
Uma manhã de domingo, por Carlos Oliveira
Aquela manhã de um domingo de dezembro, ainda primavera, o levou a lembrar-se de uma época quando estudante em um colégio do interior do Paraná administrado por padres Palotinos.

Aquela manhã de um domingo de dezembro, ainda primavera, o levou a lembrar-se de uma época quando estudante em um colégio do interior do Paraná administrado por padres Palotinos.
Como que a contrapor certa melancolia que o dia de Finados provoca, procurou por passá-lo em um espaço cuja energia recebida o induzisse a melhor

Permitindo-se conceituar o que seja o tempo, e sem qualquer constrangimento em fazê-lo, o definia enquanto desafio, estupidez, enquanto espaços preenchidos, indução ao sentido da
Foi buscar, em Stéphane Hessel, escritor, ativista e diplomata nascido alemão e naturalizado francês, a expressão mágica que cada brasileiro necessita para recompor seu ativo pessoal, tão abalado por um sentimento de indiferença gerado por uma realidade mesquinha e confusa, e que se encontra em seu livro INDIGNAI-VOS.

Embora não se deixasse mais levar por olhares furtivos e escorregadios, não descartava, todavia, aqueles que lançados pela mulher indutora se insinuava a existência de

Nada melhor para definir o Brasil de hoje que uma expressão de um personagem da sempre lembrada “Escolinha do Professor Raimundo” – o Patropi –