A Nissan dominou a categoria SUV e conquistou o primeiro e o segundo lugar da premiação anual da Federação Interamericana de Jornalistas Automotivos, a FIPA. Na edição de 2017, a votação da FIPA deu ao Nissan Kicks, o novo crossover global da marca japonesa, o título de "SUV do Ano de 2017". Pioneiro da família de crossovers, o Nissan Murano ficou em segundo, fazendo da Nissan a marca líder do segmento.

Um dos modelos de maior sucesso da Audi em todo mundo, o Audi A3 Sedan chega ao mercado brasileiro na versão 1.4 Flex com novo design de faróis, lanternas, grade e para-choques, tornando o carro ainda mais atraente. 

 O modelo passa a contar com volante e alavanca de seta semelhante à do A4, novos difusores de ar, console central com mudança nos botões de acesso ao sistema MMI (media music interface) e duas entradas USB, que dispensam o uso do cabo adaptador. Todas as luzes internas são agora de LEDs. 

A estrutura de menus no sistema MMI foi redesenhada, passando a ter o mesmo visual dos modelos TT, A4 e Q7. Na tela eletricamente rebatível de sete polegadas, a operação é baseada em smartphones. A peça central do terminal é o botão redondo giratório, cujo anel tem iluminação branca na versão superior. Acima e ao lado do controle rotativo estão alternadores e botões com os quais o motorista pode navegar na nova estrutura de menu. O controle de voz aprimorado para rádio, mídia e telefone agora também entende muitas frases da linguagem cotidiana.

Por meio da entrada USB, telefones celulares com os sistemas operacionais iOS e Android podem se conectar com o carro por meio do Audi smartphone interface. O sistema permite que certos aplicativos funcionem diretamente na tela do veículo.

 

Performance e eficiência com a tecnologia flex 

As versões Attraction e Ambiente contam com o motor 1.4 TFSI Flex produzido no Brasil, com 150 cv de potência e 250 Nm de torque disponível a apenas 1.500 rpm, otimizando o desempenho nas condições de uso mais frequentes, ou seja, no trânsito urbano, em velocidades moderadas. Um detalhe importante é que os valores de desempenho do motor são idênticos tanto com etanol puro como com gasolina.

O motor com injeção direta de combustível na câmara de combustão tem seu desempenho potencializado pelo câmbio automático Tiptronic de seis velocidades, que oferece a possibilidade de trocas de marchas de forma manual por meio da alavanca seletora ou pelas shift paddles posicionadas atrás do volante.  Esse conjunto mecânico de alta eficiência leva o A3 Sedan da imobilidade aos 100 km/h em 8,8 segundos. A velocidade máxima é de 215 km/h.

Uma vantagem da injeção direta de combustível é que não há necessidade de adoção de nenhum sistema auxiliar para partida a frio com etanol, nem mesmo para pré-aquecimento do combustível. A altíssima pressão de entrada do etanol na câmara de combustão e a possibilidade de dosar eletronicamente a mistura ar-combustível garante uma partida sem dificuldades mesmo nos dias mais frios.

As versões Attraction e Ambiente

Com o motor bicombustível, o A3 Sedan continuará sendo oferecido nas versões Attraction e Ambiente, mas traz maior variedade de itens de série e oferta de opcionais. Todas elas se caracterizam pelo conforto e segurança, incluindo, entre outros itens, um total de sete airbags para proteção dos ocupantes – frontais e laterais na dianteira, airbags de cortina para as janelas laterais dianteiras e traseiras e airbag para proteção dos joelhos do motorista. Outro item de segurança ativa, presente em todas as versões, é o ESP, controle eletrônico de estabilidade.

A versão de entrada, a Attraction, traz de série ar-condicionado, direção eletromecânica, faróis bi-xenônio com ajuste automático de altura e lavadores, rádio MMI com alto-falantes com conexão via Bluetooth, computador de bordo, sensor de estacionamento traseiro, bancos dianteiros com ajuste de altura, volante multifuncional e alavanca de câmbio revestidos de couro e vidros laterais e traseiro com isolamento térmico.

Há ainda o sistema start-stop para desligamento e partida do motor quando o carro é imobilizado, como em semáforos e congestionamentos – um equipamento que pode fornecer até 10% de economia de combustível, sobretudo nas grandes cidades. O freio de estacionamento tem acionamento eletromecânico e as rodas são de alumínio com 16 polegadas.

A versão intermediária Ambiente soma aos itens de série do Attraction sensores de luz e chuva, para-brisa com faixa colorida cinza e rodas de alumínio aro 17.

Um dos diferenciais do A3 Sedan Ambiente é a oferta de opcionais, com dois pacotes de equipamentos: o Design, constituído por bancos de couro sintético, diversos porta-objetos e teto solar panorâmico “Open Sky”, e o pacote Ambiente Plus, que traz controle de velocidade de cruzeiro, espelho retrovisor com função antiofuscante automática, computador de bordo com display colorido, Audi Sound System e pacote de luzes.

PREÇOS

A3 Sedan 1.4 TFSI Flex versão Attraction: R$ 115.190,00

A3 Sedan 1.4 TFSI Flex versão Ambiente: R$ 124.190,00

 A linha 2017 do HB20 chega às concessionárias de todo o Brasil mais enxuta, competitiva e alinhada com os desejos e as necessidades do consumidor. Agora são 24 versões com preços que variam de R$ 42.500,00 a R$ 71.175,00. O grande destaque fica para a nova versão Comfort Plus blueMedia, que passa a contar com a central de entretenimento digital e diversos itens antes disponíveis apenas nas opções superiores.

Com preço inicial de R$ 48.530,00, a Comfort Plus blueMedia 1.0 com câmbio manual, por exemplo, apresenta central multimídia blueMedia e equipamentos adicionais de conforto e estilo, como lanternas Clear Type, regulagem de altura e profundidade do volante e detalhes de cromo acetinado nas maçanetas internas, nas saídas de ar e no freio de mão.

Para valorizar a oferta da maior variedade de cores do segmento, com três opções sólidas, quatro metálicas e três perolizadas, a Hyundai também reduziu o valor cobrado pelas pinturas metálicas e perolizadas do HB20, que passam a custar R$ 650,00, ante R$ 1.100,00 no ano-modelo 2016.

Na linha 2017, as preferências dos consumidores foram condensadas em um número menor de versões do HB20, proporcionando mais agilidade no processo de vendas e no atendimento nacional dos pedidos. 

Com um total de 182.323 caminhões liberados ao longo do ano de 2016, o recorde anterior, estabelecido em 2014, com liberação de 158.954 cargas, foi amplamente superado (aumento de 14%). Comparativamente a 2015, ano no qual trafegaram 147.526 veículos pelo recinto, o crescimento na movimentação foi superior a 23%. 

O principal responsável pelo incremento de todo esse fluxo de cargas foi a operação de importação, mais destacadamente, a de commodities agrícolas produzidas pelo Paraguai, operação que quase dobrou de tamanho quando comparada à movimentação de cargas vislumbrada em 2015. 

Dentro dessa operação os gêneros mais importados foram o milho (aumento de 2617% em relação a 2015), seguido do trigo (62%), arroz (37%) e soja (3%). Todas essas operações foram alavancadas pelos valores atrativos no mercado brasileiro, pois o país enfrentou dificuldades em algumas das safras citadas e teve que se socorrer do mercado externo. 

Pelo lado da exportação verificou-se redução de aproximadamente 9% na movimentação de cargas, finalizando 2016 com 64.467 cargas, em contrapartida a 2015, quando 69.670 caminhões carregavam cargas de exportação. 

Os principais gêneros exportados em 2016, por ordem de valor, foram: máquinas, plásticos e suas obras, adubos, veículos e tabaco. 

Partindo-se do ponto de vista comercial, o fluxo total de comércio estabelecido via recinto foi de 5,18 bilhões de dólares. Dessas divisas, US$ 2,63 bilhões foram oriundas de exportação e US$ 2,55 bilhões de importação. Consequentemente, a balança comercial da estação ficou positiva em 80 milhões de dólares em 2016. 

Tal superavit foi muito inferior ao atingido em 2015, ano no qual a balança do recinto ficou positiva em US$ 837 milhões. Em termos de saldo, o resultado de 2015 havia sido tão superior, pois naquele ano a restrição cambial foi responsável por forte decréscimo no volume das importações, ao mesmo tempo que incentivava a exportação, situação que foi amenizada ao longo de 2016. 

Os quadros da sequência apresentam os pesos e valores totais das cargas de importação e de exportação que ingressaram no Porto Seco de Foz do Iguaçu nos anos de 2015 e 2016, com o detalhamento do país de procedência/destino, bem como a evolução percentual dos respectivos valores. 

Com esse resultado, pelo quinto ano consecutivo, o Porto Seco de Foz do Iguaçu foi o maior da América Latina no quesito movimentação de cargas. Tais resultados devem-se aos sucessivos crescimentos de PIB do país vizinho. No ano de 2016, apenas o fluxo envolvendo Brasil e Paraguai respondeu por 74% de toda a operação da estação. 

Fonte: Assessoria