Durante três dias, de 30 de novembro a 2 de dezembro, o município de Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, será temporariamente a sede do governo paranaense. No período, prefeitos e prefeitas eleitos para os próximos quatro anos estarão na cidade para um encontro estadual promovido pelo Sebrae/PR e governo do Estado. O Encontro de Prefeitas e Prefeitos Eleitos – Gestão 2017/2020, integra o Programa de Estudos Avançados para Líderes Públicos e tem como objetivo apoiar os chefes do Executivo e suas equipes no planejamento dos 100 primeiros dias de governo, apresentando programas que podem ser implementados nos municípios.

No total, 378 dos 399 municípios paranaenses já têm representantes inscritos e confirmados no evento. Nesta edição do Encontro, que ocorre no Rafain Palace Hotel & Convention, os eleitos terão a oportunidade de, por meio do contato com secretarias estaduais, empresas estatais e demais instituições, reunidas em estandes, conhecer as políticas e programas do governo do Estado, do Sebrae, do Sistema S e das instituições parceiras. Eles também saberão mais sobre as possibilidades de desenvolvimento local a partir da melhoria do ambiente de negócios para as micro e pequenas empresas, com as orientações do Sebrae/PR.

O gerente da Unidade Ambiente de Negócios do Sebrae/PR, César Rissete, conta que um dos papéis da entidade no evento é conduzir a oficina de criação do plano de ação para os primeiros 100 dias de governo. “Por meio das técnicas de planejamento, os prefeitos eleitos, seus vices e assessores poderão selecionar as atividades e prioridades do futuro governo. No evento, eles também terão a oportunidade de firmar parcerias com o Estado, por meio de suas secretarias e empresas, e com entidades patrocinadoras e apoiadoras do Encontro”, antecipa.

A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que melhorou o ambiente e a realidade dos pequenos negócios, também estará em pauta no evento, juntamente com os programas estaduais voltados ao desenvolvimento dos municípios. Os líderes eleitos receberão, ainda, um guia sobre a importância do empreendedorismo e das pequenas empresas para o desenvolvimento da economia local. Trata-se de um o raio-x elaborado pelo Sebrae/PR, destacando a necessidade de gestores municipais investirem em políticas públicas focadas nos micro e pequenos negócios, que representam 99% dos estabelecimentos formais brasileiros e respondem por 60% dos empregos com carteira assinada.

 Coordenador estadual de Políticas Públicas do Sebrae/PR, Luiz Marcelo Padilha explica que o Encontro é uma oportunidade de os eleitos conhecerem as ferramentas para melhorar o ambiente para os pequenos negócios locais. “Vamos lançar a chamada para a nova edição do Programa Cidade Empreendedora, que é a porta de entrada para os projetos do Sebrae no município. Aderindo, aquela cidade se torna prioritária para o Sebrae, que passa a trabalhar o empreendedorismo por meio de projetos de inovação, acesso a crédito, educação empreendedora e compras públicas”, exemplifica.

Inscrições

O Programa de Estudos Avançados para Líderes Públicos trabalha, de forma integrada e por meio de parcerias, temáticas como desenvolvimento local e regional, planejamento e gestão estratégica, liderança, além do papel das micro e pequenas empresas para a economia dos municípios.

A abertura do Encontro de Prefeitas e Prefeitos Eleitos será no dia 30 de novembro, às 18h30, com a presença do governador Beto Richa; do presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR, Edson Campagnolo; e demais autoridades. O encerramento está marcado para as 18 horas do dia 2 de dezembro. Inscrições e informações podem ser obtidas pelo site oficial, onde também está disponível a programação completa para os três dias de evento: www.liderespublicos.pr.gov.br.

Fonte: Assessoria

O esforço da comunidade escolar de 13 escolas públicas paranaenses em melhorar os seus índices no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi reconhecido no 1° Prêmio Professor Belmiro Castor de Educação. A solenidade de entrega dos prêmios ocorreu na Universidade Positivo, em Curitiba, e contou com a participação de três escolas de Foz do Iguaçu: Escola Municipal Frederico Engel, Escola Municipal Benedicto João Cordeiro e o Colégio Estadual Ulysses Guimarães.  Também foram homenageadas escolas de Maringá, Bandeirantes, Toledo, Quedas do Iguaçu, Curitiba, Londrina e Arapoti.  O Ideb mede o conhecimento dos estudantes em matemática e português, além da taxa de aprovação, e foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC), em setembro, referente ao ano de 2015.

O Prêmio foi criado pelo Centro de Educação João Paulo II (CEJPII), e contou com o apoio da Editora Positivo e Governo do Estado do Paraná, para reconhecer as melhores e maiores evoluções em termos pedagógicos em escolas públicas de Educação Básica em todo o estado. “É também uma forma de oferecer uma pequena contribuição na melhoria da formação das crianças paranaenses, mantendo viva a memória de Belmiro Castor - um grande incentivador da educação paranaense, falecido em 2014”, ressaltou o Diretor Geral da Editora Positivo, Emerson dos Santos.

As 13 escolas selecionadas foram premiadas na categoria Ensino Fundamental I ou II, sendo observado o maior Ideb e a maior evolução absoluta de Ideb. Foram premiadas as 1º, 2º e 3º colocadas em cada categoria. As escolas foram agraciadas com um baú de literatura ofertado pela Editora Positivo, contendo obras diversas de literatura infantil, dicionário Aurélio, além de livros específicos para a formação do corpo docente.

Resultados

As escolas públicas vencedoras na categoria ensino fundamental (1º ao 5º ano) tiveram índices superiores à nota média nacional do Ideb que foi de 5,5 e também das privadas, com média de 6,8. As escolas municipais Frederico Engel, de Foz do Iguaçu, e Ariovaldo Moreno, de Maringá, atingiram um Ideb de 8,5. Já a Escola Municipal Benedicto João Cordeiro, de Foz do Iguaçu, cujo Ideb de 2015 foi de 8,4, ficou na terceira colocação.

Do 6º ao 9º ano os índices também superaram a média nacional. O Colégio Estadual Castro Alves, de Quedas do Iguaçu, conquistou um Ideb de 6,6 enquanto a Escola Municipal Maria Clara Brandão Tesserolli, de Curitiba, e o Colégio Estadual Ulysses Guimarães, de Foz do Iguaçu, alcançaram a nota de 6,3. A média nacional das escolas foi de 4,5 e a dos centros de ensino privados foi de 6,1.

Foram reconhecidas, ainda, as instituições que apresentaram avanços consideráveis entre 2013 e 2015 no Ideb.  Receberam homenagens - do 1º ao 5º ano do ensino fundamental - as escolas municipais Maria Inês Speer Faria, de Bandeirantes; Arsênio Heiss e Jardim Concórdia, de Toledo. Já os colégios estaduais Tsuru Oguido, de Londrina; Costa Neto, de Arapoti; além de dois colégios de Curitiba, Tiradentes e Silvestre Kandora, foram homenageados por seus resultados do 6º e o 9º ano do ensino fundamental.

Para a coordenadora pedagógica da Escola Municipal Frederico Angel, Andréia Paula Krul dos Santos, que participou do evento, “O Prêmio é um motivo de muito orgulho para a comunidade escolar e fruto de um trabalho conjunto que envolve pais, alunos, professores e funcionários como um todo”. A escola não tem biblioteca mas ficou muito feliz em ganhar o baú literário, cujas obras serão utilizadas num projeto de leitura.  

A diretora da Escola Benedicto João Cordeiro, Maria de Lourdes Centurion Brasil, também destacou a importância do prêmio e sua repercussão na comunidade escolar: “É um incentivo a mais para a nossa caminhada feita sempre com muito esforço conjunto”. Diretora do Colégio Estadual Ulysses Guimarães, Iolanda Grudente, estava muito feliz em ver três escolas de Foz representadas no Prêmio. “Mostra a força dos nossos professores e o empenho da comunidade escolar”. Ela também adorou o baú literário da Editora Positivo: “Eu considero um baú da alegria. Vai enriquecer muito nosso projeto de leitura que é o carro chefe da escola”.

Fonte: Assessoria

Prefeitos recentemente eleitos em municípios da região Oeste do Paraná se comprometeram, nessa quinta-feira (24), em Toledo (PR), a aderir ao Programa Oeste em Desenvolvimento (POD) assim que assumirem seus mandatos, em janeiro. Uma reunião promovida pela Itaipu Binacional – uma das entidades apoiadoras do POD – com os futuros mandatários, em um hotel da cidade, foi precedida por uma apresentação sobre o programa e, então, seguida pelo comprometimento informal dos futuros mandatários.

No grupo estavam 26 eleitos para prefeito, 11 vices e dois reeleitos e ainda cumprindo mandato. Eles acreditam que o POD seja uma ferramenta capaz de alavancar de forma sustentável a economia das 54 cidades da região, que, juntas, somam quase 1,3 milhões de habitantes (estimativa do Censo de 2015) e um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 32 bilhões.

Visão moderna

“Passou da hora de a região encontrar seu rumo e aproveitar ao máximo sua vocação. Acredito este seja o caminho. Esse programa tem uma visão bastante moderna. A gestão compartilhada é mais responsável e erra menos”, afirmou o novo prefeito de Guaíra, Heraldo Trento.

Quase todos os municípios da região têm atividades econômicas ligadas aos grãos, peixe, leite, suíno, frango, turismo e transporte. Só a produção de grãos e de sua transformação em proteína, por exemplo, já coloca a região em destaque. As 14 cooperativas agropecuárias do Oeste representam 48% do PIB do cooperativismo paranaense e 50% dos postos de trabalho regionais. Reúnem 60 mil produtores e geram 50 mil empregos diretos.

O futuro prefeito de Jesuítas, Aparecido José Junior, concordou. “Se queremos que nossos municípios cresçam, precisamos caminhar e trabalharmos juntos. Não é possível pensar no Oeste do Paraná sem pensar na parceria. Assim que todos nós prefeitos estivermos com as equipes montadas, temos a obrigação de acompanhar e apoiar essas ações, que só visam a melhorar a qualidade de vida das pessoas, nas mais diversas áreas.”

Para Airton Copatti, prefeito de Santa Helena, somente com trabalho integrado e sem política partidária, como prevê o Oeste em Desenvolvimento, será possível criar soluções para resolver as demandas da população. “A partir de janeiro quero atuar junto. Entendo que muitas das ações precisam da contribuição municipal. Terão o meu apoio.”

A prefeita de Mercedes, Cleci Rambo, que iniciará seu segundo mandato, já vem atuando em parceria. “Criamos uma Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico. Nossa equipe abraçará esse projeto. Trabalharemos juntos porque sabemos que, para crescermos, precisamos atuar em parceria.”

Sem vaidades

Para o presidente do Oeste em Desenvolvimento, Mario Costenaro, ao se comprometerem a fazer parte deste projeto, os próximos prefeitos demonstraram maturidade. “Queremos iniciar um novo tempo. Buscar um ambiente propício para o desenvolvimento.”

O superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, Herlon de Almeida, reforçou a importância da participação dos prefeitos. “Nunca poderemos resolver os problemas regionais sem começarmos pelas bases.

Dependemos do empenho de cada município, respeitando suas peculiaridades, pois muitas ações que vamos realizar ocorrem a nível municipal.”

Ferramentas

Segundo o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Jorge Samek, o Oeste nunca viveu momento melhor, com a implantação de universidades, centro de pesquisas e instalações de indústrias, entre outras conquistas. “Quero ressaltar que todos os processos foram encabeçados pelos prefeitos. Vocês são essenciais para transformarmos a nossa região em uma grande potência, onde todos os cidadãos sejam beneficiados. Nós da Itaipu e do Oeste em Desenvolvimento somos apenas meios para isso.”

Ainda na agenda

Além da convocação para a participação ativa no POD, os prefeitos conheceram as ações desenvolvidas pela Itaipu na região e as ferramentas disponíveis pela empresa para que os municípios atuem de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).

O diretor-superintendente da Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI), Juan Carlos Sotuyo, apresentou os projetos disponíveis no parque na área de tecnologia e educação. Já o diretor de Coordenação da Itaipu, Nelton Friedrich, incentivou os prefeitos a criarem planos municipais de saneamento e gestão de resíduos sólidos, para que todo o lixo gerado nas cidades tenha destinação correta.

A reunião foi encerrada pela presidência da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop). Como muitos vão assumir as prefeituras pela primeira vez, o presidente da Associação, o prefeito de Tupãssi, José Carlos Cal Mariussi, fez uma apresentação do funcionamento da instituição.

O Programa Oeste em Desenvolvimento (POD) elegerá nova mesa diretora, no próximo dia 24, durante o 3º Fórum de Desenvolvimento Econômico do Território do Oeste do Paraná, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC), em Toledo, partir das 19h. A posse ocorrerá em fevereiro, durante o Show Rural Coopavel, em Cascavel.

Os nomes da futura mesa diretora serão apresentados na plenária do Fórum. A eleição será por aclamação. A presidência e a vice-presidência do programa têm duração de um ano, podendo ser prorrogada por mais um. Atualmente, o presidente do POD é o arquiteto Mário César Costenaro; o vice, Marcel Micheletto.

O evento reunirá representantes das 60 instituições parceiras dos POD, entre elas a Itaipu Binacional, Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas do Paraná (Sebrae-PR), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI), Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop) e Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná (Coaciopar).

Durante o Fórum serão debatidas também as prioridades a serem trabalhadas na região entre 2017 e 2021, sobretudo nas áreas de Infraestrutura e Logística, Pesquisa e Desenvolvimento, Crédito e Fomento, Capital Social e Cooperação, Meio Ambiente e Energias.

Legado de conquistas

O arquiteto Mário Cesar Costenaro, primeiro presidente do POD, assumiu o posto em agosto de 2014. Na avaliação dele, a primeira grande conquista foi conseguir reunir mais de 60 instituições públicas e privadas para discutir as necessidade e propor soluções para o desenvolvimento da região. Dois anos depois, deixa um legado de conquistas e o vislumbre de novos desafios ao sucessor.

Algumas das ações lideradas pelo POD tomaram proporções nacionais, como o pedido de não renovação antecipada dos atuais contratos de pedágio na BR-277, que mobilizou centenas de lideranças, entre elas deputados estaduais e federais. Em menos de um ano foram feitas dezenas de audiências públicas e encontros para debater o tema. O aumento de R$ 150 mil para R$ 330 mil da linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para os piscicultores também foi reivindicado pelo POD.

Entre as conquistas mais recentes está a criação do grupo de trabalho instituído pela Portaria nº 216 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que discutirá e apresentará propostas para regulamentar a coleta, o processamento e a destinação de animais mortos na área rural. A legislação vigente tem mais de 50 anos e não atende às necessidades brasileiras.

Entre as missões do próximo presidente do POD está o trabalho para melhorar a infraestrutura e logística da região, eliminando gargalos e diversificando os modais de transporte; a promoção do aumento de investimentos em inovação e pesquisa, focando no incremento da produtividade e redução de custos; o fomento das energias renováveis, para melhorar a qualidade da eletricidade que chega à área rural; e a resolução do problema ambiental da destinação dos resíduos.

Entrevista

Sabia mais sobre as principais conquistas e próximos desafios do POD na entrevista, abaixo, com Mário Costenaro.

Como e por que surgiu a ideia de criar o Programa Oeste em Desenvolvimento (POD)?

Mário Costenaro: Em 2012, algumas entidades chegaram à conclusão de que para desenvolver de forma sustentável a região Oeste do Paraná seria necessário um trabalho conjunto dos mais diversos setores. Em 2014 lançamos o programa.

O associativismo e o cooperativismo tiveram papel de protagonismo na construção da região e demonstravam maturidade para construir, em conjunto, numa sinergia de forças, um programa continuado e de todos. O objetivo é consolidar nosso desenvolvimento, nossa competitividade, gerando mais e melhores oportunidades de trabalho e geração de renda.

 

Vocês tiveram como base algum outro projeto já existente?

Exatamente igual não existe. Há iniciativas parecidas, como no Rio Grande do Sul, ou mesmo em outros países, como a Agências de Desenvolvimento no País Basco, Espanha, mas cada uma com suas características e contornos.

O que nos diferencia, no entanto, é que nosso modelo não nasceu de um programa governamental, mas da integração de várias entidades, de caráter privado e também público. Para nós, essa é a nossa legitimidade e originalidade.

 

Como encontra-se o Oeste do Paraná no cenário econômico atual?

A economia do Oeste é baseada no agronegócio. E diferentemente de outras regiões, o Oeste continua crescendo e gerando empregos. Além de trabalhar as cadeias produtivas tradicionais dentro do território, também conta com outras atividades. É muito forte no turismo e conta como a maior fábrica de produtos farmacêuticos genéricos do país. Podemos dizer que vive um momento favorável.

Além de ter uma forte produção agrícola, tem o cooperativismo e associativismo muito forte. Essa cultura é que possibilita a união entre as pequenas e grandes empresas.  Também possui fortes indicadores de qualidade de vida. Das dez melhores cidades do Paraná, três estão no Oeste.

 

O que precisa ser melhorado para que a região dê um salto ainda mais em desenvolvimento?

Temos que melhorar nossas condições de infraestrutura e logística, eliminando gargalos e diversificando nossos modais de transporte. Temos que acentuar nossos investimentos em inovação e pesquisa, focando em aumento de produtividade, reduzindo custos. Temos que estar atentos às possibilidades de geração de energias renováveis. Precisamos fomentar as possibilidades de expansão, crescimento e investimento de nossas empresas, desenvolvendo um sistema de crédito integrado com as políticas de desenvolvimento do território. E, principalmente, elevar e qualificar nosso capital social e o nível de cooperação entre nossas organizações civis e redes.

Desde o início do programa até o presente momento, quais as conquistas vindas por meio da atuação do Programa?

Alguns pontos são essenciais. O primeiro foi trabalhar de forma coordenada problemas e as possíveis soluções para a região envolvendo 60 instituições públicas e privadas. Essa capacidade de promover a integração, é para mim, um dos principais resultados do programa, que tem também uma preocupação muito forte com o meio ambiente. Vem aproveitando e fomentando as pesquisas de instituições da região.

Há resultados específicos como, por exemplo, o aumento do crédito para produtores de pescado através do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O pedido foi feito pelo Oeste em Desenvolvimento e atendido pelo Governo Federal. O aumento foi de R$ 150 mil para R$ 330 mil.

O Oeste também se mostra contra a extração do gás de xisto por meio do fracking (fraturamento hidráulico de rochas), que começa a ganhar corpo na região e da renovação antecipada dos contratos de pedágios na BR-277.

Outra grande conquista é a criação do grupo de trabalho instituído pela Portaria Nº 216, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que discutirá e apresentará propostas para regulamentar a coleta, o processamento e a destinação de animais mortos na área rural. O pedido foi feito pelo POD, pois a legislação vigente tem mais de 50 anos.

 

O que a população ainda pode esperar do programa?

Acredito que o maior desafio do POD é que o senso de pertencimento ao território seja compartilhado por todos aqueles que aqui vivem e produzem. Entender-se parte é entender-se comprometido com o todo. O que determinará as possibilidades de alcance de resultados efetivos a curto, médio ou longo prazo é a compreensão de que o sucesso do programa depende da efetiva participação de todos.

Não tenho dúvida que estamos andando por um bom caminho, ainda mais se houver a compreensão de que, para que tenhamos no Oeste do Paraná um diferencial competitivo e uma estrutura socioambiental de qualidade diferenciada, é necessário que haja a maior adesão possível nesse processo de planejamento participativo e de cooperação, entendendo que a construção do nosso futuro deve ser um compromisso de todos.

Fonte: Assessoria

O designer Jorge Bischoff chegou em Foz do Iguaçu nesta quinta-feira (17) para inaugurar a loja da grife que leva seu nome, no Shopping Catuaí Palladium. Os franqueados Adinéia Lacerda e Colpo e Paulo Iran Durgante Colpo recebem clientes e convidados para um badalado coquetel de inauguração a partir das 19h. 

Jorge Bischoff vai brindar a chegada de sua grife à cidade, apresentando suas criações para o Verão 2017. Um dos momentos mais aguardados da noite é a sessão de autógrafos, em que as clientes poderão receber a assinatura literal do artista em seus produtos favoritos. 

O mix da nova loja conta com peças para os diferentes estilos da mulher.  “São modelos com muitos detalhes, elegância, sofisticação e que valorizam a alma feminina”, declara Adinéia”. Para a empresária anfitriã da noite, esta é uma oportunidade ímpar de conhecer o criador da grife. "A presença dele aqui será uma honra par nós e um presente às nossas clientes”, explica. 

Jorge Bischoff

Criada em 2003 pelo designer Jorge Bischoff, a grife se diferencia pela exuberância de suas criações e sua personalidade única. Com um conceito próprio de design, a Jorge Bischoff é referência em sapatos, bolsas e acessórios femininos e masculinos. São produtos de padrão internacional com a típica energia do Brasil. 

Com arrojadas combinações de cores e texturas, os produtos Jorge Bischoff têm a elegância como fio condutor de todas as criações – desenvolvidas para acompanhar todos os momentos do consumidor.

Sobre

Carro-chefe do BISCHOFF GROUP, a grife que leva a assinatura do designer JORGE BISCHOFF tem como grande diferencial a essência exuberante e a elegância de suas criações. 

Sua rede de franquias conta com mais de 60 lojas exclusivas nos principais endereços de moda do Brasil e seus produtos também estão presentes em boutiques selecionadas em mais de 50 países. Ainda este ano, a Jorge Bischoff dá início ao seu projeto de expansão internacional, com a abertura de uma flagship store em Miami, nos Estados Unidos.

 

O Bazar da Pamella é o evento mais esperado do ano pelos seguidores de Pamella Ferrari, moradora de Foz e conhecida no mundo das mídias sociais como digital influencer, uma espécie de formadora virtual de opinião sobre moda, beleza, saúde, fitness – com mais de um milhão de seguidores. Sim, 1.000.000 de seguidores! É uma multidão virtual. “Existe muita expectativa porque eu ganho essas peças de empresas bastante conhecidas do setor da moda para fazer divulgação nas minhas mídias sociais. Em quase todas as vezes, uso apenas quando tiro a foto. A vantagem é que, no bazar, essas peças serão vendidas por valores super acessíveis,” explica Pamella. O bazar está marcado para o dia 26 de novembro, das 14h às 18h, na Casa da Amizade, no centro de Foz. 

 Acessórios e bolsas, além das roupas e calçados são selecionados e guardados durante todo o ano. No dia do bazar, estarão expostos em araras e bancadas. Tudo organizado por Pamella e um grupo de parentes e amigos voluntários. Os preços vão variar entre R$ 10 e R$ 200, com pagamento em cartão ou dinheiro. A equipe do salão “Mara Cabelos e Beleza” estará de prontidão para arrecadar doação de cabelo. Para entrar no evento, os compradores vão doar um brinquedo. O bazar é um evento aberto ao público e atrai seguidores de Pamella Ferrari da região de fronteira e do Brasil todo. “Já veio gente de Natal (RN), Brasília (DF), Assunção (Paraguai)... É um orgulho para mim”, comemora. 

O Bazar da Pamella é organizado para ajudar entidades de Foz do Iguaçu em várias ocasiões durante o ano. São feitas doações de brinquedos, de roupas, de eletrodomésticos, de móveis, enfim, do que as entidades precisarem. “Também doamos a nossa presença,” Pamella completa. “Eu já visitei pacientes em tratamento contra o câncer, entreguei doações de cabelo para confecção de perucas e distribuí kits de maquiagem. Aproveitei para ensinar as mulheres a enrolarem lenço na cabeça e dei dicas de maquiagem para esconder olheiras, disfarçar a palidez e até as feridinhas que podem aparecer com o tratamento,” lembrou. 

Bazar começou na garagem 

Esta é a quarta edição do Bazar da Pamella. A primeira, em 2013, foi na garagem da casa da blogueira, a pedido das amigas interessadas em adquirir as roupas que estamparam anúncios no Brasil e no exterior. Pamella diz que percebeu que ali estava um jeito de ajudar as pessoas da cidade onde mora. “Já viajei o mundo por causa da minha profissão,” ela conta. “Estive em Dubai, em cidades da África, da Europa, dos Estados Unidos. Isso é muito legal! Mas passo muito do meu tempo aqui em Foz com meu filho, meu marido e minha família. Me formei em direito aqui. Quero ajudar a cidade de alguma maneira.” 

Além do dinheiro, no ano retrasado, o bazar rendeu uma tonelada de alimentos. Ano passado, foram arrecadados centenas de kits de higiene. A meta agora é entregar o máximo possível de brinquedos para crianças pobres, no Natal. Com a renda da venda das peças serão feitas várias outras ações: custeio de viagens de crianças acolhidas em projetos sociais como o “Mão Amiga”; doação de leite para o Centro de Nutrição; entrega de donativos para as Casas Lares de Foz; entrega de cabelo e maquiagem para a Uopecan (Hospital de Câncer).

 Endereço do Bazar da Pamella

Casa da Amizade (Rotary) - Avenida Brasil, 1560, centro de Foz do Iguaçu (próximo à ACIFI) 

O uso de fontes alternativas de energia como o biogás e a solar será o foco do III Seminário de Energias Renováveis como Vetor de Desenvolvimento do Oeste do Paraná, nesta terça-feira (8), em Cascavel. O evento, organizado pelo Programa Oeste em Desenvolvimento, será realizado no anfiteatro da Faculdade Assis Gurgacz (FAG), das 8h30 às 19h.

A programação será composta por talk-shows, palestras e apresentações de fornecedores da cadeia produtiva de energias de várias partes do Brasil. 

O objetivo do encontro é incentivar o aproveitamento de fontes de energias alternativas como o biogás e a solar, melhorar a eficiência energética e ampliar a geração distribuída, assim evitar que os produtores dependam exclusivamente da concessionária de energia.

Para o coordenador da Câmara Técnicas de Energias, Felipe Souza Marques, percebemos cada vez mais um interesse sobre o tema na região. “Participarão do encontro empresários, produtores, fornecedores de energias, prefeitos, secretários de Meio Ambiente e pesquisadores que veem nas fontes alternativas um impulso para o desenvolvimento regional”, disse. 

Confira a programação 

A abertura do III Seminário de Energias Renováveis do Oeste do Paraná será às 8h30, seguida pelo talk-show “Cenário de Energias Renováveis como Vetor de Desenvolvimento Econômico”. Às 10h20, iniciam as apresentações de fornecedores de fontes alternativas de energia. Na sequência, haverá uma palestra sobre “Gestão de Energia e Eficiência Energética”.

As atividades da tarde começam às 13h30 com o talk-show “Biogás: Tecnologia e modelos de negócios para plantas eficientes”, seguida pela apresentação de fornecedores.

Às 15, talk-show “Energia Solar: Iniciativas e propostas para expansão na matriz energética regional”. Às 16h35 o tema da palestra será “Mercado de Energia”, com mais apresentações de fornecedores. As atividades serão encerradas com o talk-show “Oportunidades de negócios no mercado do Biogás e Fotovoltaico”, moderado pelo presidente do Programa Oeste em Desenvolvimento, Mario Costenaro.

O evento é realizado pelo Sebrae/PR e promovido pelo Programa Oeste em Desenvolvimento com o apoio da Itaipu Binacional, CIBiogás, TECFAG, Sistema Fiep, Absolar, ABiogás, Copel e Governo do Estado do Paraná. Mais informações e inscrições podem ser solicitadas pelo telefone (45) 3321-7077, do Sebrae/PR em Cascavel.

Oeste em Desenvolvimento

Lançado em 2014, o Programa Oeste em Desenvolvimento (POD) é uma iniciativa de Governança Regional que busca promover o desenvolvimento sustentável da região através de um processo participativo.  

Para isso reúne mais de 60 instituições públicas e privadas de abrangência municipal e/ou regional como empresas, cooperativas, instituições de apoio e fomento, sindicatos e associações de classe, universidades, centros de pesquisas e tecnologias dos 54 municípios da região. Entre elas estão Itaipu Binacional, Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), Sebrae/PR, o Sistema Cooperativo, Caciopar, Amop, Emater e Fiep.

Ele atua nas áreas de Infraestrutura e Logística, Pesquisa e Desenvolvimento, Crédito e Fomento, Capital Social e Cooperação, Meio Ambiente e Energias.

Fonte: Assessoria

 

O Programa Oeste em Desenvolvimento (POD) promove, na próxima terça-feira (8), a partir das 8h30, no anfiteatro da Faculdade Assis Gurgacz, em Cascavel, o 3º Seminário de Energias Renováveis como Vetor de Desenvolvimento do Oeste do Paraná.

O evento vai durar manhã e tarde e reunirá empresários, produtores, fornecedores de energias, prefeitos, secretários de meio ambiente e pesquisadores da região. O objetivo é incentivar o aproveitamento de fontes de energias alternativas, como o biogás e a solar, melhorar a eficiência energética e ampliar a geração distribuída, evitando que os produtores dependam exclusivamente da concessionária de energia.

Segundo o coordenador da Câmara Técnica de Energias do POD, Felipe Marques, muitos produtores reclamam da qualidade da energia elétrica que chega às propriedades rurais, o que os obriga a utilizar geradores movidos a óleo diesel. Edmilson Zabott, vice-presidente do Sindicato Rural de Palotina, é um deles. “Utilizar o gerador é muito caro. Se precisar usar com frequência, nunca seremos competitivos”, disse. Uma alternativa seria articular junto a Copel, melhoria na rede elétrica rural.

Opinião semelhante é do produtor de aves de Serranópolis do Iguaçu Leandro Mazurana, há 26 anos na atividade. Por causa da instabilidade da energia, de uma só vez perdeu 15 mil aves. O vizinho dele teve a energia interrompida e registrou a morte de 18,5 mil aves. “É uma atividade de risco, mas que poderia ser minimizado com melhoria na rede elétrica ou se tivéssemos outras alternativas”, disse Mazurana.

E são nessas alternativas que a Câmara Técnica do POD vem trabalhando, pois foi comprovado que a região tem potencial para expandir o uso de energias renováveis. A matéria-prima para o biogás (os dejetos dos animais), por exemplo, está disponível em muitas propriedades. “O uso do biogás resolve dois problemas, o energético e o ambiental”, explicou Marques.

A justificativa é que o biogás transforma um passivo ambiental em ativo energético. “Mesmo que seja a médio ou longo prazo, não queremos ficar dependendo de apenas um modelo energético”, disse Marques. “Vale ressaltar que a geração distribuída depende da rede de distribuição de energia, portanto o papel da concessionária de energia é muito importante.”

Para o superintendente de Energias Renováveis da Itaipu Binacional, Herlon Almeida, as pessoas ainda não têm, culturalmente, a noção de que podem produzir o próprio combustível ou a própria energia. “Mas hoje, com a geração distribuída, isso já é possível, sobretudo no Oeste, onde a base econômica é o agronegócio.”

Atividades

O seminário será dividido em exposição de fornecedores da cadeia de energias; apresentações de casos de sucesso na geração e comercialização de energias alternativas e plantas modelos de geração de energia solar e biogás; debates sobre eficiência energética como fator de competitividade empresarial e investimentos no mercado emergente de energia limpa.

As regras e políticas de Financiamentos para Projetos de Energias Renováveis e as políticas públicas como instrumento de desenvolvimento do setor de energias limpas e renováveis também serão discutidas durante o evento.

Oeste em Desenvolvimento

Lançado em 2014, o POD é uma iniciativa de Governança Regional que busca promover o desenvolvimento sustentável da região por meio de um processo participativo.

Para isso reúne mais de 60 instituições públicas e privadas, de abrangência municipal ou regional, como empresas, cooperativas, instituições de apoio e fomento, sindicatos e associações de classe, universidades, centros de pesquisas e tecnologias dos 54 municípios da região. Entre elas estão Itaipu Binacional, Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), Sebrae/PR, Sistema Cooperativo, Caciopar, Amop, Emater e Fiep.

O programa atua nas áreas de infraestrutura e logística, pesquisa e desenvolvimento, crédito e Fomento, capital social e cooperação, meio ambiente e energias.

A 12ª Feira Internacional do Livro de Foz do Iguaçu tem sido uma vitrine para as publicações dos escritores da cidade. Inteiramente dedicado à produção literária local, o evento promove lançamentos, bate-papos e debates sobre as obras e os temas abordados nas edições. A venda de livros de escritores iguaçuenses durante a feira também reflete o destaque da programação para as “pratas da casa”. 

A Feira do Livro acontece até domingo, 6, no Shopping Catuaí Palladium, com uma agenda gratuita de atividades de arte, cultura, leitura e literatura, destinada a públicos de todas as idades. Os leitores podem visitar dezenas de estandes de livrarias e sebos, que oferecem livros e publicações em condições promocionais, abrangendo lançamentos, raridades e clássicos em todas as áreas do conhecimento humano. 

O diretor de cultura da Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, Márcio Vitor Queiroz, conta que além da visibilidade para a produção literária da cidade, a comercialização de livros produzidos por iguaçuenses também está sendo satisfatória. “Em nosso levantamento preliminar, constatamos que as publicações de autores da cidade representam parte significativa das vendas de livros na feira. Este ano, o evento enfatiza o escritor da cidade”, expõe. 

Novos autores

O livreiro Ernani Brito, diretor da Livraria e Editora Epígrafe e coordenador do Núcleo de Livrarias e Sebos da Acifi (Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu), explica que há um aumento da produção literária no município, decorrente da ampliação da estrutura educacional, especialmente do polo universitário. Com efeito, a Feira do Livro consolidou-se como canal importante para a divulgação e a promoção dos autores locais. 

“Temos uma atividade acadêmica maior, com mais universidades e instituições de ensino e pesquisa instaladas no município, resultando no aumento de publicações”, reflete Ernani Brito. “A feira é o principal espaço para fomentar o trabalho dos escritores da cidade, da escrita e da produção intelectual. Hoje conseguimos fazer uma feira apenas com autores locais, talvez antes não fosse possível”, assinala. 

Realização 

A 12ª Feira Internacional do Livro é uma realização compartilhada entre a Prefeitura do Município de Foz do Iguaçu, por meio da Fundação Cultural, Shopping Catuaí Palladium, Acifi, por meio do Núcleo de Livrarias e Sebos, Itaipu Binacional e Fundo Iguaçu. O evento conta com o apoio das instituições de ensino Colégio COC, Uniamérica, Unioeste e Unila.

Fonte: Assessoria