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Especial Dia das Mães: Sou mãe. E agora, que carro comprar?

Fernanda Batistetti conta como ocorreram as trocas de carros nos últimos anos, principalmente depois que a filha Maria Clara, de quatro anos, nasceu. “Trocamos de carro duas vezes. Antes a prioridade era o câmbio automático, depois esse item deixou de ter tanta importância”, contou. 

Quando Maria Clara era bebê o item indispensável do automóvel passou a ser o isofix (sistema de fixação da cadeirinha) para encaixar a cadeirinha, conforto e porta-malas grande para carregar carrinho e todas as malas possíveis. Ah, sem esquecer do airbag lateral. Comprou um Ford Fusion

Depois, quando Maria Clara cresceu um pouco, a família reduziu as viagens de carro e o carrinho deixou de ser tão necessário, a prioridade foram os bancos de couro. A justificativa é a facilidade na limpeza, pois crianças adoram tomar sucos, leite e quaisquer outras guloseimas e acabam derramando. Para poder atender as ligações com segurança, o bluetooth entrou na lista de prioridade. Entre tantos modelos, optou pelo Peugeot 3008. “Agora, estamos querendo um SUV maior, com todos os itens, mas econômico. Acho que vai ser difícil, né?!”.

Desorganizado, mas seguro

Laila e a família

A empresária Laila Ismail falou de uma outra característica de carro de mãe: a desorganização. Depois que a minha filha Yasmin, de quatro anos, nasceu, o carro vive uma bagunça. “São brinquedos. Bonecas. Biscoitos. Ela leva tudo para dentro do carro”, contou.

Para atender a necessidade da família, já trocou de modelo várias vezes. “Eu tinha um carro pequeno, mas optamos pelos utilitários esportivos. Acho mais seguros e espaçosos. Hoje tenho um Honda CR-V”.  

Mona Sleimann e Paula Henriques emendaram. “Os utilitários, por serem mais altos, parecem mais seguros”. A família Sleimann tem um Kia Sportage. 

Mona posa para foto com a família

Fabiane Novakowski não abre mão do bagageiro grande. A opção dela foi um Fiat Freemont. “Gostamos de acampar, então, geralmente levamos bicicletas e sempre muita bagagem. Pode parecer besteira, mas saída de ar independente no banco traseiro é imprescindível. Crianças sentem mais frio”.

Vanessa Vik e Amanda Rosa concordam com todos os requisitos das outras mães, mas dizem que ainda não têm um “carro de mãe”. “Meu carro ainda não atende a todas as minhas necessidades. Tenho duas filhas e já está apertado, mas quem sabe logo trocamos nosso Honda FIT por um modelo maior”.

Quem se identifica?

Abilene Rodrigues 

 

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