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Foz e Barracão intensificam a vacinação contra sarampo e febre amarela

A ação de intensificação da imunização contra o sarampo e a febre amarela começou hoje (16) nos municípios de Foz do Iguaçu e Barracão  e segue até o dia 27 de setembro como parte do Movimento Vacina Brasil nas Fronteiras.

A estratégia do Ministério da Saúde prevê o reforço da vacinação em regiões de divisa com outros países e conta com apoio do MERCOSUL e da Organização Panamericana de Saúde (Opas).

“É um momento importante para sensibilizar e conscientizar sobre a importância de se receber as doses das vacinas, que são seguras e protegem contra as doenças. Os dois municípios se caracterizam por maior suscetibilidade de contágio pelas características de intenso fluxo de pessoas circulando na região da tríplice fronteira. O Paraná tem  nove casos de sarampo confirmados do mês passado para cá e, a febre amarela teve, entre julho de 2018 a julho de 2019, 17 casos confirmados com um óbito”, afirmou o secretário  da Saúde do Estado, Beto Preto.

A intensificação, realizada pelas secretarias municipais,  acontece nas 29 unidades de saúde do Foz do Iguaçu, que é sede da 9ª Regional de Saúde do Estado,  e em três unidades de Barracão, que faz parte da 8ª Regional de Saúde de Francisco Beltrão. “É uma ação pontual, com o objetivo de imunizar pessoas não vacinadas”, explica  a chefe da Divisão de Imunização da Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa), Vera Rita da Maia.

Triagem

A vacinação acontece de forma seletiva, dirigida para o público que ainda não foi imunizado.

No caso do sarampo, o Movimento Vacina Brasil nas Fronteiras prevê a aplicação da dose da tríplice viral  para a faixa etária de seis meses a 29 anos.

Para a imunização contra a febre amarela, o protocolo estipula a vacinação para pessoas de nove meses a 59 anos. “Especificamente nesta ação de vacinação contra a febre amarela, o município de Barracão terá a faixa etária estendida para 60 anos ou mais, seguindo Nota Informativa (no. 199) do Ministério da Saúde, sobre imunização em áreas de corredores ecológicos do vírus”, destaca a enfermeira Vera Maia.

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