Os fãs de picape que passarem pela ExpoLondrina até o próximo dia 15 de abril terão a oportunidade de testar a capacidade da nova S10 em uma pista off road montada pela Chevrolet na feira. Mesmo pequena, a pista conta com obstáculos emocionantes, como o pêndulo - em que uma das rodas fica suspensa no ar - e a descida íngreme.

Para superar esses desafios, a nova S10 conta com uma sopa de letrinhas: controles de tração (TC) e de estabilidade (ESP), assistente de partida em rampas (HSA) e assistente de descida (HDC). Enquanto o HSA "segura" o veículo por alguns segundos, impedindo que ele recue em saídas íngremes, o HDC controla a velocidade da picape sem necessitar da intervenção do motorista, garantindo mais segurando nas descidas.

Enfrentamos a pista a bordo da versão topo de linha, High Country, e não tivemos sobressaltos. Também é possível colocar à prova a capacidade da Trailblazer, SUV premium da marca.

A nova S10 conta com 13 variações de configurações. São cinco versões de acabamento (LS, Advantage, LT, LTZ e High Country), três opções de cabine (simples, dupla e chassis cab), duas de motorização (2.8 TurboDiesel e 2.5 SIDI Flex), dois tipos de transmissão (manual e automática, ambas de seis velocidades), além de dois tipos de tração (4x2 e 4x4 com reduzida).

Fotos: Maurício Della Barba

 

100 anos de picapes

A Chevrolet está comemorando 100 anos de produção de picapes no mundo e escolheu a S10 para celebrar este marco, criando a série comemorativa S10 100 Years, numerada e limitada a 450 unidades - precificadas em pouco mais de R$ 187 mil.

Equipada com o mesmo powertrain e pacote da versão High Country, a série especial ganhou pintura exclusiva Azul Steel; logotipo vintage, pintado em azul escuro e com o nome da marca grafado; logotipo 100 Years nas laterais e numeração na parte interna das portas.

Confira itens de série da S10 100 Years:

Acendimento automático dos faróis;

Luz de condução diurna em LED (DRL);

Banco do motorista com ajuste elétrico;

Sensor de chuva;

Retrovisor central eletrocrômico;

Câmera de ré com gráficos para auxílio em manobras;

Sensor de estacionamento dianteiro;

Acionamento remoto da ignição;

Ar-condicionado digital com oito velocidades;

Sistema de áudio premium de alta definição;

Rebatimento elétrico dos retrovisores externos.

Estribos laterais

Direção com assistência elétrica progressiva inteligente

Computador de bordo com alerta da pressão dos pneus

Multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay

OnStar com serviços de app, emergência, segurança, navegação, concierge e diagnóstico avançado

Alerta de saída de faixa

Alerta de colisão frontal

Controles eletrônicos de estabilidade e de tração

Assistente de partida em rampas 

Assistente de descida íngreme

A série especial pode ser conferida de perto no estande da Metronorte, concessionária Chevrolet, na ExpoLondrina.

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) decidiu suspender, por tempo indeterminado, a Resolução nº 716, de 30 de novembro de 2017, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que tornaria obrigatória a Inspeção Técnica Veicular para renovação do licenciamento anual dos veículos. A decisão foi publicada na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União.

Pela resolução, os condutores seriam obrigados a submeter seus veículos à inspeção como parte do processo de renovação do licenciamento e obtenção do Licenciamento Veicular. As inspeções teriam validade de dois anos, com início previsto para 1º de julho, data limite para os departamentos de trânsito estaduais (Detrans) enviarem ao Denatran o cronograma necessário para realização dos procedimentos.

De acordo com o diretor do Denatran, Maurício Alves, a definição dos requisitos para elaboração do cronograma é um dos motivos que dificulta a implementação da resolução. “Estamos sempre atentos às demandas dos Detrans, que são nossos parceiros na fiscalização das leis de trânsito, e entendemos que esse processo precisa passar por um debate mais aprofundado, para que possamos aplicá-lo da melhor maneira possível, com o mínimo de transtorno à população.”

O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, ressaltou que a pasta está atenta aos anseios da sociedade.

“Os condutores do país podem ter a certeza que estamos, cada vez mais, atentos às necessidades da frota brasileira, pensando e executando as melhores decisões para tornar o trânsito um lugar mais seguro, harmonioso e eficaz para todos os brasileiros".

A resolução excluía da necessidade de inspeção os veículos com mais de 30 anos de fabricação, os chamados "antigos" e "de coleção", o que poderia impulsionar o comércio ilegal de placas pretas. Falamos sobre isso aqui.

Cecília França (com assessoria do Denatran)

Garupers, motoristas, empresários? Não importa. O que vale é ter uma renda extra no final do mês. Mayson Marques é empresário. Ele é dono da pizzaria Papizza em Foz do Iguaçu. Mas como o estabelecimento abre somente à noite, Mayson passava o dia um pouco ocioso. Na tentativa de ocupar o tempo e, ainda, ganhar uma renda extra, resolveu ser garuper

Mulher no trânsito não é mais surpresa, mas dirigindo um táxi ainda pode causar espanto em alguns. Marlene Barros Pereira e Keyti Rocha são duas veteranas da profissão em Londrina e já lidaram com situações de preconceito, porém, com profissionalismo, derrubaram todas as barreiras.

Marlene é taxista há 13 anos. Herdou a profissão do pai e também tem irmão e marido taxistas. Quando a reportagem da Sobre Rodas a questionou sobre as dificuldades da profissão, Marlene lembrou de uma situação emblemática, que a define como profissional.

"Um dia eu estava no aeroporto e um homem se aproximou e perguntou se era eu que estava na vez. Eu disse que sim e ele respondeu 'É que eu preciso de uma corrida para São Paulo, mas não sei, com mulher...' Eu disse para ele ir para o carro de trás", relembra. "Mas a mulher dele veio até mim e disse que queria, sim, fazer a viagem comigo. O marido iniciou a viagem no banco de atrás, mas depois de um tempo passou para a frente e até dormiu. Toda vez que eles estão no Brasil sou eu que faço corrida para eles", comemora.

Conquistar os clientes não é uma dificuldade para Marlene. Comunicativa, ela acaba transformando-os em amigos, por isso, tem muitas corridas fixas. "Eu gosto de conversar, gosto de gente. Eu gosto de estar em contato com as pessoas, me sinto bem", explica.

Segundo Marlene, muitos de seus clientes são idosos, público ainda mais exigente, o que faz com ela busque se aperfeiçoar para manter sempre a qualidade. "Eu faço com muito amor, tudo dentro da lei, porque é algo que eu quero fazer sempre", garante.

Foi com a renda do táxi que Marlene formou a filha em Direito e também é com ele que ela pretende custear os estudos do filho mais novo, de apenas dois anos.

"Se tiver que formar mais ele na faculdade, vai ser do táxi", diz, sorrindo.

Foto: Cecília França

Por acaso

Há 14 anos o trabalho como taxista "caiu no colo" de Keyti Rocha. Para ajudar o irmão que estava desempregado, ela trocou o carro por um táxi. Durante o dia, ela usava para viagens de trabalho para uma loja de atacado; à noite, ele fazia as corridas. Porém, quando o irmão arranjou um táxi para trabalhar o dia todo, Keyti ficou sozinha para manter o veículo.

"Táxi dá despesa, então, comecei a trabalhar nos dias em que não viajava pela empresa, e fui fazendo uma clientela fixa. Quando eu vi já estava deixando de viajar para manter os clientes do táxi", relembra.

Desde então, a clientela fixa aumentou e Keyti acredita que seus diferenciais como motorista contribuam para a fidelização dos clientes.

"Eu acho que as mulheres dirigem bem. Meus clientes dizem que têm muita segurança para viajar com a família, para poder descansar durante a viagem. Eu também procuro ter conhecimento da cidade, saber o que os clientes precisam, estudar os bairros, saber em que região ficam. Eu tento me manter informada para poder atender bem os clientes", detalha.

Foto: Arquivo pessoal

Preconceito

Keyti diz ter enfrentado mais preconceito por parte de colegas do que de clientes. Ela conta que superou a resistência deles se engajando mais nas causas da categoria. "Hoje eu tenho um pouco mais de liberdade com eles porque sou muito participativa em tudo, inclusive trabalho à noite também e isso acabou me aproximando mais do mundo deles", afirma. Na opinião da taxista, alguns colegas imaginam que as mulheres têm menos dificuldades neste serviço por fazerem clientes mais com facilidade ou trabalharem em horários mais tranquilos, o que não corresponde à realidade.

"A mulher, para enfrentar o mercado, tem que se adaptar a tudo que ele oferece, tanto os lucros quanto as dificuldades", finaliza.

Cecília França

Uma mensagem que circula nas redes sociais, especialmente por whatsapp, pretende alertar os motoristas sobre supostos aumentos nos valores das multas de trânsito, inclusive na penalidade para o uso do celular ao volante. Porém, diante da onda de fake news (notícias falsas) que tem invadido as redes, a reportagem da Sobre Rodas foi atrás de esclarecer a informação e adivinhem? Trata-se de mais uma informação mentirosa com o intuito de confundir os leitores.

Confira abaixo a mensagem recebida hoje por uma de nossas editoras, Cecília França..

O último aumento no valor das multas de trânsito no País aconteceu em novembro de 2016, quando as infrações leves ficaram 66% mais caras, as médias e graves subiram 52% e as gravíssimas, 53%. Neste último caso, existem situações consideradas de alta periculosidade em que o valor pode ser multiplicado. Dirigir embriagado, por exemplo, prevê multa de R$ 2.934,70, dez vezes mais que infrações gravíssimas normais.

Valores de multas vigentes, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB):

Infração leve- R$ 88,38

Infração média- R$ 130,16

Infração grave- R$ 195,23

Infração gravíssima- R$ 293,47

"Ultrapassar em faixa amarela contínua", por exemplo, configura infração gravíssima e o valor da multa é multiplicado por cinco, dada sua gravidade, alcançando R$ 1.467,35.

Os outros dois casos citados na mensagem que se espalhou pelo whatsapp - "Usar celular ao volante" e "Avançar o sinal vermelho" - também configuram infrações gravíssimas, porém, com valores normais de multas: R$ 293,47.

Nos dias 14 e 15 de abril, Londrina recebe a primeira edição do The North Games, campeonato de CrossFit/MMT (Mixed Modality Training). A competição será realizada na sede da CF-PR 43, localizada na Rua Guararapes, 203. Para participar, o interessado deve baixar e preencher os arquivos disponíveis no perfil do Instagram da organizadora, como ficha de inscrição, regulamento e termo de responsabilidade.

No campeonato, os atletas deverão realizar diversas provas que envolvem exercícios de ginástica olímpica, levantamento de peso, calistenia, entre outras modalidades. O evento foi idealizado pela Box CF-PR 43, a maior Box do Norte do Paraná, e tem apoio da Fundação de Esportes de Londrina (FEL).

Segundo Marina Delorenzo, uma das organizadoras do evento, o objetivo da Box é expandir a modalidade MMT em Londrina. “Ela proporciona diversos benefícios, como melhor qualidade de vida, melhores capacidades físicas, buscando a tão almejada longevidade”, avalia.

A CF-PR 43 já realizou dois campeonatos de sucesso em suas dependências e possui ampla participação em campeonatos do Paraná, conquistando 17 pódios em sete competições apenas no ano de 2017.

O The North Games conta com 87 vagas para equipes, divididas em três categorias (Scale, Amador e RX), somando 303 atletas. Além disso, familiares e amigos dos competidores devem comparecer ao evento, elevando a previsão de público para 600 a 900 pessoas. As premiações serão em dinheiro para todas as categorias, além de kits e brindes dos patrocinadores.

Para o assessor de esportes da FEL, Sandro dos Santos, é importante que o município apoie entidades de prática esportiva de qualquer natureza ou modalidade.

“O crossfit é um esporte que vem conquistando muita gente e, como qualquer outro, reforça o poder que o esporte tem para a sociedade como um todo, por isso a importância da Fundação de Esportes em promover, desenvolver, propiciar e apoiar toda e qualquer modalidade esportiva”, conclui.

O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) lançou hoje o projeto "Detran Amigo da Bike", voltado para incentivar o uso de bicicletas como meio de transporte e opção de mobilidade segura. O projeto prevê uma parceria com lojas especializadas para distribuição de materiais educativos, além de palestras e oficinas com apoio do Conselho Paranaense de Ciclomobilidade (Conciclo), Federação Paranaense de Ciclismo e Federação Paranaense de Triathlon

“A ideia é abordar o ciclista no momento da compra ou do reparo da bicicleta. Entendemos que é necessário educar e falar sobre segurança para todos, seja para quem usa a bicicleta todos os dias como meio de locomoção, para quem só pedala aos finais de semana, para os esportistas, ou para quem usa a bike como lazer”, destaca o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

O projeto prevê parcerias com empresas e lojas que têm contato direto com os usuários. Serão distribuídos materiais sobre os direitos e deveres dos ciclistas, além de promoção de encontros, palestras, oficinas, treinamentos e eventos variados.

O vice presidente da Associação Comercial do Paraná, Paulo Roberto Brunel, disse que muitos dos problemas causados pelos ciclistas amadores, é a falta de conhecimento da forma correta de com conduzir uma bicicleta, “Esse projeto é sensacional, pretendemos divulgar muito. Hoje abrangemos grande parte do comércio do Paraná, a ideia é que com a divulgação da campanha consigamos uma redução nos acidentes envolvendo ciclistas.”, comenta Brunel.

“É um projeto que faltava o envolvimento com uma entidade como o Detran, pessoas comprometidas, fazendo com que o ciclismo seja valorizado e respeitado. Espero que haja uma continuidade e maior participação da comunidade.” Comentou o presidente da Federação Paranaense de Triathlon, Luiz Iran Guimarães.

O presidente da Federação Paranaense de Ciclismo, Eduardo Pereira, lembra que o ciclista também tem direitos e obrigações no trânsito, “Todos nós conduzimos o trânsito, e essa abertura que o Detran está nos oferecendo é uma forma de educar os ciclistas, ter uma responsabilidade maior. Ensinar a utilizar os itens de proteção e desenvolver um trabalho de consciência no trânsito.”, diz.

Diretor do Detran/PR, Marcos Traad, durante o lançamento do programa. Crédito: Pamella Garcia Rosa

(Com informações da assessoria do Detran/PR)

O preço de um ovo de Páscoa de 185 gramas de uma mesma marca pode variar em até 86% dependendo do local onde for comprado em Foz do Iguaçu. O dado foi divulgado pelo Centro de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (Cepecon) da UNILA que, no mês de março, fez um balanço sobre os preços dos produtos consumidos tradicionalmente na páscoa. 

Das passarelas para as ruas. O sleepwear está fazendo muito sucesso no street style e tem ganhado várias adeptas. Mas, calma aí, não vá achando que estamos falando daquele pijama velhinho já todo surrado que todo mundo tem em casa. É necessário muito cuidado e atenção. Vamos explicar melhor!