No dia 25 de novembro é comemorado o Dia Internacional de Eliminação da Violência Contra as Mulheres. Segundo o último levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a Lei Maria da Penha teve impacto na diminuição de cerca de 10% da taxa de homicídios domésticos em relação à última projeção, realizada em 2006, ano em que a Lei 11.340/06 entrou em vigor.

Enquanto a taxa de homicídios de homens ocorridos em casa continuou aumentando, a de mulheres permaneceu no mesmo patamar. Para a assistente social Michelle Dias, membro da Comissão de Instrução do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (CRESS-SP), a estatística é positiva, mas representa apenas um passo na legislação de proteção à mulher. “A Lei Maria da Penha é uma normativa completa, que abraça desde a esfera protetiva, de punição, até a reeducação dos homens que cometem agressão e a prevenção dos crimes domésticos. Ainda assim, o fenômeno da violência contra a mulher persiste, agravado pela estrutura da nossa sociedade”, comenta.

Questão social

A explicação para a persistência desse problema estaria na desigualdade social. Segundo a assistente, a própria Lei Maria da Penha encontra dificuldades de aplicação por conta do cenário brasileiro, mesmo com a redução no número de mortes. “Existe uma precarização no atendimento dessas vítimas, tanto na delegacia, na hora de preencher o boletim de ocorrência, quanto no judiciário, que julga os processos. A própria questão dos abrigos reflete essa condição. Nesses locais já sucateados, a mulher que sofreu violência divide espaço com outras em situação de rua ou dependentes químicas, algo fora das portarias e normativas que regem os abrigos”, conta Michelle.

Para a assistente social, a situação ainda tem o agravante da desigualdade sexual. Ela esclarece que os efeitos da ausência do Estado, que falha em fornecer/prover condições mínimas de segurança, educação e saúde, são sentidos de forma mais intensa pelas mulheres. “Os problemas sempre recaem sobre elas. Um exemplo é a questão da falta d’água, que fecha creches e escolas. Com o trabalho nas periferias da capital, podemos ver que na maioria dos casos é a mãe que precisa faltar ao trabalho nessas ocasiões”, diz.

Condições de defesa

A representante do CRESS-SP explica que o enfrentamento da violência passa obrigatoriamente pela redução da vulnerabilidade da mulher. No atendimento às vítimas, por exemplo, um trabalho em conjunto entre assistentes sociais, psicólogos e juristas busca fortalecê-las para enfrentar essa condição. “A mulher que sofre violência doméstica acaba perdendo o vínculo com a família e muitas vezes é impedida pelo próprio companheiro de trabalhar. A ausência de um Estado protetor, que possa suprir suas necessidades básicas e ajudá-la, impede que muitas mulheres consigam se retirar dessa situação. Nosso papel é dar condições mentais e legais para que elas possam se defender de seus agressores, saindo da posição de vulnerabilidade que as encarcera”, finaliza a assistente social.

Assessoria

Como tratar a demanda por saúde pública que vem dos países vizinhos a Foz do Iguaçu? A pergunta vai conduzir os debates propostos pelo 2º Fórum de Direito Sanitário, que será realizado, nesta terça (17) e quarta-feira (18), pelo curso de Saúde Coletiva da UNILA. O tema deste ano é “Direito à Saúde na Fronteira”. O fórum será realizado no Auditório do Sindicato dos Empregados no Comércio de Foz do Iguaçu (Rua Tiradentes, 353) e é aberto a toda a comunidade. 

A tradicional comemoração de fim de ano da Amop (Associação dos Municípios do Oeste do Paraná), com a realização da 10ª edição do Prêmio de Jornalismo da entidade e da outorga do título de Cidadão Honorário do Oeste do Paraná foi mais uma vez um sucesso. O evento, que ocorreu no dia 13, no Clube Comercial de Cascavel, contou com a presença de diversas autoridades do Paraná e celebrou o pioneirismo dos desbravadores da região e homenageou os profissionais que nos informam todos os dias.

Para os apaixonados por carro, a Sobre Rodas da duas dicas de presentes neste final do ano. 

A primeira é o livro "A obra AC Cobra", uma verdadeira história por trás da lenda. O autor Rinsey Mills, apresenta em detalhes a história de como a improvável associação entre um arrojado piloto de corridas texano, Carroll Shelby, e uma empresa dirigida por discretos cavalheiros ingleses deu origem ao que viria a ser, até os dias atuais, o carro esporte por excelência – o lendário AC Cobra. Em 160 páginas ricamente ilustradas com inúmeras fotografias de época e outras produzidas em estúdio, a obra apresenta em detalhes a transformação de um carro comum em um grande vencedor. Preço sugerido por volume: R$80

A outra é a série “Clássicos dos Brasil”, composta por 10 volumes, traz ao leitor os carros que fizeram história no país, aqueles com os quais todos temos alguma ligação afetiva: foram o carro do avô, do pai, da mãe, do vizinho, etc. Cada volume contempla a origem do veículo, a chegada ao Brasil, a evolução dos modelos ano a ano em território nacional, além de dados técnicos. Preço sugerido por volume: R$ 19,90

A ONG Melanoma Brasil acaba de lançar a campanha “À Flor da Pele” para chamar a atenção da população sobre os riscos de um tipo de câncer pouco divulgado, mas muito perigoso, o melanoma. A iniciativa aconteceu às vésperas do Dia Nacional do Combate ao Câncer de Pele, instituído em 7 de novembro pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Assim como outubro é dedicado à prevenção do câncer de mama, desde 2003, novembro é dedicado ao cuidado com o câncer de próstata. É o novembro azul, que surgiu na 
Austrália durante o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, em 17 de novembro.

Até 29 de fevereiro de 2016 está proibida a pesca profissional e amadora de espécies nativas. Começou a piracema – época de reprodução dos peixes. 

A proibição visa preservar os estoques pesqueiros. No Rio Paraná, será proibida a pesca de peixes como pintado, dourado, piapara e surubi, entre outros. 

Marcada por intensas mudanças corporais, hormonais e emocionais a depressão pós-parto é mais comum do que, geralmente, se pensa. Considerada normal, em alguns níveis, a tristeza sofrida pela mulher após o período de gestação e parto pode ser agravada e gerar muitas consequências para a mãe e para o bebê. No Brasil, cerca de 40% das mulheres desenvolvem a depressão pós-parto, segundo o Ministério da Saúde e 10% delas sofrem com o nível mais severo.

O Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) tem como meta atingir 70% do Brasil até o final de 2018, destacou o ministro das Comunicações André Figueiredo. "O avanço da Banda Larga, que já alcança 94 milhões de brasileiros, foi impulsionada nos últimos anos, principalmente, pelos acessos móveis. Os smartphones se tornaram nossos inseparáveis computadores de bolso e têm se mostrado indispensáveis instrumentos de inclusão social por meio da tecnologia", disse o ministro.

Apaixonado por motos, Dinno Benzatti pilota desde a década de 1970. Jornalista especializado em motos, palestrante e apresentador do programa Momento Moto, de vivência integralmente motociclística da TV aberta brasileira, o também blogueiro do portal R7, já escreveu para diversos jornais e revistas do país, lança o livro "Mototerapia – vencendo o estresse sobre duas rodas".

Na obra, experiências do autor sobre suas viagens pelo mundo em sua moto. Mototerapia – vencendo o estresse sobre duas rodas convida os leitores a montar na garupa de Benzatti leva o leitor a  viajar com ele ao longo das curvas sinuosas da Serra do Rio do Rastro, das retas da Rota 66, nos Estados Unidos, das paisagens da Croácia, do trânsito caótico de São Paulo, do inexplorado Estado do Espírito Santo e até das terras da rainha, na Inglaterra e na Escócia, onde homens usam saia.

“Então, seja sobre uma moto popular ou de luxo, de 125 ou de 1.600 cilindradas, temos em comum a única, inexplicável e velha paixão por motocicletas. E digo sempre: só quem subiu em uma moto, deu partida e saiu acelerando sabe do que estou falando. Nesses momentos, a paixão se transforma em terapia ou em um belo neologismo: mototerapia.”