O Hospital Municipal de Foz do Iguaçu (HMFI), já realizou este ano, por meio da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) da instituição, cinco captações de órgaos. A primeira foi em fevereiro.

A captação ocorreu na madrugada de domingo (13), e foi realizada após a autorização da família de um paciente de 29 anos, vítima de Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave e que teve a morte encefálica confirmada através de exames realizados seguindo rigorosamente todos os itens descritos no protocolo específico.

Foram captados além do coração para válvulas, pulmão, pâncreas, rins, fígado e globo ocular.

“A dedicação e comprometimento dessa equipe multidisciplinar e da instituição vai ao encontro da necessidade de reforçar esse compromisso com a vida”, diz a gerente de Divisão da UTI e secretária da CIHDOTT, enfermeira Karin Aline Zilli Couto.

 

Levantamento divulgado pela Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 aponta que houve aumento de 44,74% no número total de relatos de violência recebidos pelo serviço em 2015, comparados ao ano anterior. No total, foram 76.651 atendimentos correspondentes a relatos de violência recebidos pelo serviço de denúncias anônimas da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

Os números ainda mostram que o total de relatos envolvendo cárcere privado cresceu 325%, computando a média de 11,8 registros por dia, enquanto os relatos de violências sexuais (estupro, assédio e exploração sexual) cresceram 129%, em uma média de 9,53 por dia.

Decorrida uma semana do prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF/2016), a Receita Federal do Brasil já recebeu 1,57 milhões de declarações em todo o Brasil, o que representa 5,5% do total esperado (28,5 milhões). O ritmo atual de entrega dos documentos no País é de aproximadamente 20 mil declarações por hora.

No Paraná, o número de declarações já entregues até dia 7 era de 66,3 mil, de um total de 1,78 milhão de declarações esperadas, o que significa que 3,7% das declarações foram entregues.

Em Foz do Iguaçu, estima-se que serão entregues 46,5 mil declarações, mas até o momento foram contabilizadas 1.728 declarações, o que corresponde a 3,7% do total esperado.

O prazo vai até dia 29 de abril. A multa mínima para quem perder o prazo é de R$ 165,74, limitada a 20% do imposto devido.

Acompanhe abaixo o número de entregas até dia 7 nos municípios situados no âmbito da jurisdição fiscal desta Delegacia da Receita Federal do Brasil em Foz do Iguaçu:

 

O uso de energia solar em residências, empresas ou em propriedades rurais pode reduzir o valor da conta de luz até seis vezes, segundo cálculos da Câmara Técnica de Energias Renováveis do Programa Oeste em Desenvolvimento, incentivadora do uso desta matriz energética. Este foi dos assuntos discutidos no encontro da Câmara na última quinta-feira (2), em Cascavel.

“Como nosso foco é o desenvolvimento da região, estamos sempre em busca de alternativas para reduzir os custos da produção e ampliar a competitividade. O uso das placas solares pode auxiliar. Além de mais barata, a energia fotovoltaica é, também, limpa”, explicou Augusto Stein, representante do Sebrae no Oeste em Desenvolvimento.

O exemplo desta redução vem da própria Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop), local onde foi realizada a reunião e que hoje conta com 52 painéis solares. 

Segundo o engenheiro eletricista Leandro Rudnicki, em fevereiro de 2014 a instituição pagou R$ 1.279 para a Copel. Um ano depois, após ter instalado os painéis, o valor da fatura reduziu para R$ 252, mesmo com um aumento de 65% no valor do quilowatt – o que levou a estimativa de uma redução de até seis vezes. Na sede da Amop, o projeto custou R$ 100 mil. Com os reajustes no valor da energia, a expectativa é que o investimento seja pago em cinco anos.

Rodrigo Lopes Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) explicou que muitas pessoas e empresários gostariam de aderir à energia solar, mas o investimento inicial sempre foi um empecilho, por não ser barato. 

Agora, o Governo Federal, para incentivar o uso desta matriz energética limpa e muito adequada no Brasil, está liberando recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do FGTS para a instalação dos projetos solares.

Nova legislação

Um outro impulso para quem deseja utilizar essa fonte de energia veio com a mudança em uma resolução da  Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel),l que regula o Sistema de Compensação de Energia Elétrica. Desde o último dia 1º de março, consumidores de energia que disponham de pequenos geradores – painéis solares fotovoltaicos e microturbinas – como podem trocar energia com a distribuidora local para reduzir o valor da conta de luz. “A partir de agora, a energia gerada e não utilizada gerará créditos e poderá ser deduzidas das faturas dos meses seguintes”, explicou Sauaia. O prazo de validade dos créditos foi ampliado, de 36 para 60 meses. 

Muito a crescer

O Brasil é privilegiado por uma ampla área de insolação, ainda não explorada. Mas a participação dessa fonte de energia no sistema elétrico brasileiro ainda é muito pequena, sendo só 0,02% do total, segundo o técnico do Sebrae. Para ele, uma das causas é a legislação sobre o tema ser recente. Entre 2014 e 2015, a produção em solo brasileiro cresceu 308%.

Oeste em Desenvolvimento

O Programa Oeste em Desenvolvimento é uma iniciativa que une mais de 40 instituições como a Itaipu Binacional, o Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), o Sebrae/PR, o Sistema Cooperativo, a Caciopar, a Amop, a Emater e a Fiep. O programa tem como objetivo promover o desenvolvimento econômico do Oeste do Paraná por meio de ações integradas e com foco nas potencialidades regionais.

Lançamento do movimento em Foz do Iguaçu - Foto: Adenésio Zanella

Lideranças dos Oeste do Paraná lançam nesta quinta-feira (18), às 16h, na sede da Associação Comercial e Industrial de Cascavel (Acic), em Cascavel,  uma campanha de mídia solicitando a realização de uma nova licitação para os contratos de pedágios na BR-277, com isso, a redução na tarifa.

Na mesma reunião, convocada pela Comissão de Infraestrutura e Logística do Programa Oeste em Desenvolvimento, será apresentada a carta a ser enviada ao Governador Beto Richa pedindo ao não-renovação automática dos contratos vigentes.

A apresentação da campanha de mídia faz parte da segunda etapa do movimento iniciado em Foz do Iguaçu, em janeiro. Na ocasião, mais de 250 pessoas, entre elas empresários, prefeitos, vereadores, quatro deputados estaduais, Cláudia Pereira,​Márcio Pacheco, Chico Brasileiro e José Carlos Schiavinato e, o deputado federal, Evandro Roman abraçaram a causa.

Segundo o presidente do Oeste em Desenvolvimento, Mário Costenaro, esse não é um movimento partidário, mas da sociedade que busca o crescimento econômico e social do Oeste do Paraná.

O Coordenador da Câmara Técnica, Danilo Vendruscolo, explica que o Governo do Estado pretende renovar os contratos de administração que vencem em 2021 por mais 20 anos com base no modelo atual, considerado defasado. A proposta é abrir uma nova licitação  pautada pelos modelos atuais de concessão. O resultado seriam tarifas mais baixas e mais obras.

“Neste contrato atual não podemos pedir a redução da tarifa, considerada uma das mais altas do Brasil e se solicitarmos mais obras, precisaremos pagar por elas. O que buscamos é uma nova licitação com contratos que entrarão em vigor a partir de 2022”, disse.

Preços justos

João Artur Mohr, Membro do conselho temático de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), durante a reunião fará uma comparação entre o modelo de concessão utilizado nas rodovias paranaenses – o primeiro do Brasil – com as demais estradas brasileiras levando em conta o fluxo de veículos, valor da tarifa e obras realizadas.

Segundo Mohr, enquanto a média do valor aplicado por eixo nas rodovias do Paraná é de R$ 9,58 a cada 100 quilômetros, em Mato Grosso do Sul é R$ 5,90, no contrato firmado em março de 2014. Aqui, a concessão previu apenas 32% de duplicação nas estradas enquanto as sul-mato-grossenses exigem 98% das rodovias duplicadas em no máximo cinco anos. 

“Quando assinamos esses documentos não tínhamos experiências, pois fomos os primeiros e vivíamos uma instabilidade econômica. Por isso defendemos a uma nova licitação. Com novas regras. Que defenda os usuários”, disse.

O advogado Homero Marchese acredita que numa nova licitação, com base nos modelos atuais, o valor do pedágio pode reduzir de 40% a 50%. “Nos trechos do Oeste onde se paga cerca de R$ 15 a cada 100 quilômetros cairá para R$ 6 ou R$ 7 e o volume de obras duplicará”.

Impacto negativo

O diretor-presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, demonstrará em números como o alto valor do pedágio impacta negativamente no crescimento do agronegócio no Oeste. Segundo Grolli, o custo total do pedágio para a exportação agroindustrial da região custa R$ 100 milhões por ano. “De cada 100 sacas de soja enviada ao Porto de Paranaguá, duas são utilizadas para pagar o pedágio. No milho, sobe para cinco”.

Fonte: Assessoria

Foz do Iguaçu aderiu, na manhã desse sábado (13), à mobilização do Dia Nacional do Esclarecimento, de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chicungunya. A campanha, lançada pelo Governo Federal e com participação de diversas instituições, entre elas a Itaipu, será marcada por dois momentos: o primeiro, de divulgação, ocorrido no dia 13, e outro de visitas à população, de 15 a 19 de fevereiro.

Em Foz, a largada foi dada na Praça da Bíblia, com a participação de agentes da Prefeitura Municipal e militares do Exército, Marinha e Aeronáutica. O secretário executivo do Ministério do Turismo, Alberto Alves, representando o Governo Federal, participou da mobilização, assim como o prefeito Reni Pereira e o assessor da Diretoria Geral Brasileira da Itaipu, Joel de Lima, entre outras autoridades.

“O objetivo principal é gerar essa consciência de mobilização, com a participação de todos. Hoje, estamos fazendo uma campanha educativa, com a distribuição de materiais em diversos pontos da cidade e na próxima semana teremos as ações de desinfecção, principalmente para acabar com a água parada, que é onde o mosquito se reproduz”, explicou Alves. “Mas é importante que as ações de combate sejam permanentes”.

O secretário executivo lembrou que Foz do Iguaçu, por se encontrar em uma região de fronteira e receber grande número de turistas, merece atenção especial e deve trabalhar em conjunto com os municípios vizinhos, inclusive do Paraguai e da Argentina.

Ao todo, participam da operação cerca de 200 militares do 34º Batalhão de Infantaria Mecanizada (Exército). Da Marinha, são 86 militares na ações de divulgação deste sábado e outros 25 por dia durante a próxima semana. A Aeronáutica também disponibilizou 10 militares/dia para as ações de descontaminação.

Esse efetivo trabalhará nesta semana em duas frentes, sendo uma composta pelos militares do Exército e a outra pelas demais forças, juntamente com 100 agentes municipais. Eles atuarão principalmente na região Leste da cidade (bairro Morumbi e adjacências), que é onde foi registrada a maior parte dos casos de dengue no município.

O comandante do 34º Batalhão, coronel Lobo Júnior, afirmou que o objetivo é atingir 50% das residências de Foz, mas que se espera que, com a campanha, a população se mobilize. Segundo o médico veterinário André de Souza Leandro, do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), a situação das doenças transmitidas pelo aedes na cidade não configura epidemia, mas é de alerta. “É uma situação que pode ser revertida se houver conscientização e participação de todos”, afirmou.

O secretário de Saúde do município, Gilber da Trindade Ribeiro, disse que o Hospital Municipal conta atualmente com uma ala exclusiva para atendimento aos doentes de dengue e que o sistema municipal registra, em média, 300 atendimentos diários de pessoas que apresentam sintomas da doença. Mas não há uma estatística oficial sobre quantos desses casos são confirmados. Além disso, parte desse contingente é de pacientes paraguaios, que procuram no Brasil melhores condições de tratamento.

 

Fonte: Assessoria

O Paraná terá aproximadamente 3.700 militares das Forças Armadas atuando na campanha contra o mosquito Aedes aegypti, no dia 13 de fevereiro, em 19 cidades. Eles irão às ruas para distribuir material impresso com orientações para a população sobre como manter a casa livre dos criadouros do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e do Zika vírus. 

A ação vai ocorrer simultaneamente em todo o País, com o total de 220 mil militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica mobilizados. A meta é visitar três milhões de residências em 356 municípios, incluindo todas as cidades consideradas endêmicas, de acordo com indicação do Ministério da Saúde, e as capitais do País. 

Para a distribuição do efetivo das Forças Armadas nessa fase de mobilização, foram consideradas as cidades com maior incidência das doenças transmitidas pelo mosquito e os municípios que contam com organizações militares instaladas. 

Essa será a segunda etapa da campanha contra o mosquito. Na primeira, iniciada em 29 de janeiro, as Forças Armadas realizam um mutirão de limpeza em 1.200 unidades militares espalhadas pelo País. Essa fase se encerra nesta quinta-feira. 

Próximas etapas

Ainda estão previstas duas etapas da campanha de combate ao Aedes. Entre os dias 15 e 18 de fevereiro, 50 mil militares, sob a coordenação do Ministério da Saúde, farão visitas nas residências, acompanhados por agentes de saúde, para inspecionar possíveis focos de proliferação, orientando os moradores e, se for o caso, fazendo aplicação de larvicida em criadouros.

A última etapa, ainda em fase de elaboração com o Ministério da Educação (MEC), prevê a participação de visitas a escolas. A meta é reforçar o trabalho de conscientização das crianças e adolescentes sobre como evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

Fonte: Ministério da Defesa

Depois do Carnaval, Foz do Iguaçu organizará um grande mutirão para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus.

A decisão foi tomada pelo prefeito Reni Pereira e representantes da Secretaria da Saúde e Centro de Controle de Zoonoses. 

Um ofício foi enviado ao Exército Brasileiro, solicitando o apoio de 100 homens e 30 veículos por um período de 10 dias. “Toda a estrutura pública deverá ser mobilizada, faremos também duas ou mais reuniões por semana com o comitê da dengue para o planejamento e acompanhamento das ações”, salientou o prefeito.

Foi publicado também no Diário Oficial, a convocação dos 64 agentes de endemias que participaram do processo seletivo em 2015. “Ressalta – se que este é um momento que nós esperávamos há muito tempo, os aprovados no concurso que foi executado em 2015, os agentes de endemias passarão agora por um exame médico e apresentação de documentos. Tão logo estejam habilitados serão inseridos na rotina de serviço”, explicou André.

O município também aderiu à campanha nacional denominada “Dia D”, marcada para o próximo dia 4 de fevereiro pelo Ministério da Saúde. As Forças Armadas devem apoiar as ações em 356 cidades com o esforço de 220 mil militares.

A Secretaria Municipal da Saúde também promoverá no dia 6, a campanha Hora H, de combate ao Aedes Aegypti. A iniciativa pretende estimular todos os moradores a dedicar 10 minutos de seu tempo para fiscalizar suas próprias residências ou empresas, eliminando recipientes que acumulem água e possam tornar-se criadouro do mosquito da dengue, zika e chikungunya. A ação está marcada para as 10h. A Campanha Hora H ocorrerá simultaneamente em todos os municípios do Paraná, em parceria com o Governo do Estado, prefeituras e sociedade civil organizada.

Segundo o Coordenador do CCZ, André Leandro, o município solicitou a Secretaria Estadual de Saúde à liberação do carro fumacê. “Somando os casos de agosto de 2015 até hoje, a cidade ingressou em um período de epidemia, e isso ressalta a necessidade de alerta e envolvimento de todos os seguimentos públicos e privados e da sociedade como um todo”. “Temos hoje uma necessidade imediata de intensificação das ações para impedir a proliferação da doença e salvar vidas, esse é o objetivo maior das nossas campanhas” concluiu.

Com informações da Assessoria

A Itaipu teve em 2016 o melhor janeiro de todos os tempos. A usina produziu no mês passado quase 8, 5 milhões de megawatts-hora (MWh). A quantidade de energia gerada pela binacional nos 31 primeiros dias do ano foi maior até mesmo em relação ao idêntico período de 2013, quando a empresa bateu, pela segunda vez consecutiva, o recorde mundial de produção anual, com 98,6 milhões de megawatts (MWh). 

Com a demanda em alta e as boas condições de geração - matéria-prima abundante e equipamentos em excelente estado -, o indicativo é de um fevereiro também promissor. “A vantagem da energia hídrica, além de ser limpa e renovável, é que quanto mais Itaipu produz, mais ela contribui para o desligamento das térmicas e, por consequência, para o impacto positivo da tarifa”, diz o diretor técnico executivo da Itaipu, Airton Dipp.

Além da boa produção mensal, a Itaipu também registrou no mês passado gerações diárias bem acima do normal, com uma contribuição para o sistema elétrico interligado do Brasil e do Paraguai de até 320 mil MWh. Com o fenômeno El Niño atuando de forma intensiva no Brasil, a expectativa hídrica é boa para toda a região Sul do País.

Para 2016, a meta é produzir acima dos 90 milhões de MWh, o que não acontece há dois anos. Mesmo gerando abaixo desse patamar, em 2015 a usina voltou a liderar a produção anual de energia, superando a usina chinesa de Três Gargantas.

Para garantir uma geração maior em 2016, a diretoria definiu um plano de ação que busca o aperfeiçoamento da eficiência operacional. “É um conjunto de ações que conta externamente com uma boa coordenação entre a Itaipu e seus parceiros na sua cadeia de suprimento, como a Ande (a estatal paraguaia), Furnas, Copel, Eletrobras e Operador Nacional do Sistema (ONS)”, diz o superintendente de Operação, Celso Torino.

No ranking dos melhores janeiros da história, aparece em segundo lugar o de 2012, com 8.445.855 MWh. O terceiro melhor janeiro foi registrado em 2011, com 8.390.965 MWh. A quarta posição é de janeiro de 2014, com 8.305.336 MWh. Em quinto lugar ficou janeiro de 2006, com 8.249.708 MWh.

Fonte: Assessoria

 

Depois de se consagrar como líder mundial de energia elétrica em 2016, com a produção anual de 103 milhões de megawatts-hora (MWh), a Itaipu começou 2017 com novo recorde de produção. A usina binacional teve o melhor janeiro de todos os tempos, colocando quase 3% de vantagem sobre o mesmo período do ano anterior, até então o melhor primeiro mês do histórico de quase 33 anos de operação. Foram 8,74 milhões de MWh ante 8,5 milhões MWh.

Toda essa produção seria suficiente para atender o Estado de São Paulo por 23 dias. Já a cidade do Rio de Janeiro seria abastecida por quase seis meses e o Estado do Paraná por três meses e meio.

O diretor técnico executivo, Airton Dipp, explica que o recorde é resultado mais uma vez da excelente performance da usina. O índice de "indisponibilidade forçada" das unidades geradoras em janeiro, por exemplo, foi de apenas 0,01%. “Esse dado é bastante significativo. Ele mostra o tempo que as unidades geradoras não estiveram disponíveis para a produção por alguma falha técnica inesperada. Portanto, quanto menor o seu valor, melhor o desempenho do projeto, das manutenções e da operação da usina.”

O superintendente de Operação, Celso Torino, diz que além da performance da usina, outros fatores são muito importantes para a produção, como o sistema de transmissão dos parceiros binacionais da Itaipu que segue com excelente desempenho, a coordenação da operação interligada entre Itaipu-Brasil-Paraguai, a quantidade de chuvas na região Sul-Sudeste e, por último, e de forma destacada, as altas temperaturas deste verão nas grandes cidades brasileiras e paraguaias. “Quando isso ocorre, a resposta com energia e potência da Itaipu, especialmente nas horas de pico, é determinante.”

Melhor do mundo

Em 2016, a Itaipu superou a marca da usina de Três Gargantas e estabeleceu um novo marco na geração mundial. Itaipu é a maior usina em produção de energia limpa e renovável do mundo. Desde 1984 já contribui para os setores elétricos do Brasil e Paraguai com mais de 2,4 bilhões de MWh.

Agora em 2017, a empresa dará início a um grande projeto de atualização tecnológica para garantir o bom desempenho mostrado ao longo de 32 anos e oito meses de operação.