long Tall Refresh) também está presente no WR-V, permitindo diversas configurações de assentos e a acomodação de objetos de grandes dimensões. O modo Refresh permite ainda assoalho plano, que amplia o espaço útil para bagagens.

Aliada à proposta dinâmica do WR-V, o interior traz bancos envolventes com padronagens inéditas de revestimento, que diferem conforme a cor da carroceria, permitindo um estilo único ao SUV. São duas combinações de cores do revestimento navalhado – preto e prata ou preto e laranja – que conferem um visual dinâmico, moderno e diferenciado para o interior do WR-V. O cuidado nos detalhes também pode ser visto no painel, com um friso horizontal que aumenta a sensação de amplitude do interior, e pelo quadro de instrumentos com computador de bordo multifunções Bluemeter, exclusivo da Honda.

Motorização eficiente

O WR-V é equipado com o motor 1.5 i-VTEC FlexOne, com controle eletrônico variável de sincronização e abertura de válvulas. Criada pela Honda, a tecnologia i-VTEC varia o tempo e a profundidade de abertura das válvulas para obter a máxima eficiência em diferentes regimes de rotação.

Com isso, o WR-V traz excelente desempenho e economia de combustível, que garantiu nota A na avaliação do Conpet na categoria “esporte utilitário compacto”, com agilidade similar a de veículos com maior cilindrada. Com etanol, esse propulsor gera 116 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3 kgf.m de torque à 4.800 rpm – quando abastecido com gasolina, são 115 cv a 6.000 rpm e 15,2 kgf.m à 4.800 rpm.

A transmissão CVT possui conversor de torque, proporcionando uma resposta mais rápida e aceleração linear.

 

 

Em 2016, os hatches pequenos, carro que integra o porta-malas ao compartimento de passageiros, foram a principal opção entre os consumidores que optam pelo financiamento na hora de adquirir um automóvel leve novo. A categoria aumentou dez pontos percentuais sua participação no mercado de vendas a prazo desde 2011. 

O levantamento é da Unidade de Financiamentos da Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base integrada de informações que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo o Brasil. O SNG impede que o processo de financiamento de veículos seja suscetível a fraudes sistêmicas. 

Já os carros de entrada, considerados os mais básicos e mais baratos no portfólio de uma marca, perderam participação no mercado de vendas financiadas de autos leves novos e se tornaram a segunda categoria mais adquirida pelos consumidores. Em seis anos, sua representatividade caiu de 34%, em 2011, para 22%, em 2016. 

A Toyota deu início a uma série de testes para utilização de empilhadeiras equipadas a célula de combustível, produzidas pela divisão industrial da Toyota, a Toyota Industries Corporation, na sua fábrica em Motomachi, na Cidade de Toyota, localizada na província de Aichi (Japão).

As empilhadeiras movidas por célula de combustível utilizam hidrogênio como fonte geradora de energia elétrica, o que contribui diretamente para um desempenho ambiental altamente sustentável, já que, durante a operação, não há emissão de CO2.

Outro grande destaque na utilização do hidrogênio como fonte de energia é o tempo de reabastecimento: assim como o Mirai, as empilhadeiras precisam de, aproximadamente, três minutos. A substituição de empilhadeiras convencionais por novos equipamentos movidos à célula de combustível faz parte do plano da Toyota em reduzir as emissões de CO2 na planta da companhia em Motomachi.

A Toyota pretende expandir a utilização desse tipo de equipamento de maneira gradual, dando início à implementação de duas empilhadeiras já em 2017 e, em 2018, com adoção de 20 unidades, atingindo, até 2020, o número de 170 a 180 veículos com este tipo de tecnologia para auxiliar na movimentação de carga em toda a fábrica.

Desde que anunciou o Desafio Ambiental Toyota 2050, no ano de 2015, a Toyota tem desenvolvido diversas tecnologias que utilizam como fonte energética o hidrogênio, com a meta de reduzir de maneira drástica as emissões em todos os seus processos industriais. Para cumprir com este objetivo, a fabricante vem trabalhando com uma série de iniciativas diretamente ligadas ao desenvolvimento sustentável. Ao incorporar as empilhadeiras equipadas com célula de combustível, a marca reafirma este compromisso público assumido em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Terra, Infraestrutura, Transportes e Turismo do Japão, visando promover uma sociedade baseada no hidrogênio.

Fonte: Assessoria 

O lago da hidrelétrica de Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai, acaba de ganhar um reforço para o patrulhamento e combate ao tráfico de drogas e armas. Um helicóptero da Polícia Civil do Paraná passará a integrar as operações realizadas pela Polícia Federal, Batalhão da Polícia Fronteira da PM-PR (BPFron) e demais forças da região.

A aeronave foi apresentada à imprensa nesta manhã de sexta-feira (27), na base do Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom) da PF, na usina de Itaipu. A ação faz parte da operação Fronteira Integrada, que une diversas forças de segurança, como a PF, polícias Militar e Civil, Marinha e Polícia Rodoviária Federal. A operação foi criada a partir do decreto 8.903, do Governo Federal, publicado em novembro passado. 

A primeira fase da operação, realizada em dezembro, concentrou-se na região da Ponte da Amizade. Agora, as atenções se voltam ao lago da Itaipu, entre os municípios de Foz do Iguaçu e Guaíra.

“Nesta região de fronteira, as polícias já vinham realizando um trabalho integrado, mas agora essa integração será cada vez maior”, explicou o delegado da PF em Foz do Iguaçu, Fabiano Bordignon. “Com esse reforço, o patrulhamento do lago de Itaipu passa a ser ininterrupto, 24 horas por dia”, acrescentou.

"O apoio da Itaipu tem sido fundamental para a realização desse trabalho", destacou o agente da PF Augusto da Cruz Rodrigues, chefe do Nepom. Além de a binacional ter construído a base da PF junto à barragem, um convênio entre as duas instituições garante o fornecimento de combustível e a manutenção de cerca de 30 embarcações. Atualmente, a Polícia Federal vem negociando com a empresa a renovação desse convênio, que se encerra em março. 

Conforme explica do delegado Renato Coelho de Jesus, comandante do Grupamento Aéreo da Polícia Civil, a função do helicóptero é realizar a contenção de embarcações suspeitas, enquanto as lanchas da PF são acionadas para fazer a abordagem.  “O helicóptero, que consegue cobrir os 170 quilômetros entre Foz do Iguaçu e Guaíra em menos de uma hora, dará mais agilidade às operações”, afirmou.

O helicóptero que será utilizado nas operações foi apreendido de traficantes pela operação Ferrari, da Polícia Federal, em Londrina. A Justiça deu depósito da aeronave à Polícia Civil do Paraná. O helicóptero vem sendo utilizado pela polícia desde o último mês de julho.

Fonte: Assessoria