Outubro Rosa é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do câncer de mama, com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre a importância de efetuar o autoexame, procurar regularmente o médico e realizar exames de rotina, no combate contra o câncer de mama. Para ajudar na campanha, o Shopping Catuaí Palladium promove nesta quinta-feira (20/10), em Foz do Iguaçu, uma ação especial simultânea com outros quatro empreendimentos (Palladium Curitiba, Palladium Ponta Grossa, Itajaí Shopping e Shopping Cidade de Sorocaba) para alertar as mulheres sobre a prevenção do câncer de mama.

Por isso, quem visitar o shopping neste dia vai receber um presente para lembrar sobre a importância do exame da mamografia, que devem ser realizados periodicamente, e do autoexame, que pode ser feito periodicamente. De forma descontraída as promotoras vão entregar um “mimo” e folders explicativos sobre o tema para enfatizar sobre a prevenção do câncer de mama. Outra novidade é que o Catuaí Palladium transformou a iluminação da fachada na cor rosa durante todo o mês de outubro, assim como os principais monumentos turísticos do Brasil.

Vale a pena conferir a ação “Outubro Rosa” no shopping localizado na Avenida das Cataratas. E não deixe para última hora porque os brindes são limitados!

Para ajudar na campanha,

Faça sempre o autoexame. 

- Em frente ao espelho, observe o bico do seio, a superfície e o contorno das mamas. Levante o braço e note se aparecem alterações no contorno e na superfície das mamas com o movimento.

- Apalpe com a mão esquerda a mama direita e vice versa. . Faça movimento circulares suaves, apertando levemente com a ponta dos dedos.

- Apalpe as axilas com em busca de nódulos, que podem ser dolorosos ou não. Se encontrar procure um médico.

- Comprima os mamilos da base à ponta, em busca de alguma secreção. Se houver secreções, faça uma avaliação médica.

Saiba mais na página  http://www.inca.gov.br/outubro-rosa/

Foto: Marcos Labanca

Com o objetivo de contribuir com projetos, propostas e soluções para melhorar a qualidade dos serviços de saúde, o Codefoz (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu) lança a Câmara Técnica de Saúde, nesta quarta-feira, 19, às 18h30, durante a reunião plenária do órgão. O colegiado técnico será composto por representantes de instituições públicas e organizações sociais relacionadas ao setor de saúde.

A Câmara Técnica irá atuar por meio de medidas de médio e longo prazo, colaborando, propondo e fortalecendo as chamadas políticas públicas de Estado e com as ações de governo. O órgão do Codefoz também visa fomentar e atrair novos investimentos para o município. O projeto que começará a ser trabalhado pretende transformar Foz do Iguaçu em um polo regional de referência em serviços de saúde prestados à população. 

A Câmara Técnica de Saúde do Codefoz reunirá representantes de instituições como a Secretaria Municipal de Saúde, 9ª Regional de Saúde (órgão da Secretaria de Estado da Saúde), COMUS (Conselho Municipal de Saúde). Também farão parte do coletivo, clubes de serviços, igrejas, MPE (Ministério Público do Estado do Paraná), MPF (Ministério Público Federal), entidades ligadas aos usuários de saúde, entre outras representações.  

O presidente do Codefoz, Roni Temp, enfatiza a importância da Câmara Técnica para a melhoria dos serviços de saúde no município. “As câmaras do Codefoz promovem a participação da comunidade, desenvolvem atividades técnicas e fornecem contribuições de forma permanente”, destaca. “A área da saúde é estratégica para o desenvolvimento e a qualidade de vida das pessoas. E o Codefoz cumpre o seu papel ao consolidar espaços de decisão e de proposições também nesta área”, diz Temp. 

O conselheiro do Codefoz, Danilo Vendruscolo, um dos articuladores da Câmara Técnica de Saúde, destaca a importância do envolvimento da população em torno de soluções e debates sobre a área de saúde. “A Câmara Técnica é um canal para a sociedade se envolver, participar e propor mudanças na saúde pública, que está em uma situação extremamente crítica”, aponta. “Trata-se de uma iniciativa suprapartidária e um trabalho totalmente voluntário, conclui. 

Fonte: Assessoria

A menos de 20 dias do evento mais badalado da região trinacional, a venda do ingresso avulso  do 27º Baile do Havaí está disponível na secretaria do Iate Clube Lago de Itaipu (ICLI),  em Foz do Iguaçu. Cada ingresso custa R$ 150,00 e as mesas estão quase esgotadas.  A tradicional festa havaiana está programada para o dia 5 de novembro na área externa do clube (estacionamento Lambari). Será uma bela festa em noite de lua cheia à beira do Lago de Itaipu. Mas o local poderá ser alterado para a área coberta, se houver previsão de chuva para o dia 5 de novembro. Essa decisão será tomada sete (7) dias antes do evento.  

Muitas coisas legais esperam pelos sócios e convidados no 27º Baile do Havaí promovido ICLI.  A animação musical, a partir das 22 horas, será do curitibano DJ Zex, da Banda Free Show e Intimidade do Samba. Além das atrações musicais, o tradicional baile terá a praça de alimentação com serviço de bebidas, petiscos e caldos. Outra novidade é a mesa VIP com serviço diferenciado e área reservada.  As mesas VIP já estão esgotadas, mas ainda há  disponibilidade de mesas  fora da área VIP no valor de R$ 450,00 e ingresso avulso. Confira o mapa das mesas e quiosques publicado no site do clube: www.icli.com.br.

Informações e vendas de terça-feira a domingo nos telefones (45) 3577-1315/8808-2872 ou pelos e-mails: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

A destinação irregular de resíduos industriais no Brasil gera perdas da ordem de R$ 600 milhões ao ano aos cofres municipais. Segundo estudo Consultoria Tendências, encomendado pela Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), apenas 25% de todo material gerado no setor produtivo é tratado corretamente no País.

De acordo com o levantamento, o Brasil produz 33 milhões toneladas de resíduos industrias ao ano e, deste montante, 25 milhões de toneladas não são tratadas adequadamente, o que não permite a rastreabilidade. E os municípios brasileiros deixam de arrecadar R$ 150 por tonelada.

Para o presidente da Abetre, Carlos Fernandes, seriam necessários cerca de R$ 3,7 bilhões para tratar adequadamente o material que ainda é descartado de forma irregular. “O imposto para este tipo de serviço no Brasil é da ordem de 15% do valor total do tratamento”, afirma Fernandes. “É necessário, portanto, que o País adote um sistema declaratório nas empresas geradoras, justamente para garantir rastreabilidade dos resíduos e segurança jurídica ao setor produtivo”, acrescenta. 

Para Fernandes, o País precisa de mecanismos de controle mais eficientes na gestão de resíduos industriais. “Embora a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) tenha sido um avanço na área de regulação, as autoridades ainda carecem de sistemas de controle e fiscalização junto ao setor produtivo brasileiro”, comenta.

“O sistema declaratório, obrigação da PNRS e implantado em meio digital em Santa Catarina com a colaboração da Abetre, é uma importante ferramenta para a rastreabilidade de resíduos, trazendo segurança para todos os geradores”, acrescenta.

Fernandes lembra ainda que o Brasil possui tecnologia de ponta e empresas altamente capacitadas para o tratamento de resíduos e recuperação de áreas contaminadas. “O setor privado de tratamento de resíduos no País é hoje a solução ambiental mais viável e segura economicamente para as empresas geradoras e para os gestores públicos”, conclui.

Fonte: Assessoria

O Shopping Catuai Palladium ­preparou uma programação especial para homenagear as crianças neste mês de outubro. Até o dia 23 de outubro,  os baixinhos de 4 a 12 anos terão a oportunidade de participar do Clube da Pizza, uma oficina interativa com muita brincadeira e a mão na massa de verdade.  É uma atividade lúdica para motivar a criatividade, o desenvolvimento, a fantasia e a interação das crianças, onde os pequenos podem montar e saborear suas próprias receitas. Elas adoram!

O Clube da Pizza iniciou as atividades no dia 7 de outubro e, desde então tem sido um sucesso. A capacidade máxima é de 20 crianças em todos os horários. A oficina é conduzida por monitores treinados por um chef, que utilizam uma linguagem e metodologia adequada para o público infantil. Todos os pequenos realizam as atividades uniformizados com avental e touca. Os participantes poderão escolher dois sabores entre os três sabores disponíveis para montar sua mini-pizza: chocolate preto, mussarela e calabresa. As crianças aprendem fazendo de maneira divertida sobre os cuidados básicos na cozinha, despertando para continuarem a “cozinhar” em suas casas. Vale a pena visitar o espaço!

As atividades ocorrem diariamente, na praça de eventos do Piso térreo no seguinte horário: de segunda a sexta das 14 às 20 horas;  sábado e domingo das 12 às 20 horas. O custo para participação é de R$ 5 e com duração em torno de 20 minutos. A inscrição é por ordem de chegada. As escolas interessadas poderão fazer o agendamento de horário de segunda à sexta-feira no telefone (45)  3939-0022 ou por e-mail marketing1@catuaípalladium.com.br.

O Shopping Catuaí Palladium fica na Av. das Cataratas,  no principal corredor turístico de Foz do Iguaçu. Mais informações pelo site www.shoppingpalladium.com.br.

Programação Clube da Pizza:

Período: de 07 a 22 de outubro.

Faixa etária: De 4 a 12 anos.

Horário de Funcionamento:  de 2ª a 6ª Feiras das 14 h às 20 horas; Sábado e Domingo das 12h às 20h.

Valor: R$ 5,00

Horário de funcionamento do Shopping Catuaí Palladium

Alimentação e Lazer

Todos os dias, inclusive feriados, das 11h às 23h

Lojas

Segunda a Sábado das 10h às 22h

Domingos e Feriados das 14h às 20h

Estacionamento

Gratuito

Na semana do Dia das Crianças a Sobre Rodas publica 10 brincadeiras para os pais relembrarem sua infância, estimular o desenvolvimento dos filhos e deixar a família mais unida. As dicas são da especialista Sheila Leal com objetivo de evitar que em meio a tata exposição à tecnologia, as brincadeiras tradicionais se percam. 

Confira: 

É fã e comidas saudáveis?! Após o sucesso de seu livro de estreia, 50 doces veganos, a jornalista Katia Cardoso volta à mesa para apresentar sua nova obra. Lançamento da Editora Alaúde, 50 comidinhas veganas segue o número de receitas do seu antecessor, trazendo um apanhado de pratos deliciosos, de fácil preparo e com ingredientes simples. Pensadas para serem servidas em cumbucas, tigelas ou bowls, em função da praticidade e versatilidade do recipiente, as receitas são ideais para serem compartilhadas com a família e os amigos nas mais diversas ocasiões. Por serem veganas, as receitas também são indicadas para quem tem alergia a ovo ou intolerância à lactose, além disso, a maioria dos pratos não contém glúten.

O Bullying é um tema que está em recorrente discussão, principalmente no âmbito escolar, onde cada dia mais casos são relatados por parte dos adolescentes e crianças. Porém, tal atitude não fica apenas na escola, e acaba afetando outras instâncias da vida das pessoas que sofrem com essa “violência”. 

Para Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, é importante consolidar seus conceitos e lutar para o combate de sua progressão no meio escolar. “O papel que a escola precisa desempenhar em relação ao bullying com as crianças, é o de amenizar qualquer distância que menospreza ou impossibilita o outro de mostrar o seu potencial”, explica a especialista. Segundo a Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (APRAPIA), o bullying está relacionado a todas as formas de atitudes agressivas, realizadas de forma voluntária e repetitiva sem motivação evidente, cometidas por um ou mais estudantes contra outro, causando dor e angústia e realizada dentro de uma relação desigual de poder.

No Brasil, 20% dos estudantes alegam já ter praticado algum tipo de bullying, tals dados foram levantados pelo IBGE, que entrevistou mais de 100 mil alunos de escolas públicas e particulares de todo o Brasil. Na mesma pesquisa, 51,2% dos estudantes não souberam especificar um motivo para ter cometido tal agressão. A maioria dos casos está relacionada à aparência do corpo, seguida da aparência do rosto, raça/cor, orientação sexual, religião e região de origem. Geralmente, tais atos acontecem sem o conhecimento dos pais e professores, com consequências graves como o medo e insegurança, que atrapalham não só os estudos, como a vida pessoal daquela criança ou adolescente.

De acordo com Ana Regina, a escola precisa trabalhar e se desenvolver para que a tomada de consciência aconteça de modo geral, desde a equipe pedagógica, o administrativo até os discentes. “Devemos estar atentos para detectar o processo e trabalhar em prol dos alunos vitimizados pelo Bullying. Essa mobilização talvez seja uma alternativa para diminuir tal sofrimento. Cabe também ao núcleo escolar proporcionar aos alunos a participação em feiras culturais, exposições, diálogo com outros colegas e assim por diante, deixando-os mais à vontade no meio”, detalha.

Segundo a especialista, essas crianças e adolescentes chegam aos consultórios com bastante dificuldade e sofrimento, e, infelizmente, a maior parte delas não terá atendimento adequado, e, em alguns casos, nem o reconhecimento da situação. Por isso, para a melhor forma de combater o bullying é investir em prevenção e estimular a discussão aberta com todos os atores da cena escolar, incluindo pais e alunos. Orientar os pais para que possam ajudar, pois os mesmos devem estar sempre alertas para o problema, seja o filho vítima ou agressor, ambos precisam de ajuda e apoio psicológico.

“Quem é vítima de tal ato, acaba desestimulada a frequentar as aulas por medo de ser humilhada. O Bullying é um problema sério que precisa ser extinto, com o apoio do colégio, pais e próprios alunos. É o tipo mais frequente e visível da violência juvenil. Administrar o problema nas escolas é fundamental por ser um local de socialização das crianças e o segundo ambiente de convívio depois do familiar”, completa a especialista.

 

Os meses de outubro e novembro são marcados pelas campanhas mundiais de prevenção ao câncer.  A primeira, conhecida como “Outubro Rosa”, é uma campanha direcionada ao combate ao câncer de mama e do colo do útero, e o “Novembro Azul”, ao câncer de próstata.

Engajado e pensando na prevenção como foco, o Hospital Municipal de Foz do Iguaçu (HMFI), mais uma vez, abraça e “veste” essa causa nobre.

De acordo com a interventora da Fundação Municipal de Saúde, Patrícia Foster Ruiz, a Comissão de Humanização da instituição, já está finalizando as ações que serão realizadas entre os dias 28 de outubro a 5 de novembro.

“A exemplo do ano anterior, o Hospital Municipal já está realizando o chamamento da comunidade iguaçuense ao Novembro Azul, tornando dessa maneira, as duas campanhas mais impactantes, concentradas e direcionadas”, observa Foster. 

Nessa sexta-feira , 30, o HMFI, se despede da iluminação verde e amanhã, dia 1º de outubro, recebe os tons de rosa. Assim acontece também com a tematização na página oficial da Fundação Municipal, na rede social facebook, onde a logo da instituição irá receber as quatro cores em alusão às campanhas.

Segundo a Comissão de Humanização da instituição, a mobilização, divulgação e orientação são atos fundamentais para que se possa conseguir diminuir a mortalidade por câncer. 

“A programação foi pensada com muito carinho, com palestras, cuidados com a saúde, tarde de beleza, atividades físicas, envolvendo vários profissionais de áreas distintas”, esclarece a psicóloga Paula Danielle Lopes, integrante da Comissão.

“Nosso propósito é atingir e potencializar o que é mais importante: o permanente cuidado com a nossa saúde”, pontua a psicóloga. 

Fonte: Assessoria

Foto: Alexandre Marchetti

Nos primeiros nove meses de 2016, a Itaipu Binacional produziu 77,4 milhões de megawatts (MWh). O feito chega a ser surpreendente, já que a usina foi projetada, inicialmente, para atender os sistemas elétricos do Brasil e do Paraguai com a produção anual de 75 milhões de MWh de energia assegurada.

Com base no elevado ritmo deste ano, que vem desde janeiro batendo sucessivos recordes de geração (diário, mensal, trimestral, quadrimestral, em cinco meses e no semestre), a expectativa é que até o final de dezembro Itaipu atinja 100 milhões de MWh.

Se esse cenário for confirmado, será a primeira vez na história da usina, em 32 anos de operação, que a hidrelétrica atingirá essa produção. “É a confirmação que a Itaipu está no auge da produtividade e eficiência e vive seu melhor momento desde que entrou em funcionamento, em 1984”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek.

Nessa mesma época do ano, em 2013, por exemplo, quando Itaipu estabeleceu sua melhor marca mundial anual, com 98,6 milhões de MWh, a usina estava produzindo 74 milhões de MWh, ou 3,4 milhões de MWh menos do que este ano. Na comparação com o ano passado, o volume é quase 20% maior - quase 13 milhões de MWh a mais.

O diretor técnico executivo de Itaipu, Airton Dipp, ressalta a importância de a Itaipu estar preparada para atender os mercados do Brasil e do Paraguai produzindo energia limpa e renovável. “Isso contribui para que todo o sistema elétrico tenha mais segurança e equilíbrio no uso de recursos”, afirma. E conclui: “Sem contar que, quanto mais Itaipu produz, mais ela contribui para reduzir a necessidade de o governo acionar as termoelétricas”.

Outra marca excepcional de Itaipu ao longo da história é a produção acumulada. São quase 2,38 bilhões em 32 anos. Essa quantidade toda daria para atender o consumo de energia elétrica da terra por 40 dias.

Setembro

Com 8,39 milhões de MWh, setembro de 2016 é o segundo melhor do histórico. A geração representa 97,6% do melhor setembro registrado em 2000 e 8% superior ao de 1997, até então o segundo do ranking.

Renovável

A geração de eletricidade, no Brasil, é uma das mais limpas do planeta. Do total da capacidade instalada, de 135 mil megawatts, apenas 26 mil correspondem à energia produzida por usinas de termeletricidade. Ou seja, menos de 20% do total.

A hidreletricidade, energia limpa e renovável, corresponde a 66% da matriz elétrica brasileira. E outras fontes limpas, como a eólica, estão em franco crescimento. Só para comparar, em 2008 a geração eólica era de apenas 247 MW. Em 2015, saltou para 5.833 MW, um crescimento de 2.261%.

 

Fonte: Assessoria