Começou a contagem regressiva. A Fespop, uma das festas populares de maior expressão no estado do Paraná, será realizada entre os dias 10 a 13 de maio em Santa Terezinha de Itaipu. O evento acontece no Parque de Exposições e Eventos. Cerca de 150 expositores são esperados nesta edição da feira, entre os quais estão empresas do agronegócio, comércio, indústria e serviços.

Há pouco mais de um ano no cargo de diretor financeiro executivo de Itaipu, o advogado londrinense Marcos Vitório Stamm é o novo diretor-geral brasileiro interino da Binacional. Ele assume no lugar do engenheiro eletricista Luiz Fernando Leone Vianna, exonerado a pedido, na última sexta-feira (6), para atuar na iniciativa privada.

O Procon de Londrina divulgou hoje mais uma pesquisa de preços de combustíveis realizada em postos da cidade. De acordo com os dados oficiais, 95 estabelecimentos foram pesquisados, porém, 12 não forneceram as informações questionadas e outros dez não possuem contato ativo, resultando em um número final de 73 postos pesquisados.

O preço médio da gasolina comum foi de R$ 4,19, o que corresponde a um aumento de R$ 0,05 (1,29%) em relação à pesquisa feita no dia 26 de fevereiro deste ano. Já o preço mínimo observado foi de R$ 3,89 e preço máximo, R$ 4,59.

Em relação ao etanol, o preço médio identificado foi de R$ 3,05 por litro, o que reflete um aumento de R$ 0,02 (1,01%) se comparado à pesquisa anterior. O valor mais alto cobrado pelo litro do etanol foi de R$ 3,29 e o menor valor foi de R$ R$ 2,84. 

De acordo com o coordenador-executivo do Procon, Gustavo Richa, o objetivo do Procon a partir da divulgação da pesquisa é dar transparência com relação aos preços aplicados, o que ajuda o cidadão a decidir qual estabelecimento é o mais conveniente na hora de abastecer.

“O principal objetivo é fazer com que as pessoas fiquem informadas a respeito dos valores aplicados nos postos de Londrina e se possível procurem aqueles que sejam mais convenientes”, disse. 

A pesquisa foi realizada no período de 29 de março a 2 de abril deste ano, e pode ser consultado no site do Procon-Ld. Para acessá-la, basta clicar no link localizado no canto esquerda da página, chamado “Setor Pesquisa”. 

Fonte: N.Com da Prefeitura de Londrina

Executivos da General Motors (GM) estiverem na ExpoLondrina na última quinta-feira (5) visitando o estande da Metronorte, concessionária Chevrolet na cidade. A reportagem da Sobre Rodas conversou com Rodrigo Perencin, gerente de marketing, e Rogério Sasaki, gerente de marketing de produto da GM Mercosul, sobre liderança, expectativa de mercado e planos de eletrificação.

Para os executivos, os 30 meses de liderança da marca no mercado brasileiro têm tudo a ver com pioneirismo e tecnologia embarcada nos veículos, com destaque para o conjunto multimídia My Link e On Star. Com o My Link, a Chevrolet introduziu os sistemas multimídia no segmento de automóveis de entrada; recentemente, inovou com a disponibilização do Waze para os motoristas.

 

Carro mais vendido na América Latina, o Chevrolet Onix já emplacou mais de 40 mil unidades no Brasil em 2018 e caminha para o 4º ano consecutivo como mais vendido do País.

“Mas não é isso que nos move. A liderança é consequência de um trabalho que a gente já vem fazendo ao longo de quase cinco anos, de uma renovação total do nosso portfólio, que colocou o Onix como carro mais vendido do Brasil por diversos atributos que ele traz como diferencial”, argumenta o executivo.

De acordo com Perencin, o Onix – lançado em 2012 - foi pensado para ser um carro com qualidade e tecnologia, característica que tem sido fundamental na decisão de compra do consumidor. Ele aponta, ainda, a economia de combustível como um dos fatores determinantes na escolha.

“Hoje o consumidor tem uma cabeça muito financeira,  sobretudo nos últimos três anos”, diz. 

Rodrigo Perencin no estande da Metronorte. Fotos: Cecília França

SUVs

Já no segmento de SUVs, o que mais cresce hoje no Brasil, a Chevrolet vive uma situação paradoxal: é uma das poucas marcas com portfólio completo, ou seja, representantes nas três categorias (compactos, médios e premium), porém, nenhum entre os mais vendidos. Perencin destaca os diferenciais da família, composta por Tracker, Equinox e Trailbrazer.

“Eu trago a Tracker, único turbo da categoria, baixíssimo consumo de combustível, dirigibilidade fantástica, um carro que pega tudo isso que o consumidor tem buscado; depois a gente entra com a Trailblazer, que disputa no segmento Premium, com dois motores, gasolina e diesel, e versão de 7 lugares com os bancos rebatíveis; e faltava a cereja do bolo, essa fatia do meio do mercado, e aí veio a Equinox. Ela traz motor 2.0 turbo, de mais de 250 cv. A gente tem dúvida se é um SUV ou um esportivo quando dirige”, garante.

Para Rogério Sasaki, gerente de marketing de produto, um posicionamento melhor neste segmento é apenas questão de tempo. “Não despontamos na liderança mas a gente vai surpreender. Completamos a família com Equinox, que é um tremendo sucesso, tem fila de espera. Já a Tracker está num mercado bastante competitivo, mas cresceu muito, de uns 3% de share neste segmento para cerca de 10%, 12%”, ressalta.

Rogério Sasaki na série especial 100 Years da S10

Elétrico

A GM tem planos de ser pioneira também em eletrificação, por isso, planeja trazer o Bolt para Brasil já em 2019. Segundo noticiou a revista Quatro Rodas no mês passado, a ideia seria ofertar o veículo 100% elétrico em um sistema de aluguel, o que o viabilizaria comercialmente, já que o preço não deve ser dos mais acessíveis.

A falta de infraestrutura no Brasil, no entanto, deve ser um empecilho para a tecnologia elétrica, já que o País conta com pouquíssimos postos de abastecimento. O Paraná conta com postos em Curitiba e, recentemente, anunciou investimentos em outros municípios do Estado, inclusive Foz do Iguaçu.

Os planos da GM também ainda podem esbarrar no Rota 2030, plano para o setor automotivo que está sendo gestado pelo Governo Federal e que vai tratar das cotas de importação, uma vez que o Bolt é fabricado nos Estados Unidos. Porém, ciente de tudo isso, Perencin enfatiza a visão de pioneirismo da montadora.

“A Chevrolet quer ser pioneira mais uma vez trazendo um carro 100% elétrico e que dá ao cliente a flexibilidade de poder carregar seu carro em casa, com poucas horas de carga na tomada normal”, destaca. O preço do Bolt nos EUA gira em torno de US$ 35 mil.

Chevrolet Bolt. Foto: Divulgação

Cecília França

 

Os fãs de picape que passarem pela ExpoLondrina até o próximo dia 15 de abril terão a oportunidade de testar a capacidade da nova S10 em uma pista off road montada pela Chevrolet na feira. Mesmo pequena, a pista conta com obstáculos emocionantes, como o pêndulo - em que uma das rodas fica suspensa no ar - e a descida íngreme.

Para superar esses desafios, a nova S10 conta com uma sopa de letrinhas: controles de tração (TC) e de estabilidade (ESP), assistente de partida em rampas (HSA) e assistente de descida (HDC). Enquanto o HSA "segura" o veículo por alguns segundos, impedindo que ele recue em saídas íngremes, o HDC controla a velocidade da picape sem necessitar da intervenção do motorista, garantindo mais segurando nas descidas.

Enfrentamos a pista a bordo da versão topo de linha, High Country, e não tivemos sobressaltos. Também é possível colocar à prova a capacidade da Trailblazer, SUV premium da marca.

A nova S10 conta com 13 variações de configurações. São cinco versões de acabamento (LS, Advantage, LT, LTZ e High Country), três opções de cabine (simples, dupla e chassis cab), duas de motorização (2.8 TurboDiesel e 2.5 SIDI Flex), dois tipos de transmissão (manual e automática, ambas de seis velocidades), além de dois tipos de tração (4x2 e 4x4 com reduzida).

Fotos: Maurício Della Barba

 

100 anos de picapes

A Chevrolet está comemorando 100 anos de produção de picapes no mundo e escolheu a S10 para celebrar este marco, criando a série comemorativa S10 100 Years, numerada e limitada a 450 unidades - precificadas em pouco mais de R$ 187 mil.

Equipada com o mesmo powertrain e pacote da versão High Country, a série especial ganhou pintura exclusiva Azul Steel; logotipo vintage, pintado em azul escuro e com o nome da marca grafado; logotipo 100 Years nas laterais e numeração na parte interna das portas.

Confira itens de série da S10 100 Years:

Acendimento automático dos faróis;

Luz de condução diurna em LED (DRL);

Banco do motorista com ajuste elétrico;

Sensor de chuva;

Retrovisor central eletrocrômico;

Câmera de ré com gráficos para auxílio em manobras;

Sensor de estacionamento dianteiro;

Acionamento remoto da ignição;

Ar-condicionado digital com oito velocidades;

Sistema de áudio premium de alta definição;

Rebatimento elétrico dos retrovisores externos.

Estribos laterais

Direção com assistência elétrica progressiva inteligente

Computador de bordo com alerta da pressão dos pneus

Multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay

OnStar com serviços de app, emergência, segurança, navegação, concierge e diagnóstico avançado

Alerta de saída de faixa

Alerta de colisão frontal

Controles eletrônicos de estabilidade e de tração

Assistente de partida em rampas 

Assistente de descida íngreme

A série especial pode ser conferida de perto no estande da Metronorte, concessionária Chevrolet, na ExpoLondrina.

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) decidiu suspender, por tempo indeterminado, a Resolução nº 716, de 30 de novembro de 2017, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que tornaria obrigatória a Inspeção Técnica Veicular para renovação do licenciamento anual dos veículos. A decisão foi publicada na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União.

Pela resolução, os condutores seriam obrigados a submeter seus veículos à inspeção como parte do processo de renovação do licenciamento e obtenção do Licenciamento Veicular. As inspeções teriam validade de dois anos, com início previsto para 1º de julho, data limite para os departamentos de trânsito estaduais (Detrans) enviarem ao Denatran o cronograma necessário para realização dos procedimentos.

De acordo com o diretor do Denatran, Maurício Alves, a definição dos requisitos para elaboração do cronograma é um dos motivos que dificulta a implementação da resolução. “Estamos sempre atentos às demandas dos Detrans, que são nossos parceiros na fiscalização das leis de trânsito, e entendemos que esse processo precisa passar por um debate mais aprofundado, para que possamos aplicá-lo da melhor maneira possível, com o mínimo de transtorno à população.”

O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, ressaltou que a pasta está atenta aos anseios da sociedade.

“Os condutores do país podem ter a certeza que estamos, cada vez mais, atentos às necessidades da frota brasileira, pensando e executando as melhores decisões para tornar o trânsito um lugar mais seguro, harmonioso e eficaz para todos os brasileiros".

A resolução excluía da necessidade de inspeção os veículos com mais de 30 anos de fabricação, os chamados "antigos" e "de coleção", o que poderia impulsionar o comércio ilegal de placas pretas. Falamos sobre isso aqui.

Cecília França (com assessoria do Denatran)

Garupers, motoristas, empresários? Não importa. O que vale é ter uma renda extra no final do mês. Mayson Marques é empresário. Ele é dono da pizzaria Papizza em Foz do Iguaçu. Mas como o estabelecimento abre somente à noite, Mayson passava o dia um pouco ocioso. Na tentativa de ocupar o tempo e, ainda, ganhar uma renda extra, resolveu ser garuper

Mulher no trânsito não é mais surpresa, mas dirigindo um táxi ainda pode causar espanto em alguns. Marlene Barros Pereira e Keyti Rocha são duas veteranas da profissão em Londrina e já lidaram com situações de preconceito, porém, com profissionalismo, derrubaram todas as barreiras.

Marlene é taxista há 13 anos. Herdou a profissão do pai e também tem irmão e marido taxistas. Quando a reportagem da Sobre Rodas a questionou sobre as dificuldades da profissão, Marlene lembrou de uma situação emblemática, que a define como profissional.

"Um dia eu estava no aeroporto e um homem se aproximou e perguntou se era eu que estava na vez. Eu disse que sim e ele respondeu 'É que eu preciso de uma corrida para São Paulo, mas não sei, com mulher...' Eu disse para ele ir para o carro de trás", relembra. "Mas a mulher dele veio até mim e disse que queria, sim, fazer a viagem comigo. O marido iniciou a viagem no banco de atrás, mas depois de um tempo passou para a frente e até dormiu. Toda vez que eles estão no Brasil sou eu que faço corrida para eles", comemora.

Conquistar os clientes não é uma dificuldade para Marlene. Comunicativa, ela acaba transformando-os em amigos, por isso, tem muitas corridas fixas. "Eu gosto de conversar, gosto de gente. Eu gosto de estar em contato com as pessoas, me sinto bem", explica.

Segundo Marlene, muitos de seus clientes são idosos, público ainda mais exigente, o que faz com ela busque se aperfeiçoar para manter sempre a qualidade. "Eu faço com muito amor, tudo dentro da lei, porque é algo que eu quero fazer sempre", garante.

Foi com a renda do táxi que Marlene formou a filha em Direito e também é com ele que ela pretende custear os estudos do filho mais novo, de apenas dois anos.

"Se tiver que formar mais ele na faculdade, vai ser do táxi", diz, sorrindo.

Foto: Cecília França

Por acaso

Há 14 anos o trabalho como taxista "caiu no colo" de Keyti Rocha. Para ajudar o irmão que estava desempregado, ela trocou o carro por um táxi. Durante o dia, ela usava para viagens de trabalho para uma loja de atacado; à noite, ele fazia as corridas. Porém, quando o irmão arranjou um táxi para trabalhar o dia todo, Keyti ficou sozinha para manter o veículo.

"Táxi dá despesa, então, comecei a trabalhar nos dias em que não viajava pela empresa, e fui fazendo uma clientela fixa. Quando eu vi já estava deixando de viajar para manter os clientes do táxi", relembra.

Desde então, a clientela fixa aumentou e Keyti acredita que seus diferenciais como motorista contribuam para a fidelização dos clientes.

"Eu acho que as mulheres dirigem bem. Meus clientes dizem que têm muita segurança para viajar com a família, para poder descansar durante a viagem. Eu também procuro ter conhecimento da cidade, saber o que os clientes precisam, estudar os bairros, saber em que região ficam. Eu tento me manter informada para poder atender bem os clientes", detalha.

Foto: Arquivo pessoal

Preconceito

Keyti diz ter enfrentado mais preconceito por parte de colegas do que de clientes. Ela conta que superou a resistência deles se engajando mais nas causas da categoria. "Hoje eu tenho um pouco mais de liberdade com eles porque sou muito participativa em tudo, inclusive trabalho à noite também e isso acabou me aproximando mais do mundo deles", afirma. Na opinião da taxista, alguns colegas imaginam que as mulheres têm menos dificuldades neste serviço por fazerem clientes mais com facilidade ou trabalharem em horários mais tranquilos, o que não corresponde à realidade.

"A mulher, para enfrentar o mercado, tem que se adaptar a tudo que ele oferece, tanto os lucros quanto as dificuldades", finaliza.

Cecília França