Os Correios lançaram nesta segunda-feira (27), no Rio de Janeiro, a emissão Nossos Selos Rio 2016 – Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que destaca 16 artes selecionadas no concurso cultural de selos postais promovido pelo Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, realizado por meio do aplicativo digital Meu Rio 2016. O lançamento ocorreu na Escola Ginásio Vicente Licínio Cardoso, que possui três alunas vencedoras: Hemilly Pereira, Danielle Martins e Samara Brum.

Também estão entre os vencedores do concurso Alicia Teberga, André Paiva, Anne Beth, Athos Spilborghs, Fernando Degrossi, Gabriel Trindade, Girlan Quidute, Hegildo Alencar, Ivan Mola, Larissa Mazza, Mateus Kuwer e Valéria Boelter, que registraram, de maneira criativa, a temática “O que mais te inspira no espírito Olímpico e Paralímpico”.

A reunião das ilustrações vencedoras do concurso foi feita pelos Correios em uma folha com 16 selos, com as artes apresentadas no formato de seixo, uma característica da identidade visual da Rio 2016, inspirado nas curvas da paisagem carioca. A emissão possui tiragem de 45 mil folhas e estará à venda nas principais agências dos Correios e na loja virtual da empresa.

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Desde a inauguração do Shopping Catuaí Palladium é grande a movimentação de moradores da região trinacional e turistas ao empreendimento localizado na Avenida das Cataratas, principal corredor turístico próximo da aduana Argentina. Segundo a administração do Shopping mais de 80 mil pessoas visitaram o Shopping nos primeiros dez dias após a inauguração em dia 10 de junho. As placas dos veículos no estacionamento do Shopping revelam que os visitantes são procedentes de Foz do Iguaçu, cidades da região oeste do Paraná e também muitos argentinos e paraguaios. De táxi, ônibus e vans de turismo chegam os turistas de diferentes lugares que estão a passeio em Foz do Iguaçu.

Depois de 20 anos, o casal paulistano Hilton e Roseli Penna escolheu Foz do Iguaçu para a segunda lua-de-mel. O Shopping entrou no roteiro turístico pela cidade e agradou os visitantes. “É um local muito agradável, elegante e com um padrão do Morumbi Shopping de São Paulo. É uma ótima opção para o turista”, disse Roseli Penna. Outro exemplo, são os turistas argentinos Leonardo Colatruglio, Leonela Mattia e Leonel Rodrigues, de Buenos Aires, que decidiram passear no Shopping antes do embarque no aeroporto com destino a Israel. “Aproveitamos nosso tempo livre para conhecer o novo shopping. Está muito bonito e os preços muito bons”, afirma Leonela Mattia.

No último fim de semana, devido ao feriado na sexta-feira (17/6) na Argentina,  aumentou significativamente o fluxo de visitantes argentinos no Shopping. Henrique Salinas veio com a esposa Ludimila Kopetscky e os amigos que moram em Puerto Iguazu. “A localização é ótima e o shopping é bem diversificado. Com certeza, vamos voltar mais vezes porque o ambiente é agradável e os preços estão ótimos”, comenta Henrique Salinas.

Pelos corredores dos dois pisos de mall se identifica também famílias de paraguaios, das cidades fronteira com Foz do Iguaçu. Os amigos Raul Ibarrola e Alexi Larroza, de Ciudad del Este,  trouxeram a esposa e os filhos para conhecer o Shopping Catuaí Palladium. “Gostamos muito da praça de alimentação e da estrutura do shopping. Tem variedade de lojas e comidas, o serviço é muito bom e tudo é lindo”, concordam as famílias Ibarrola e Larroza.

Além do mix de lojas do Shopping, a estrutura do estacionamento chama a atenção dos visitantes. Logo na chegada o sistema de cancelas automáticas da SKI DATA facilita o rápido acesso ao estacionamento.  “É fácil de chegar e sair sem congestionamento de trânsito. As vagas são amplas e bem sinalizadas. Viemos no dia da inauguração e como moramos perto já voltamos pela segunda vez. Com certeza estaremos sempre por aqui”, comenta Alejandro Miguel Pedroso ao lado da esposa Indianara e do filho Victor Hugo. 

O aposentado Leopoldo Lanviski, 87 anos, de Santa Terezinha de Itaipu, veio com família e elogiou a área especial do estacionamento para idosos e cadeirantes. “A maioria dos lugares não dá atenção para os idosos. São poucas vagas e muitas vezes temos que descer do carro para estacionar. Gostei muito do Shopping porque o estacionamento é separado e bem seguro, além do elevador exclusivo para a gente”, avalia Lanviski.

O estacionamento do Shopping Catuaí Palladium tem área exclusiva com vagas de cadeirante e idoso, todas cobertas, mais seguras e com elevador para os dois pisos de mall. A área está sinalizada na cor roxa, no lado direito do estacionamento coberto.  O estacionamento para ônibus e vãs de turismo também é diferenciado. O acesso é na entrada à direita após a cancela de saída do estacionamento de carros. Outro benefício para o público é  o estacionamento gratuito temporariamente.

Texto: Sônia Mendonça 

Impostos sobem, produtos essenciais ficam caros, contas regulares - como de luz e água – também estão elevadas. As famílias entram em cortes de despesas que afetam todos os sentidos, desde o passeio no final de semana, até aquele produto ou serviço banal para o consumo. O momento atual acaba tornando-se de muita cautela. Os últimos acontecimentos com a troca do governo, a economia enxuta e passando por dificuldades, entre outros problemas que envolvem o país, acabam “estourando” sobre o orçamento familiar. O desemprego ronda constantemente as empresas, por isso a importância de não criar contas a longo prazo, pela incerteza de paga-las. Com isso, o crédito dado pelas financeiras é menor.

Para o professor de finanças Pedro Salanek, do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), de Curitiba, o consumidor tem que estar atento as mudanças. “Entendo que precisamos ficar atento as variações de preços dos principais produtos. Pesquisar em diversos locais e avaliar a real necessidade de consumo deve fazer parte desse processo, mesmo se tratando de produtos básicos”, comenta. Um grande vilão para o orçamento familiar é o cartão de crédito, que acaba tornando-se a fuga para estes momentos de aperto. Porém, os juros, que passam de 400% por ano, acabam levando grande parte do dinheiro, até porque apenas prorroga a conta. “Um risco do cartão de crédito são as compras parceladas feitas de forma descontrolada, sem um acompanhamento frequente do saldo da fatura. Recomendo estabelecer um limite máximo do valor da fatura mensal e quando ultrapassar este valor esqueça o seu cartão de crédito em casa. Sua saúde financeira agradece”, sugere o professor.

Colocar suas contas todas na ponta do lápis auxiliam e muito na hora de realizar os pagamentos. Até porque é importante saber para onde o seu dinheiro está indo. Uma forma de economizar dinheiro, é realizando pesquisas dos produtos que precisam ser comprados. Hoje, uma família com três pessoas não gasta menos de R$ 400 reais em um mercado, pois todos os produtos básicos acabaram subindo. Salanek comenta que acompanhar a variação dos preços e procurar outras marcas pode auxiliar o caixa. “É preciso fazer uma avaliação daquilo que é necessário comprar, além de um acompanhamento (pesquisas) da variação dos preços destes produtos. Procurar produtos que possuem maiores ofertas, em certos períodos, é uma boa forma de se estabelecer uma adaptação de consumo”.

Porém, é necessário que as famílias tenham esperança que as coisas irão melhorar. O Brasil já passou por outras crises, que acabaram com o tempo e a economia melhorou. Para Pedro Salanek, o mercado precisa de confiança para se restabelecer, dessa maneira o consumo cresce e faz a economia girar. “Temos que ficar esperançosos e acreditar que em breve teremos uma melhoria. Tanto que, o primeiro passo, para a superação desse momento é a recuperação da confiança, o que é fundamental para que as empresas voltem a investir e assim reverter o quadro atual de queda de consumo e aumento do desemprego”, completa o especialista.

Fonte: Assessoria

A necessidade de criar um fundo regional para financiar pesquisa no Oeste foi uma das demandas levantadas durante o Workshop Sistema Regional de Inovação (SRI), promovido pelo Programa Oeste em Desenvolvimento (POD), na última sexta-feira (17), na sede do Sebrae, em Cascavel.

O evento reuniu cerca de 120 pessoas entre representantes da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, empresas privadas, cooperativas e universidades da região. O objetivo foi aproximar e incentivar empresas e indústrias a utilizarem pesquisas de instituições de ensino local em seus negócios. Assim, os custos seriam reduzidos e, ao mesmo tempo, incentivaria a ciência.

Fundo

Detalhes da criação do Fundo Regional de Inovação serão debatidos no dia 27, no Parque Tecnológico em Foz do Iguaçu, mas a proposta inicial é que seja utilizado para promover pesquisas de interesse do território. O fundo deverá ser mantido pelas próprias empresas.

Jonhey Nazário Lucizani, representante do PTI no Oeste em Desenvolvimento, explicou que, hoje, há pouco investimento em pesquisa, sobretudo, em temas relacionados às demandas das cadeias produtivas do território. “Temos poucos recursos e os pesquisadores tem tradição em estudar alguns temas já definidos. Com recursos do Fundo podemos ampliar esta linha de pesquisa”.

Um dos exemplos está na piscicultura. A maioria da verba para esta área é utilizada para financiar estudos de espécies nativas do Brasil, como Pacu e Tambaqui. Entretanto, a Tilápia, considerada um peixe exótico, representa 95% da produção de pescado na região. “Para nós, é essencial pesquisarmos como melhorar a produção de Tilápia e não os demais pescados”.

O diretor financeiro da Farmacêutica Prati Donaduzzi, Antônio Torquato, avalia como positiva a criação do Fundo Regional. “Muitas das necessidades das empresas regionais são parecidas. Com certeza esse fundo trará muitos benefícios tanto para as indústrias como pesquisadores do Oeste”.

Outra necessidade levantada durante o seminário em Cascavel para aproximar empresas de pesquisadores é o mapeamento dos ativos tecnológicos. A ideia é cadastrar em um portal eletrônico empresas e indústrias interessadas em inovação bem como instituições capacitadas para atender as demandas. Dessa forma, será possível evitar que as empresas importem pesquisas quando as instituições da própria região têm capacidade de atendê-la. “Temos aqui vários centros de pesquisa, mas as indústrias e cooperativas desconhecem e acabam contratando consultoria externa. Com isso, o custo acaba ficando muito alto. Muitas desistem”, explicou Lucizani.

Educação

Oeste em Desenvolvimento trabalhará também para tentar inserir na grade curricular das instituições de ensino, disciplinas sobre inovação e empreendedorismo. “A estruturação do SRI vem para suprir vários gargalos existentes nas cadeias produtivas, como também criar um ambiente favorável aos profissionais que acabam deixando a região por falta de oportunidade”, explicou o presidente do Oeste em Desenvolvimento, Mário Costenaro.

Todas essas ações farão parte de um Sistema Regional de Inovação – caracterizada por uma rede de parceiros formada por instituições de ensino, iniciativa privada e agências de fomento com a mesma finalidade.

Fonte: Assessoria

Foto: Kiko Sierich

O Projeto de Lei Complementar (PLC) 02/2015, exigindo que alterações nos contratos de pedágios nas rodovias paranaenses deve passar pela Assembleia Legislativa do Paraná, será votado na terça-feira (21) pelos deputados estaduais.

O anúncio foi feito na tarde desta sexta-feira (17), pelos deputados Ademir Bier e Chico Brasileiro durante a audiência pública organizada pela Frente Parlamentar contra a Prorrogação dos Contratos de Pedágio, na Câmara Municipal de Foz do Iguaçu. Pela manhã, o debate foi realizado no auditório da Associação Comercial e Industrial de Cascavel (ACIC), em Cascavel.

Em Foz, a audiência contou com a presença de nove deputados estaduais, do deputado federal, Sérgio de Oliveira, de vereadores e de diversos líderes de vários setores produtivos e organizados da cidade e dos municípios vizinhos.

Chico Brasileiro abriu os trabalhos dizendo que os parlamentares não são contra o pedágio, mas sim aos valores abusivos, à unilateralidade das decisões e ao não cumprimento das obras fundamentais que os paranaenses aguardam. “É um modelo defasado e caro”.

Ademir Bier, destacou que as audiências seguirão para outras cidades paranaenses. O objetivo é corrigir um erro histórico, cometido entre 1995 e 1996, e que custa muito caro a um dos estados mais pujantes do País. “Nesses 20 anos, a população não foi ouvida e não há transparência nos contratos”, afirmou o parlamentar.

Projeto

Bier acredita que o projeto 02/2015, de autoria de deputado Tercílio Turini, que repassa à Assembleia Legislativa a responsabilidade de dar a palavra final em temas tão relevantes e do interesse de tantas pessoas será aprovado, pois já passou pela Comissão de Justiça e a maioria dos deputados é contra os atuais contratos. Dos 51 parlamentares paranaenses, até esta sexta-feira (17), 32 já haviam aderido à Frente Parlamentar. “Caberá depois o Governador Beto Richa sanciona-lo”.

Segundo o secretário-executivo do Programa Oeste em Desenvolvimento, Jaime Nascimento, esta votação é uma conquista para a Frente Parlamentar, mas também para o Programa, pois o primeiro debate sobre o tema foi convocado pela Câmara Técnica de Infraestrutura e Logística do POD. “Realizamos dois debates; em Foz e Cascavel. Escrevemos uma carta, com o aval de 400 lideranças, que foi entregue ao Governador Beto Richa e à então Presidente da República, Dilma Rousseff”, disse. O documento pede a não-renovação antecipada dos contratos e a realização de novas licitações.

Prejudicial

Para Chico Brasileiro, o atual modelo é prejudicial à economia do Paraná, sobretudo à região oeste. Embora o setor produtivo seja o principal prejudicado, o turístico também acaba sendo afetado. “Toda população está pagando. Queremos novas licitações”. Segundo ele, as concessionárias não realizaram as obras previstas. Deixaram para o fim do contrato e podem não ser feitas”.

O deputado estadual Professor Lemos afirmou que o debate é pertinente e necessário e que a Taxa de Retorno às empresas é elevada demais. Já para Márcio Pacheco, há uma enorme incoerência em querer prorrogar os atuais contratos, que têm sido extremamente ruins para a sociedade e para quem trabalha e produz. “Essa é uma concessão reprovada pelos paranaenses, então por que continuar com ela?”, questionou.

A não-renovação antecipada dos contratos de pedágios da BR-277 – por onde escoa boa parte do que é produzido no Oeste – será tema de duas audiências públicas nesta sexta-feira (17). 

Em Cascavel, os deputados estaduais que formam a Frente Parlamentar contra a Renovação dos Contratos de Pedágio, empresários e lideranças da região participam da audiência às 9h, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Cascavel (ACIC). No mesmo dia, às 15h30, a necessidade de realização de novas licitações será debatida em Foz do Iguaçu, na Câmara de Vereadores. O primeiro debate convocado pelos deputados ocorreu, dia 28 de março, na Assembleia Legislativa, em Curitiba.

Tanto o evento em Cascavel quanto em Foz do Iguaçu conta com o apoio do Programa Oeste em Desenvolvimento (POD), que desde o início de 2016, através de sua Câmara Técnica de Infraestrutura e Logística, vem promovendo discussões e pedindo a não-renovação dos atuais contratos.

Segundo o Secretário Executivo POD, Jaime Nascimento, as audiências reforçam o movimento iniciado no Oeste. “A frente parlamentar amplia, de forma extraordinária, o que o programa vem fazendo regionalmente. Agora, essa luta não é apenas da região, mas de todo o Paraná”.

Valores altos

Todos debates são embasados nos altos valores da tarifa aplicados na BR-277, o que incide diretamente na perda da competitividade do agronegócio e oneram a população da região. “Nós defendemos a revisão dos contratos e uma nova licitação”, afirmou o presidente do Oeste em Desenvolvimento, Mário Costenaro.

A justificativa é porque o modelo de contrato utilizado no Paraná está defasado e, com isso, os preços das tarifas são muito alto comparado com outros estados. 

Mobilização

Além das mobilizações, com o objetivo de pedir a não-renovação automática dos contratos, o Programa entregou, em fevereiro, uma carta ao Governador Beto Richa e à então Presidente da República, Dilma Rousseff, escrita por mais de 400 lideranças da região, entre elas empresários, prefeitos, vereadores, cinco deputados estaduais; Márcio Pacheco, Leonaldo Paranhos, Ademir Píer, Cláudia Pereira, Chico Brasileiro e José Carlos Schiavinato, bem como com o aval do deputado federal, Evandro Roman.

Renovação; só com redução da tarifa

A câmara técnica do POD acredita que, apesar de o Governo do Estado ter solicitado junto à União a autorização para renovar o direito de administrar as estradas federais, que representam mais da metade dos 2,5 mil quilômetros do trecho com pedágio no Paraná, Beto Richa não decidirá pela prorrogação dos contratos.

No início de fevereiro, quando participou em Cascavel, do Show Rural, Richa afirmou só entrar na discussão sobre uma renovação antecipada se a proposta for irrecusável. Segundo o Governador, “só aceitaremos tratar concretamente do assunto na medida em que nos garantirem uma substancial redução da tarifa do pedágio e a duplicação de todas as rodovias da concessão”.

Tanto o direito do Governo Estadual de explorar as rodovias federais quanto os atuais contratos com as concessionárias vencem em 2021.

Fonte: Assessoria

A implantação de um modelo de gestão voltado para a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente levou o BEST WESTERN Tarobá Hotel a promover investimentos para transformar luz solar em energia elétrica. Com a instalação do sistema de geração de energia por meio de placas fotovoltaicas, o hotel em Foz do Iguaçu reduz as despesas e contribui para conservação da natureza.

Com a produção mensal de 1.850 kWh de energia limpa e renovável, o hotel deixará de emitir na atmosfera duas toneladas de gás carbônico por ano, substância química associada ao efeito estufa. O sistema fotovoltaico do BEST WESTERN Tarobá Hotel possui 60 placas, instaladas em uma área de 100 m². As placas de captação têm durabilidade mínima de 25 anos e o retorno do investimento está previsto em 6,7 anos.

O gerente-geral do BEST WESTERN Tarobá Hotel, Mauro Sebastiany, informa que a opção pela geração de energia solar reflete a responsabilidade social e ambiental do estabelecimento. Para o gestor, o conceito de atendimento de qualidade adotado pelo hotel é mais amplo que a visão limitada à entrega de produtos e serviços aos clientes. É preciso garantir conforto e comodidade na hospedagem e ao mesmo tempo ter compromisso ético e coletivo.

Funcionamento

As placas fotovoltaicas foram instaladas no terraço do hotel. Por meio de cabos elétricos, as placas estão conectadas ao inversor fotovoltaico, dispositivo eletrônico que transforma a corrente contínua em alternada, atendendo aos padrões elétricos do estabelecimento. Este equipamento também faz o monitoramento da produção de energia e a proteção de todo o sistema gerador, em caso de falha operacional.

De acordo com o engenheiro eletricista Luiz Ricardo Colman, responsável pela instalação do sistema fotovoltaico no BEST WESTERN Tarobá Hotel, a energia produzida irá proporcionar economia em uma parte da área coletiva do hotel. Será alimentada a demanda de iluminação, aparelhos de ar condicionado e demais equipamentos. A produção anual de energia provida pelo sistema fotovoltaico representará 3% de todo o consumo anual do hotel.

Não é um acessório e nem tendência na moda atual, o poncho é uma peça coringa e confortável para ser usada em dias frios. Traje tradicional da América do Sul é feito basicamente de um tecido com 3,5 x 2,5 metros, com uma abertura no centro por onde passasse a cabeça e fica apoiado nos ombros. Na América Andina pode ser encontrado é lã de lhama, alpaca e até vicunha.

Aqui no Brasil, a peça foi usada por diversos grupos, como os bandeirantes e tropeiros. Ainda hoje é muito usado pelos gaúchos que vivem no meio rural, já que ajuda a proteger do frio e do vento. A peça pode ser vista nas grandes cidades como uma espécie de sobretudo.

Segundo Maria Inês Borges da Silveira, consultora de Comportamento Profissional, Etiqueta Social e Internacional, Cerimonial Público e Privado e Marketing Pessoal, por ser prático e confortável, acaba agradando a todos. Hoje podemos ver o traje em diversos estilos e modelos, ora sofisticados, ora simples ou modernizados.

“Uma boa dica é usar um modelo simples com calças mais justas ou saias retas, fica perfeito para o dia a dia. Aqui no sul do país é usado por homens e mulheres durando o inverno. O poncho é uma peça de sobreposição que aquece bem nessa época do ano”, explica a especialista.

Já as peças mais sofisticadas, de caxemira ou lã, contornadas por peles nobres como Vison, Lontra ou Marta, servem de agasalhos e podem ser usadas em festas e solenidades, principalmente para as mulheres. Para finalizar, a consultora faz um alerta para não erra a mão e pesar o visual. “Por ser volumoso e marcante, tome cuidado para não pesar seu visual. Usados com roupas retas ficam muito chiques. Grandes nomes da alta costura investem no poncho e muitas figuras importantes nacionais e internacionais usam sem medo de errar”.

Às vésperas de completar 102 anos, no dia 10, Foz do Iguaçu ganha um presente. O Instituto Ambiental do Paraná (IAP), em ato assinado no dia 3 de junho, concedeu a tão esperada Licença Ambiental Prévia (LP) para o projeto de duplicação de 8,82 km da Rodovia BR-469, mais conhecida como Rodovia das Cataratas, no trecho entre o trevo de acesso à Ponte Tancredo Neves e o portão de acesso ao Parque Nacional do Iguaçu. A Licença Ambiental Prévia foi emitida após aprovação do relatório de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan.

"Agora, finalmente, o projeto de duplicação está completo e apto a ser doado para o Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit), para que possamos viabilizar os recursos necessários para execução das obras. O custo previsto da duplicação e das obras de arte é de R$ 98 milhões", afirma Gilmar Piolla, superintendente de Comunicação Social da Itaipu Binacional, que também é vice-presidente do Fundo Iguaçu e secretário-geral do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu - Codefoz. Ele foi responsável pela coordenação dos trabalhos.

Piolla explica que, para receber projetos em doação, o Dnit, por normativa interna, exige que os mesmos sejam acompanhados da devida licença ambiental. Para tanto, foi necessário contratar estudos e realizar escavações arqueológicas na área da faixa de domínio a ser utilizada para a duplicação da BR-469. “O Dnit receberá os projetos básicos e de engenharia, assim como os estudos de impacto ambiental e o licenciamento ambiental”, informa. A data da doação será agendada com a direção do Dnit e o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

O projeto de duplicação prevê que a rodovia será alargada nos dois lados, no trecho entre o trevo de acesso à Argentina e a entrada do Parque Nacional do Iguaçu, o que permitirá o aproveitamento da faixa de domínio do Dnit. As obras incluem a construção de avenidas marginais em boa parte do trecho.

O projeto prevê também ciclovias dos dois lados da pista, duas passarelas de pedestres, dois passa-bichos, cinco retornos em nível com faixas extras de desaceleração e aceleração, um viaduto no acesso ao aeroporto, duas trincheiras, ponte elevada no rio Tamanduá e uma rotatória nas proximidades da entrada do Parque Nacional do Iguaçu.

Para o presidente do Fundo Iguaçu, Carlos Silva, a duplicação da Rodovia das Cataratas é “um sonho antigo da comunidade” e vai “auxiliar no desenvolvimento do município”. Ele lembra que a BR-469 é fundamental para Foz do Iguaçu, já que é a única via de acesso às Cataratas e ao Aeroporto Internacional. Por isso, a partir de agora, será necessário “chegar às autoridades para que os recursos sejam alocados”.

A deputada estadual Cláudia Pereira (PSC) participou das negociações para que a Licença Ambiental Prévia fosse concedida pelo Instituto Ambiental do Paraná, ao mostrar a importância desse projeto para Foz do Iguaçu.

Fonte: Assessoria