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Ford usa robô para testar durabilidade dos bancos 

Criado para o desenvolvimento do novo Fiesta na Europa, o equipamento agora foi incorporado ao arsenal da marca para utilização nos projetos de outros veículos. Os engenheiros usaram assentos de pressão para mapear os pontos de contato das pessoas ao sentar e aplicaram esses dados no robô para imitar os movimentos mais comuns e testar o desgaste dos materiais dos bancos.

Antigamente, esse desenvolvimento se limitava ao estudo dos aspectos e formas dos seres humanos. Hoje, a análise inclui a maneira como as pessoas entram e saem dos veículos e é possível avaliar também o conforto, usando um traseiro metálico para medir a deflexão e suavidade do banco.

“Desde o primeiro momento que entramos num carro, o banco cria uma impressão de conforto e qualidade”, diz Svenja Froehlich, engenheira de durabilidade da Ford na Alemanha. “Antes, usávamos cilindros pneumáticos que simplesmente se moviam para cima e para baixo. Com o ‘Robutt’, agora podemos replicar de forma muito precisa como as pessoas realmente se comportam para criar um carro muito mais ergonômico e durável.”

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