Codefoz lança Câmara Técnica de Saúde

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Com o objetivo de contribuir com projetos, propostas e soluções para melhorar a qualidade dos serviços de saúde, o Codefoz (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu) lança a Câmara Técnica de Saúde, nesta quarta-feira, 19, às 18h30, durante a reunião plenária do órgão. O colegiado técnico será composto por representantes de instituições públicas e organizações sociais relacionadas ao setor de saúde.

A Câmara Técnica irá atuar por meio de medidas de médio e longo prazo, colaborando, propondo e fortalecendo as chamadas políticas públicas de Estado e com as ações de governo. O órgão do Codefoz também visa fomentar e atrair novos investimentos para o município. O projeto que começará a ser trabalhado pretende transformar Foz do Iguaçu em um polo regional de referência em serviços de saúde prestados à população. 

A Câmara Técnica de Saúde do Codefoz reunirá representantes de instituições como a Secretaria Municipal de Saúde, 9ª Regional de Saúde (órgão da Secretaria de Estado da Saúde), COMUS (Conselho Municipal de Saúde). Também farão parte do coletivo, clubes de serviços, igrejas, MPE (Ministério Público do Estado do Paraná), MPF (Ministério Público Federal), entidades ligadas aos usuários de saúde, entre outras representações.  

O presidente do Codefoz, Roni Temp, enfatiza a importância da Câmara Técnica para a melhoria dos serviços de saúde no município. “As câmaras do Codefoz promovem a participação da comunidade, desenvolvem atividades técnicas e fornecem contribuições de forma permanente”, destaca. “A área da saúde é estratégica para o desenvolvimento e a qualidade de vida das pessoas. E o Codefoz cumpre o seu papel ao consolidar espaços de decisão e de proposições também nesta área”, diz Temp. 

O conselheiro do Codefoz, Danilo Vendruscolo, um dos articuladores da Câmara Técnica de Saúde, destaca a importância do envolvimento da população em torno de soluções e debates sobre a área de saúde. “A Câmara Técnica é um canal para a sociedade se envolver, participar e propor mudanças na saúde pública, que está em uma situação extremamente crítica”, aponta. “Trata-se de uma iniciativa suprapartidária e um trabalho totalmente voluntário, conclui. 

Fonte: Assessoria

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