A Renault começou as vendas da SUP (Sport Utility Pick-Up) Duster Oroch na Argentina. O inovador modelo cria um segmento entre as picapes pequenas e médias na Argentina, assim como fez no Brasil. A Oroch é fabricada em São José dos Pinhais (PR) e será lançada no país vizinho em cinco diferentes versões.

Há duas versões com os motores 1.6 16V de 110 cv – Dynamique e Outsider – e outras três versões com o 2.0 16V de 143 cv: Dynamique, Privilege e Outsider Plus. O motor 1.6 é associado a um câmbio manual de cinco velocidades, enquanto o motor 2.0 é acoplado ao câmbio manual de seis marchas ou automático com quatro marchas. A tração é sempre dianteira.

A Argentina é o segundo país da América do Sul a importar a picape. O modelo é vendido na Colômbia desde janeiro deste ano. Nos próximos meses a Duster Oroch será vendida em outros mercados latino-americanos.

Picape robusta, cabine dupla, com quatro portas, excelente espaço para cinco passageiros, caçamba generosa e com tamanho na medida certa, a Duster Oroch é perfeita para quem procura liberdade e não abre mão de grande espaço interno e da versatilidade de uma picape, seja para o trabalho ou para o lazer. 

A Duster Oroch se destaca por sua inovação e pioneirismo. Entre seus diferenciais está a suspensão traseira multilink em todas as versões, que garante dirigibilidade aprimorada para oferecer uma condução precisa e segura como a de um carro de passeio, tanto com a caçamba vazia quanto carregada.

 

Em Foz do Iguaçu você encontra a Oroch, na Open, concessionária da Renault. 

Avenida Costa e Silva, 1.819. O telefone é (45) 3576-5000.

 

por Marcos Guilherme D. Cunha

Sempre que escrevo ou dou um parecer à mídia, procuro salientar a importância que deve ser dada ao roubo de cargas por parte dos governos. É muito clara a relação entre as ocorrências e o tráfico de drogas e de armas. Em suma, esse tipo de crime financia a bandidagem. O crescente número de notícias sobre roubos desse tipo nos dão uma ideia do quão grave é o problema.

A Secretaria Estadual de Segurança Pública divulgou que o roubo de cargas foi um dos crimes que mais cresceu, tanto na capital quanto no estado de São Paulo. O Brasil é campeão mundial no assunto, estando à frente de países como México, África do Sul, Somália e Síria, apontados com “altíssimo risco”, de acordo com a Freight Watch International, maior consultoria especializada em roubos de cargas do mundo.

A modalidade, segundo a Associação das Transportadoras, cresceu 16% no país, em um ano, e as quadrilhas estão atacando, também, dentro das cidades. Dos 17 mil casos registrados, 85% foram no Sudeste. Só no Rio de Janeiro, o aumento foi de 66%. É como se o crime organizado tivesse encontrado a mina de ouro.

Há muito tempo, o Brasil sofre com a fragilidade do sistema de segurança pública. O planejamento logístico de nosso país passa por nossas estradas e rodovias. Para ratificar isso, basta observarmos o levantamento da CNT - Confederação Nacional do Transporte, de 2014, que concluiu que os roubos de cargas provocaram prejuízos superiores a R$ 1 bilhão.

Geralmente, os crimes acontecem com armamento pesado e através de ações extremamente violentas. Depois de roubar os caminhões, os criminosos vendem os produtos e, com o dinheiro, compram armas, segundo as autoridades que acompanham os sinistros.

É notório que os governos estadual e federal não têm meios de ajudar, de forma acentuada, no combate eficiente e na erradicação deste tipo de crime. Porém, deve fornecer meios inteligentes para que a inciativa privada, por intermédio das empresas de transporte de valores e de cargas especiais, possa coibir este tipo de ação.

Para isso acontecer de fato, é preciso haver uma legislação para área de segurança privada mais moderna e atualizada que discuta, por exemplo, conceitos como o nível de blindagem dos veículos de valores e de cargas especiais que circulam em estradas, que deveria ser equivalente ao dos veículos blindados militares e ainda, tornar crime hediondo o porte de armas de uso exclusivo das forças armadas. O tema é mais complexo do que parece, ainda mais por causa da burocracia brasileira.

Nosso país vive uma crise econômica grande. O roubo de cargas traz prejuízos irreparáveis para o Brasil. O investimento em alta tecnologia e segurança feito pelas empresas de transporte de valores vai gerar redução do índice de perda de cargas e eliminará os custos com gerenciadoras de risco, tornando a logística mais eficiente à medida que reduz a burocracia e estabiliza (ou até mesmo diminui) o preço do frete. Isso proporciona uma contribuição importante para a economia nacional. É fato que ações devem ser tomadas, caso contrário, as estatísticas continuarão aumentando, tanto de roubos como do crime organizado de tráfico de drogas e armas.

 

Marcos Guilherme D. Cunha é diretor geral da Transvip Brasil, transportadora de valores e cargas especiais. 

No mês em que completa 12 meses de seu lançamento comercial no Brasil, o Jeep® Renegade recebeu mais duas opções para a cor da carroceria. Ambas metálicas, as novidades são o Cinza Antique e o Vermelho Tribal (de tonalidade vinho), que podem ser apreciadas no site monteseucarro.jeep.com.br.

Elas se somam às pinturas sólidas Branco Ambiente, Verde Commando e Vermelho Colorado e aos outros tons metalizados Prata Melfi e Preto Carbon. Contando ainda com o Laranja Aurora, exclusividade da versão Trailhawk, e com o Preto Shadow (só para as configurações 1.8 e 1.8 Automático – esta para Pessoas com Deficiência), ao todo são nove cores para o consumidor escolher.

Além disso, as versões Sport (Flex e Diesel) do Renegade passaram a oferecer as barras longitudinais de teto na lista de opcionais. Antes, as peças eram compradas como acessórios. Vale dizer que essas barras estão entre os equipamentos de série a partir da configuração Longitude.

“Essa variedade de cores, aliada à autenticidade do desenho do Renegade e ao fato de ele não derivar de nenhum carro de passeio, reforça a sensação de ‘invasão’ do nosso SUV compacto nas ruas brasileiras”, afirma o Diretor de Brand Jeep, Rogério Villaça.

Balanço anual

Após um ano de mercado, o Jeep Renegade já acumula 55 mil unidades vendidas no país, distribuídas por uma rede de 194 concessionárias no território nacional. Tal desempenho colocou a Jeep na nona posição do ranking de marcas de automóveis e comerciais leves no primeiro trimestre deste ano, com 2,91% de participação de mercado.