Lançamentos

Pilotagem no calor: itens de vestuário garantem segurança e conforto aos motociclistas nos dias mais quentes

 As motos são sem dúvida alguma os veículos mais versáteis, descomplicados e de maior mobilidade para o dia a dia nos centros urbanos. Optar por esse meio de transporte traz diversos benefícios econômicos, sociais e até sustentáveis, mas para eliminar a única desvantagem relevante na pilotagem de motos, que é a exposição maior do piloto em caso de acidentes, é preciso apostar em itens pessoais de segurança incluindo, entre eles roupas e acessórios, além do indispensável capacete.

Quando o assunto são roupas de proteção para motociclistas, o mais comum é pensar em jaquetas pesadas e calças grossas que certamente não combinam com o clima tropical do Brasil. Mas deixar de usar os equipamentos corretos de proteção devido ao desconforto durante os dias com temperaturas mais altas já não é mais desculpa. “O Brasil é predominantemente quente na maior parte do ano, o que acaba sendo um empecilho para o uso das roupas e acessórios entre os motociclistas durante todas as estações, mas o mercado já oferece opções para atender essa demanda”, diz a gerente de marketing e desenvolvimento de produtos da Laquila, empresa líder do mercado de motopeças da América Latina, Érica Trosman. “As vestimentas precisam ser práticas e versáteis. Pensando na questão do clima, nós evoluímos os produtos e apostamos em alternativas de jaquetas, por exemplo, com ventilação e que trazem forro removível, tudo para que o piloto não precise escolher entre se proteger ou ficar confortável”, acrescenta.

A TEXX, marca de capacetes e acessórios da Laquila, pensou nessa necessidade dos motociclistas brasileiros para desenvolver a jaqueta Saga Four Season V2. Desenvolvida especialmente para uso durante as 4 estações, ou seja, o ano todo, a peça é impermeável, totalmente ventilada e com forro térmico integral removível. Com forro térmico integral removível, que ao ser retirado dá ao motociclista uma opção completa para o verão e ainda acompanha também forro impermeável removível, ideal para os dias de calor e para dias de chuva. A marca também conta com a jaqueta Falcon V2. Com um corte ergonômico e design que acompanha as principais tendências europeias, a jaqueta é produzida em couro e poliéster, dando aos motociclistas muita flexibilidade e um visual esportivo com caimento único. A Falcon V2 ainda possui protetores nos pontos estratégicos, além de sistema de ventilação com entradas de ar na parte dos ombros e braços e saídas de ar na parte das costas, além de forro térmico integral removível, possibilitando que a jaqueta seja utilizada em qualquer estação do ano.

Outro exemplo é a calça New Strike V2. Impermeável e com forro térmico removível é produzida em poliéster 600D de alta durabilidade a calça ainda conta com sistema de ventilação AIRTEXX, com entradas de ar na parte da perna, protetores Evolution TEXX removíveis nos joelhos e ajustes na perna e cintura, que proporcionam maior conforto durante a pilotagem mesmo no calor. A jaqueta New Strike V2, um dos clássicos da marca,  também ganhou uma versão summer, desenvolvida para uso em dias mais quentes, certificada pela Conformidade Europeia (CE). A peça é produzida em tecido mash com partes estratégicas para maior ventilação e entradas de ar na parte dos ombros. Além disso, o acessório conta com protetores externos em EVA na parte frontal, loop de acoplagem a calças, forro e colete removível.

Os equipamentos individuais de proteção são essenciais para neutralizar qualquer risco na pilotagem e devem ser encarados com a mesma importância de um cinto de segurança nos carros. “Os brasileiros ainda não têm o costume de usar as proteções, por esse motivo temos focado bastante em disponibilizar opções que se encaixem na rotina de pilotos em todas as regiões do país, e em todas as temperaturas”, comenta Érica. “A ideia é evoluir cada vez mais as opções de produtos disponíveis no mercado para que a prática de proteger todo o corpo em cima da moto seja aos poucos completamente normalizada e vire hábito entre os motociclistas brasileiros”, completa.