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Confira station wagon e outras versões raras do Ford Mustang que nunca chegaram às ruas

In 1962, the design team, led by Gene Bordinat, worked on several iterations of another design called Allegro. While the production 1965 Mustang was a very different car in almost every visual detail from Allegro, the design study established the basic proportions that would define most Mustangs for the next five decades. The notchback coupe had the same long-hood, short-deck layout with a compact greenhouse that would roll out of the Rouge factory two years later.

Quando a Ford anunciou recentemente o lançamento do Mustang Mach-E, novo SUV elétrico derivado da família, muitos se surpreenderam com a ousadia da proposta trazendo elementos totalmente diferentes da versão tradicional do esportivo. Mais curioso é saber que, desde a sua chegada ao mercado, há 55 anos, o “muscle car” já serviu de inspiração para muitos projetos igualmente disruptivos criados nos laboratórios de design da marca.

A maioria desses modelos não chegou às ruas e poucos avançaram até a fase de construção de protótipos, para avaliação da viabilidade de mercado. Este é o caso da versão station wagon do Mustang, um dos vários estudos desenvolvidos nos primeiros anos após o lançamento para ampliar a linha, na tentativa de capitalizar o seu enorme sucesso.

Um protótipo funcional do modelo foi construído em 1966, usando elementos de design que depois foram incorporados em outros carros, no final dos anos 1960. Todos os conceitos do Mustang station wagon tinham apenas três portas, seguindo um estilo mais europeu em relação ao cupê tradicional que os americanos conheciam.

Nas fotos anexas, é possível ver essa versão rara e outros conceitos do Mustang, pré e pós-lançamento, que não chegaram a ser produzidos: um conversível de dois lugares, de 1961-62; o Allegro, de 1962; o Avanti/Allegro, de 1963; o Mustang 4 portas, de 1965; os Mach I, de 1966; o Allegro II, de 1967; o Mach II, de 1967; o Milano, de 1970; o RSX, de 1980; o Rambo, de 1990; e o conversível Mach III, de 1992.

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